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bolivarianismo · brasil · economia da defesa · terrorismo

Tudo pelo soci…digo…pelo terror

Um assunto pouco discutido e que a imprensa nacional divulgou recentemente foi o fato de o Brasil, após um ano de estudos, ter desistido do projeto de tipificar o terrorismo como crime na legislação penal. Com esta decisão, limita-se apenas a repudiá-lo, conforme consta no texto constitucional, mesmo após estimativas internacionais de que tais atos delituosos deverão recrudescer nos próximos anos. Entre os argumentos utilizados, o de que uma lei antiterror, entre outros aspectos, atingiria os movimentos sociais, notadamente em ações como invasões de hidrelétricas e barragens, determinados prédios públicos, terras da União e bloqueios de rodovias.

Leia todo o artigo. Agora, engraçado mesmo é o pessoal reconhecer que (vári)os movimentos “sociais” praticam atos, digamos, bem próximos aos atos que o caracterizariam como terrorismo. Ou seja, há uma nítida má vontade de se aplicar a lei apenas para favorecer um grupo aliado que adora atos humm…terrori..digo, sociais.

Se fosse um governo militar, claro, a choradeira seria incrível. Mas como é um governo de esquerda, só o partido nazista é que deve ser proibido ou vigiado. Terror, para muita gente, é permitido conforme a ideologia.

Péssima decisão tomada pela administração da Silva. Inquietante é que gente da alta burocracia se cale diante disto. O debate, mais do que nunca, é necessário. Se a esquerda governante e seus burocratas não desejam trazer a público a discussão de uma legislação sobre terrorismo (onde estão os fanáticos defensores dos “referendos” agora??), nós, da sociedade produtiva, podemos muito bem preencher este papel.

Academia · plágio · tradução

Plágio: uma praga pior que a saúva?

Direto do Café Colombo:

A tradutora Denise Bottman nos escreve informando do abaixo-assinado feito por tradutores contra a prática abusiva de plágios em traduções. Casos recentes foram identificados nas edições da Martin Claret. Mais informações no blog “Assinado: Tradutores”.

Claro que a culpa é do plagiador, mas muitos colegas de Academia fazem vista grossa para o problema, ajudando a disseminar esta prática péssima para o desenvolvimento do país.