bolivarianismo · Chavez · lula · socialismo real

Política latino-americana na democracia bolivariana

O protesto foi organizado depois que Chávez ameaçou proibir as manifestações da oposição, durante seu programa Alô Presidente, no domingo. O argumento usado pelo presidente é que os estudantes e grupos críticos ao seu governo só querem promover confrontos nas ruas e desestabilizar o país. A autorização para a marcha de ontem foi obtida após muita negociação com o governo. Cerca de 2.500 policiais foram destacados para fazer o controle dos universitários.

Leia tudo. Negrito por minha conta. Membros da cúpula de nosso governo simpatizam com Chávez. Será que assumiriam em público defender este tipo de medida?

Bolívia · Economia do Conflito

Economia Política do Conflito: Bolívia

Eis aí algo curioso em um modelo teórico sobre conflitos:

Thus, from the simple model of conflict and appropriation (which is also consistent with much of the related literature that has examined more elaborate economic environments), we have derived the following implications:
• Conflict reduces the resources available for consumption and production.
• Conflict and (contestable) income are positively related
• Conflict and investment are negatively related
• Conflict and endogenously-generated growth are negatively related
• Conflict and exogenously-generated growth are either not related or positively related (the latter, when growth is anticipated).

Conflito e crescimento (exogenamente gerado) com uma relação positiva? Bem, é o resultado do modelo dos autores deste artigo que analisa a economia do conflito na Bolívia. Como assim? Vejamos outro trecho:

In fact, growth seems to reduce conflict when endogenously generated, while it seems to cause conflict when exogenously generated. After specifying a simple model that generates hypothesis that take into account of these two different types of growth, we found evidence consistent with the hypotheses. In particular, variation in incomes due to changes in the terms of trade can be considered exogenous and we find that increases in such income induce greater conflict. On the other hand, greater conflict tends to reduce private investment, at least some of which could be considered to be a main source of future (endogenously-generated) growth. Finally, the degree of government repression tends, not surprisingly, to reduce conflict.

Estranho, não? Bem, leia o artigo para saber mais.

e-book · Sushi

Comentário que merece destaque

Sempre achei que houvesse um problema nas faculdades de economia: ou se ensina teorias pterodoxas (gostei do neologismo) ou se abusa da linguagem matemática sem se preocupar com o significado econômico das teorias. Enfim, parece faltar aquilo que Ronald Coase denunciava: uma pitada de realidade (aplicação empírica) nas teorias….Mas esses dois e-books começam a preencher o vácuo existente e revelar o potencial explicativo da teoria econômica convencional, usando casos do cotidiano. Como economia é a ciência do comportamento humano racional, projetos como esses estão fadados ao sucesso.Analyse this: Apenas como sugestão de reflexão usando os métodos de economia, é uma frase que vi pichada no viaduto da João Pessoa, perto da FCE-UFRGS: “Riqueza gera miséria”. Tem muita gente que acredita nisso, incluindo doutores em sociologia formados na França!
Esse pode iniciar uma nova série sobre crendices populares (ou uma atualização do Febeapá, com conteúdo teórico).Parabéns pela iniciativa!Ronald Hillbrecht

Que e-books são estes? Não me diga que ainda não sabe. Pois é. Ronald me deixa (e ao Adolfo) feliz(es). Foi um dos sujeitos que sempre falou contra o discurso pterodoxo. Dele guardei a famosa máxima (famosa?): “pode-se falar muita bobagem com verborragia ou com matemática”. O ponto é que discussão séria, boa, de qualidade reconhecida, é aquela que se dá sobre idéias. Agora, muita gente esconde sua falta de idéias sob o manto verborrágico ou com o mundo de Cantor, Hilbert, etc.

