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A nova era das parcerias público-privadas

SÃO PAULO – Sem ter de desembolsar um tostão para adquirir formalmente a BRA, a OceanAir costurou um acordo que fará com que ela herde quase toda a operação da empresa. A companhia dos irmãos Folegatti parou de voar na quarta-feira da semana passada (dia 7) com uma dívida de US$ 100 milhões e 70 mil bilhetes em aberto.O acordo anunciado ontem pelo presidente da OceanAir, German Efromovich, prevê a transferência da frota da BRA para a OceanAir. Em troca, atendendo a um apelo do governo, a OceanAir bancará as operações de fretamento da BRA nos próximos 120 dias. Assim como fez no fim de semana, a OceanAir vai arcar com custos de combustível e tarifas aeroportuárias para que sejam realizadas viagens com aviões e tripulação da BRA, em vôos fretados que estavam programados antes da quebra da empresa.

Se eu entendi bem, este é o país “neoliberal” no qual o mercado rege tudo? A notícia toda está aqui. Ou é um país no qual o atendimento da vontade real é recompensada com um mimo? Ou há algo a mais no fato que não foi noticiado?

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