Desenvolvimento econômico

O que causa o desenvolvimento das nações?

Two years ago the World Bank’s environmental economics department set out to assess the relative contributions of various kinds of capital to economic development. Its study, “Where is the Wealth of Nations?: Measuring Capital for the 21st Century,” began by defining natural capital as the sum of nonrenewable resources (including oil, natural gas, coal and mineral resources), cropland, pasture land, forested areas and protected areas. Produced, or built, capital is what many of us think of when we think of capital: the sum of machinery, equipment, and structures (including infrastructure) and urban land.But once the value of all these are added up, the economists found something big was still missing: the vast majority of world’s wealth! If one simply adds up the current value of a country’s natural resources and produced, or built, capital, there’s no way that can account for that country’s level of income.The rest is the result of “intangible” factors—such as the trust among people in a society, an efficient judicial system, clear property rights and effective government. All this intangible capital also boosts the productivity of labor and results in higher total wealth. In fact, the World Bank finds, “Human capital and the value of institutions (as measured by rule of law) constitute the largest share of wealth in virtually all countries.”

Em outras palavras, não basta ter petróleo, como a Venezuela, ou etanol, como o Brasil. Há algo além disto, algo intangível que vive nas espontâneas ações dos indivíduos e que pode, sim, ser destruído pela intervenção governamental (mas também pode ser preservado, embora seja mais difícil se observar isto).

Se você pensar um pouco, os economistas que participaram deste trabalho estão simplesmente dizendo que há muita correlação espúria na visão “brizolista” de que basta controlar uma imensa quantidade de recursos naturais para que um país cresça. Isto é besteira.

Na verdade, a economia é, por natureza, descentralizada. É natural, portanto, que economias prosperem quando os milhares de atores concordem com algumas regras básicas. Mais ainda: é impossível que uma economia prospere se alguém lhe impõe regras exogenamente (a chamada “engenharia social” passa exatamente por aí).

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