Mudando de assunto, curioso mesmo é que enviei, via intranet, um recado para os alunos hoje cedo deixando REGRAS e instruções importantes aqui. Os meninos se dizem dedicados, atentos e tudo o mais. Mas as estatísticas, infelizmente, não corroboram a hipótese de que falam a verdade. Vejamos os mais visitados, hoje, até este minuto:

Eis o e-book…dos provérbios    45
Programação de Novembro – “Cinemateca     19
Países periféricos exploram países ce    14
Receita para engordar    10
O que são movimentos sociais?    7
Sobre este blog    7
Aborto funciona?    5
Pensando um pouco sobre: “Déficit Nomin    4
Legendas para fotos que eu gostaria de f    4
O governo brasileiro é a favor dos spam    3

Opa, nada sobre “Música, economia e tudo o mais” que é o título do link indicado. Há quem diga que seja questão de inexperiência, mas existe aluno que faz esta matéria desde antes de minha chegada à mesma (estamos na segunda turma, é bom dizer). Eis uma boa estatística para se discutir.O mais irônico é que, como eu, os meninos são racionais: fogem da intranet já que a mesma tem apresentado problemas. Ao mesmo tempo, enquanto eu fujo para cá para facilitar-lhes a vida com recados, eles fogem para algum lugar remoto na internet que, realmente, não faço idéia de onde seja.

história econômica geral

História Econômica Geral…de verdade

Eis um artigo que eu gostaria de ler.

Name: Zorina Khan
Email: bkhan@bowdoin.edu
Institution: Bowdoin College and NBER

Co-author: none

Title: Premium inventions: a Quantitative Analysis of Prizes and Patents in Britain and the United States, 1750-1930

Abstract:
A number of economists have been persuaded by the results from theoretical models of prizes and subsidies and have begun to lobby for these policies as superior alternatives to patent institutions. My research program employs the natural experiment that the late-18th and 19th centuries provide for studying the emergence, evolution, and effects of patent institutions and prize systems. The analysis is based on a number of extensive data sets for Britain, the United States and (to a lesser extent) France: information on “great inventors” in all three countries; patenting by “ordinary inventors” from 1790-1930; as well as premiums granted to great inventors and ordinary inventors. These data sets will provide comparative insights into the role of patents and prizes in the evolution of useful knowledge during the critical transition from the First to the Second Industrial Revolutions.

Bibliography: Khan, Zorina. “Premium inventions: a Quantitative Analysis of Prizes and Patents in Britain and the United States, 1750-1930.” Bowdoin College and NBER, Working Paper. 2007.

Antes de vir com aquela lenga-lenga de “neoschumpeterianos do Olimpo”, vá coletar dados e entender a realidade com um mínimo de cuidado. Depois a gente conversa.

p.s. enquanto lá se faz história econômica, aqui o aluno aprende a decorar as três ou quatro fábulas de esopo sobre se os choques adversos são neoliberais do centro para periferia, da periferia para o centro ou, sei lá, se existe algum ônibus que leve os termos de troca do centro para a periferia sem favorecer o capitalismo sem alma. Ou alguma outra besteira como esta.

p.s.2. há exceções. Olhe o Fábio Pesavento, o Renato Marcondes ou o Renato Colistete. Há vários, mas ainda são escravos de um modelo nacional-desenvolvimentista-que-muda-de-nome-sempre-que-identificado de ensino (paulofreiriano-marxista) que domina as mentes mais fracas. Como na piada do português, muitos estudantes de economia, de tanto absorverem bobagens, passam a imitar o peixe do aquário pois, como se sabe, a mente mais forte domina a mente mais fraca…

Desenvolvimento econômico · Mancur Olson · rent-seeking

Sindicatos e economia

Suponha um sindicato com quatro ou cinco membros. Suponha que um dos membros tenha falido. Você esperaria que:

a) o sindicato defendesse o interesse do falido junto ao governo, por exemplo, pedindo subídios;

b) o sindicato ficasse caladinho

Agora leia esta notícia. Mancur Olson já falou sobre o papel deletério dos sindicatos no desenvolvimento econômico. Mas, normalmente, as pessoas pensam em sindicatos maiores e no efeito dos lobbies que distorcem alocações de recursos. É verdade que isto é uma correta consequência da teoria olsoniana. Mas também é previsível que um sindicato que represente um cartel tenha os mesmos problemas de ação coletiva que um cartel. Ou seja, se um cair fora, a briga é para ocupar a fatia de mercado correspondente.

