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Textinhos que eu tenho que reproduzir na íntegra por questões educativas

Ph Ácido:

É dose

É possível o editor de um veículo especializado em economia e negócios não saber o que vem a ser balanço de pagamentos? É, sim. Tudo bem que o cara só escreva sobre aqueles temas chatos de gestão; aqueles mesmos que costumam ser objeto da chamada literatura de aeroporto. Mas o problema é que fica chato o cara perguntar em alto e bom som se “um tal de balanço de pagamentos” se escreve com caixa alta ou baixa (maiúscula ou minúscula). Fiz questão de mostrar minha cara de espanto diante de demonstração de tamanha ignorância.

E a figura já tem anos de experiência, o que lhe rendeu um ar meio arrogante e presunçoso. Isso tudo porque conhece todos os gurus do que se convencionou chamar de “gestão de empresas” – o campo mais fértil para a proliferação da picaretagem acadêmica. E acha que isso é economia.

A Mão Visível:

A última do Pochmann

“O presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Marcio Pochmann, defendeu a adoção de jornada semanal de trabalho de três dias com expediente de quatro horas. Disse ainda que o Brasil deveria preparar seus cidadãos para começar a trabalhar depois dos 25 anos de idade. (Folha Online, 12/12/2007 http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u354096.shtml) ”

Comentário: Acho idéia excelente se aplicada ao seu próprio autor. Só ficaria melhor se ele prometesse trabalhar nenhuma hora de nenhum dia. Não há dúvida que isto aumentaria o bem-estar no país.

2 comentários em “Textinhos que eu tenho que reproduzir na íntegra por questões educativas

  1. Parte deste texto, citei no blogue. Poxa, as revistas de economia e negócios são o antro das matérias pagas que nem no banheiro, conseguimos ler de tanta M$%¨& escrita.

    Sobre a questão do Sr,. Pochmann, repito o comentário deixado no blogue do Prof. Laurini

    “Ainda acho que esse pessoal vai inventar um modelo relacionando a velocidade da andorinha africana com a crise do capitalismo e a santa granada de mão. Aquela famosa cena do Calice Sagrado onde contamos até três. Quatro não pode e cinco, nem pensar.

    Isso é, como o proprio título explica, surreal. Nunca ouvi um argumento tão desprovido de lógica. Acho que com esse argumento, dá para provar que o camarada citado comprou a carta de motorista.”

  2. É uma honra para mim, professor. Muito obrigado.
    Aproveito para desejar um Feliz Natal e um ótimo Ano Novo para todos os autores e leitores deste excelente blog.
    abraço e sigamos em frente em 2008.
    ph

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