Corrupção · Economia do Crime

Nem em paridade do poder de compra…

…você consegue igualar os valores de um “suposto” mensalão (lembra dele?).  Não, sul-coreanos, não tentem desafiar a potência brasileira. A corrupção na autoridade fiscal sul-coreana é de proporções escandalosas (para não-selvagens).

If Jun is convicted of all charges, he faces at least seven years in prison.
With the warrant, the prosecution escorted Jun to the Busan Detention Center last night.
Jun is suspected of receiving a total of 50 million won ($55,078) and $10,000 in cash from July last year to January this year in five payments from a subordinate who had sought to buy a promotion. Chung Sang-gon, then the head of the tax office in Busan, testified earlier that he paid the bribes to Jun.
At Jun’s order, Lee Byeong-dae, the current head of the Busan tax office, had visited Chung, who is already in detention, and tried to persuade him not to testify against Jun, prosecutors have said. Lee met with Chung twice, on Aug. 20 and in early September, the prosecution has said.

Como se vê, não é só na selva que a corrupção e a autoridade tributária (fiscal) se atraem. Trata-se de uma lei universal: onde há recursos obtidos de forma coercitiva (mas legal), há gente querendo meter a mão. Mas, cá para nós, o Brasil, um país de tolos, é bem mais competente na forma de se destruir a vida alheia. Faz sentido: não temos furacão, maremoto ou terremoto. Como é que seríamos punidos sem catástrofes naturais? Resposta simples: pela mão do próprio homem. Homem Macunaímico, devo dizer.

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