E o pessoal me fala de função “social” de grupos. Valha-me São Jorge…Quosque tandem, Catilina….abutere…

off-topic

Programação de Novembro – “Cinemateca Nipponica”

Os leitores deste blog já sabem que faço algumas propagandas gratuitas aqui. Esta me dá orgulho porque os dois responsáveis pela montagem do evento – agora mensal – fizeram um belo trabalho. Primeiro, é uma programação mensal (ou seja, a informação chega antecipada para você). Segundo, você pode se informar facilmente sobre detalhes através de telefone ou e-mail.

Sobre a programação: eu conheço o desenho Hellsing, que certamente agradará aos mais jovens. Agora, qualquer cinéfilo minimamente digno deste nome pode até não gostar, mas já deve (e tem que) ter visto o Ohayou (Bom Dia) de Ozu. Já falei sobre o filme aqui e vou me dispensar de novos comentários. Estou longe de ser um crítico competente de cinema – e não é porque falta um diploma de algum sindicato besta na minha parede – e acho mais interessante você mesmo ir até a Japan Style assistir ao clássico do cinema não apenas japonês, mas mundial.

Sim, lá na Japan Style você pode degustar a legítima culinária japonesa enquanto assiste o filme. Eu raramente recomendo algum restaurante ou elogio alguém. Portanto, considere isto como uma verdadeira recomendação.

Guarde as datas e programe-se. Depois, é só se divertir.

bolivarianismo · conservadorismo religioso · esquerda · liberalismo · libertarianismo · terror

Liberais brasileiros

Diz Selva:

Olavo de Carvalho e os Liberais Brasileiros

Mais um rant do Olavo de Carvalho, novamente apontando para a ligação entre o narcotráfico, a guerrilha e os partidos de esquerda na América latina. Interessante é a crítica dele aos liberais brasileiros, dizendo que eles gostam de discutir idéias e esquecem de agir. Os liberais erram também por não conseguirem identificar os principais problemas do país. Se ignorarmos os palavrões, Olavo tem um ponto.

Atenção para o ponto do Selva no final do post: o argumento melhor vence. Mas o melhor sem concorrência de argumentos mais bem fundamentados não é o melhor, digamos, “social”.

bem-estar · Corrupção · economia

Ladrão que rouba ladrão…

Usando laudos fraudulentos, os auditores rebaixavam o valor da carga ou do imposto devido – por exemplo, uma máquina nova era declarada como usada, reduzindo o imposto de 18% para 2%. Nesse caso, auditores, despachantes, o engenheiro credenciado para fazer os laudos e a empresa permissionária recebiam comissões para “simplificar” e baratear o processo.

Em outro esquema, os lesados eram os próprios empresários. Os despachantes do porto informavam aos donos das cargas que precisavam de um laudo para liberar a mercadoria, o que não era verdade. Os empresários pagavam R$ 8 mil para o despachante por um documento que custaria, se necessário, a metade disso. Ainda num esquema paralelo, os auditores usavam informação privilegiada para avisar a contadores de empresas que elas sofreriam auditorias da Receita. O cálculo da PF é que o esquema tenha começado em 1997 ou 1998, quando a Armazéns Gerais Agrícolas ganhou a licitação para ser permissionária do porto. Um dos auditores presos era membro da comissão de licitação.

Os três auditores – Joaquim Corrêa Guimarães, Pedro Batista Vilela e Luiz Carlos Bento – têm cerca de 30 anos na Receita Federal e já trabalharam em outros pontos. Os bens dos servidores ainda estão sendo levantados, mas apenas um deles tem três fazendas e cinco tratores, em um patrimônio que pode chegar a R$ 10 milhões. Um auditor tem salário médio de R$ 10 mil.

