brasil · CPMF

A CPMF não passou. E o mundo não acabou

Aposte, leitor: nas próximas semanas, o governo tentará outras formas de aumentar a arrecadação sem o menor corte de gastos. Há dois grandes aliados interessados nisto: os grupos de interesse (todos os que recebem subsídios) e o governo (composto de burocratas e políticos, ambos interessados em controlar a alocação de recursos na economia).

Por enquanto, o que vejo, são consumidores-eleitores bem desorganizados que sequer entendem o que se passa e mal cobram de seus políticos posições mais sérias. O discurso das ameaças já começou. Em breve dirão que benefícios para os pobres não existirão mais por culpa da oposição e outras bravatas de cheiro bem autoritário. O resultado, claro, dependerá do jogo de forças entre os bolivarianos, os autoritários de direita, os empresários rent-seekers, os genuinamente liberais, os consumidores e os oportunistas.

Não é difícil ver que o jogo é complicado, é?

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