Os outros presos são o dono da Armazéns Gerais Agrícolas, Cléber Marques de Paiva, os diretores, Marconi Maurício Miranda e Renato de Andrade Bueno, os despachantes aduaneiros, Cláudio Vilela Silva, Fabiano Ferreira Campos e Eduardo Ferreira Torres, e o engenheiro Tony Alessandry Pereira, responsável pelos laudos.

Tradicional família mineira porcaria nenhuma…

ditados populares · e-book · Freakonomics · Sushi

Valeu, gente

Agradeço ao Selva pela divulgação do e-book novo e do antigo. O que dizer? O Sachsida é conhecido meu de pouco tempo mas já vi que pensa como eu em diversos aspectos, desde o uso da Economia até a visão social. Mas se estamos aqui, hoje, fazendo sucesso entre diversos colegas de trabalho e, quem diria, entre alunos de economia, isto só foi possível porque, um dia, nós passamos a admirar a Ciência Econômica.

Sem bons professores, isto não seria possível. Há muitos responsáveis por isto em cada caso, claro. Mas eu destacaria o nomes de Antônio Aguirre, Affonso Celso Pastore, Eduardo P. Ribeiro e William Summerhill. Não que os outros não tenham sido importantes. Foram-no. Ou porque me ensinaram o que não fazer, ou vice-versa. Mas estes aí, de alguma forma, enquanto professores, ensinaram-me algo útil para minha forma de estudo e pesquisa.

bolivarianismo · ideologias · liberalismo · liberdades · libertarianismo · socialismo · spams

O governo brasileiro é a favor dos spams

Achava que não pudesse existir coisa pior do que spam na minha caixa de e-mail. Pois hoje o governo me mostrou que, sim, existe: spam com mensagens analfabetas que eu pago para receber. Sintetizando a história, o governo resolveu colocar a “Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República” para trabalhar, e criou um pequeno e-mail que é mandado (contra a minha vontade, diga-se. Será que cabe um processo por spam?) para alguns órgãos federais. Não sei se todos os meus colegas do banco recebem, mas sei que, todo o santo dia, tanto no período de trabalho quanto agora no doutorado, está lá a propaganda na minha caixa postal.

Pois bem. Hoje, a mensagem se superou: não apenas eu recebo a mensagem contra a minha vontade, mas também descobri que a pessoa que escreve os textos, recebendo grana dos meus impostos, precisa de reforço na gramática. Além disso, o responsável pela revisão dos textos, que também é pago com o dinheiro dos meus impostos, deve precisar de um oculista. Tudo isto por causa do título da mensagem abaixo.

Se você chegou até aqui, não leu toda a mensagem do Ângelo. Pois bem, clique e leia. Há algum tempo eu pensei na relação entre o governo (aquele que deveria, lembra?, livrar-nos do temido empresário ganancioso gerador de falhas de mercado e de outras mazelas) e o “spam” (veja aqui e aqui). Bem, minha hipótese era um pouco distinta deste absurdo que relata o Ângelo mas, veja só como faz falta, agora, um setor privado cioso de suas liberdades e desejoso de exercer seus direitos e cumprir com seus deveres. Houvesse empresários e consumidores assim, em maioria, já haveria protestos contra o uso ilegal do “spam” por parte do único monopólio brasileiro na emissão de moeda e na criação de leis, o Estado.

E olha que a maioria dos membros do partido do sr. da Silva olha com antipatia as semi-independentes agências regulatórias e pedem por sua extinção e/ou substituição por um modelo bolivariano/socialista/estatizante.

Quanto aos jovens, bem, os ricos estão a tratar da matança dos pobres com seu consumo de drogas ilegais em detrimento do verdadeiro conhecimento, aquele obtido na escola. Os mais velhos, aqueles que deveriam dar o exemplo, acham que a escola deve não apenas instruir seus filhotes (mimados?) como também educá-los. Por sua vez, os professores, aqueles que deveriam apenas instruir e que ganharam o direito de doutrinar os filhotes dos consumidores, sob o cansaço do diretor da escola (ou sob seu beneplácito) com as infindáveis “diretrizes do iluminado ministério para o ensino nacional (e afins)”, deitam e rolam sob o comando de gente que acha que, afinal, um outro mundo é possível. Um no qual a liberdade individual é uma “coisa burguesa”.

Já vi este filme antes. Himmler e Guevara são dois jeitos de se mudar o mundo na visão deste povo. Obviamente, como o mundo não pode ser mudado conforme o desejo de dois grupos diferentes ao mesmo tempo, há concorrência entre estas visões e cada uma afirma, com juramento de padre católico progressista (embora isto, hoje em dia, tenha um tom perigosamente pedófilo), que o outro é que é o “feio, sujo e malvado”.

É a vida, eu sempre serei um cético…

aula · microeconomia

Música, Economia e tudo o mais

Baseado neste concurso de 2005 do FED de Cleveland, criei o trabalho final de minha cadeira de Teoria dos Preços conforme estas instruções. Agora tenho a lista definitiva das duplas mas o famoso firewall da faculdade não me permite atualizar a página dos cursos. Desta forma, aqui vai a agenda dos dias 19 e 20 de novembro. Quem apresenta no dia X precisa vir em X+1? Sim. E vice-versa? Idem.

Agenda

19.11 [dupla/música/autor(cantor)]

1. Ana Carolina e Ronaldo – Como é duro trabalhar – Vinícius de Moraes

2. Patrícia Mendes e Thiago Lobato – Como vovô já dizia – Raul Seixas

3. Jefferson – Burguesinha – Seu Jorge

4. Alexandre e Gabriel – Brasil – Cazuza

5. Daniel Carvalho e Ivan – Comida – Titãs

6. Bernardo Augusto e Breno – Mascate – Nepal

7. Felipe Dias e Guilherme – Dívida – O Rappa

20.11

1. César e Éverton – Caviar – Zeca Pagodinho

2. Rodrigo e Pedro B. -1406 – Mamonas Assassinas

3. Marina e Luiz – Farinha Americana – ?

4. Márcio e Felipe G. – Gasolina – Made in Brazil

5. Camila e Júlia – Malandro – Chico Buarque

6. Felipe Costa – Brasil Corrupção – Ana Carolina

7. Leonardo e Augusto – Rico e Pobre – Caju e Castanha

A partir de agora, portanto, valem as regras expostas anteriormente sobre a entrega prévia dos trabalhos (12 e 13 de novembro), mais as seguintes: i. a ordem da exposição será definida pelas duplas que estiverem presentes no dia (isto significa que as duplas estão dentro da sala de aula às 7:30 ou já perdem pontos), ii. eu escolherei, conforme minhas preferências, o membro da dupla que apresentará o trabalho (o outro deve permanecer, então, em silêncio durante a apresentação do parceiro), iii. não há mais mudança de música e/ou inclusão de novas duplas.

derivativos · Finanças

Realmente gosta de Finanças?

É certo esse meu intercâmbio está valendo a pena. Durante as aulas de Advanced Commercial Banking, despertei um interesse pela área em que meus colegas do Ibmec-MG tanto gostam: Finanças.

Mais especificamente, me interessei pela parte de precificação de derivativos.
Então começei a estudar o modelo binomial, o modelo de Black-Scholes, o modelo de Merton, entre outros.

Realmente é uma área interessantíssima!

Procurando na net sobre o assunto, encontrei esse site com uma bibliografia extensa sobre o assunto.

Uma questão surgiu durante essas leituras: será que existe alguma coisa sobre volatilidade implícita para o mercado de opções brasileiro? Qual seriam os determinantes dessa? Existe algum estudo parecido com o do Robert Strong and Amy Dickinson, “Forecasting Better Hedge Ratios” Financial Analysts Journal, jan/Feb 94. ?

Encontrei essa aplicação para o mercado brasileiro.

Se alguém souber mais sobre o assunto, por favor, entre em contato