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Eu já falei do Melona?

Já. E já disse onde é vendido em Belo Horizonte. Divirta-se no calor! Já estes salgadinhos de maçã…só mesmo com o Richard.

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Teste de gravidez, A.C.

One of the earliest written records of a urine-based pregnancy test can be found in an ancient Egyptian document. A papyrus described a test in which a woman who might be pregnant could urinate on wheat and barley seeds over the course of several days: “If the barley grows, it means a male child. If the wheat grows, it means a female child. If both do not grow, she will not bear at all.”

Quer saber mais? Clique aqui.

Academia · brasil · conservadores · dinamistas · intelectuais

CEO’s vs Academia

Excelente discussão do Arnold Kling que acaba por tocar numa interessante dicotomia entre os petrossauros acadêmicos e os CEO’s. Pode-se não concordar com as generalizações, mas há algo perturbadoramente correto no que ele diz. Lembra um pouco o que disse Virginia Postrel em The Future and its Enemies, um livro que, aliás, deveria ser leitura obrigatória de todo universitário interessado em qualquer coisa que ultrapasse o próprio nariz. Se eu fosse do MEC, obrigaria a que todos lessem este livro na faculdade. Nada mais agradável para um burocrata do MEC que exercer seu poder sobre as escolas, não? ^_^

brasil · doutrinação · ideologia

Livros escolares e ideologia

O Bender nos lembra que todo governo tenta fazer o que fazem alguns voluntários historiadores brasileiros. O que me faz morrer de rir no debate da blogosfera (às vezes o Estadão tem razão: tá tudo dominado por macaquinhos…) é que se qualquer governo tenta controlar e doutrinar as pessoas, porque é que o sujeito que é a favor do Estado mínimo é que é o vilão(zão) da história?

Todos deveríamos ser a favor de menor intrusão do governo na história. Mas, claro, a esquerda anaeróbica prefere subir na mesinha e dar aqueles gritinhos histéricos acusando todo mundo de conspirar contra seu pensamento supostamente progressista.

Nada disto, garotinha.

bolivarianismo · conservadores · liberalismo · Libertários

Krugman não sabe diferenciar conservador de liberal

Eu já sabia disto. Nos EUA, conservative seria nosso liberal e liberal, nosso socialista/social-democrata. E David Boaz é libertarian (libertário). Krugman, no afã habitual de criticar Bush, erra o alvo. No Brasil, há blogueiros que também adoram perpetuar este erro recusando-se a entender outras classificações que não a tradicional esquerda-direita. Mas se você não tem problemas com outras classificações, a que dá para entender melhor o que ocorre nos EUA está aqui.

política · política brasileira

É pra isso que eles são pagos?

José Arruda, governado do DF, proibiu o uso de gerúndio nos órgãos do Distrito Federal.

“Fica demitido o gerúndio de todos os órgãos do Governo do Distrito Federal. Fica proibido a partir desta data o uso do gerúndio para desculpa de ineficiência”, diz o texto do decreto publicado no “Diário Oficial”, do Governo do Distrito Federal.

É para rir ou para chorar?

Economia Brasileira

Excelente artigo na mídia: Affonso C. Pastore e Maria Pinotti

Países mais pobres obrigam seus governos a desenvolverem programas sociais, buscando a redução da pobreza, o que leva a uma carga tributária maior do que em países mais desenvolvidos. As transferências de renda minimizam o sofrimento dos pobres, mas não garantem a abertura de oportunidades de emprego e de aumento de ganhos derivados da aceleração do crescimento. Para que isto ocorra são necessários investimentos em infra-estrutura, sem os quais crescem os riscos que limitam os investimentos privados.

Leia mais aqui.

Academia · economia

Ensino de Economia

Erik está preocupado com isto. Para mim, é óbvio: se o aluno chega até a primeira cadeira de Microeconomia sem saber o que é uma função quase-côncava ou uma forma quadrática, seu futuro está seriamente comprometido. Nada que não possa ser revertido, mas a um custo muito alto.

Minha experiência me diz que o corporativismo de professores de matemática (já vivi isto em outra universidade) pode destruir um curso de Economia (principalmente quando há pterodoxos no comando do curso, sempre receosos de qualquer conta que vá além das “calculadores de açougueiro”).

Isto sem falar na teimosia de alguns em não adotar livros condizentes com o curso em que lecionam. Basicamente, um curso de matemática para economia não pode prescindir de livros como os de Simon & Blume ou a quarta edição do Chiang. Isto para não falar que, sem uma cadeira sobre equações diferenciais, o aluno pode até se formar em economia, mas será um eunuco.

E o único que gosta de eunuco é aquele que não o é.

Desenvolvimento econômico

O que causa o desenvolvimento das nações?

Two years ago the World Bank’s environmental economics department set out to assess the relative contributions of various kinds of capital to economic development. Its study, “Where is the Wealth of Nations?: Measuring Capital for the 21st Century,” began by defining natural capital as the sum of nonrenewable resources (including oil, natural gas, coal and mineral resources), cropland, pasture land, forested areas and protected areas. Produced, or built, capital is what many of us think of when we think of capital: the sum of machinery, equipment, and structures (including infrastructure) and urban land.But once the value of all these are added up, the economists found something big was still missing: the vast majority of world’s wealth! If one simply adds up the current value of a country’s natural resources and produced, or built, capital, there’s no way that can account for that country’s level of income.The rest is the result of “intangible” factors—such as the trust among people in a society, an efficient judicial system, clear property rights and effective government. All this intangible capital also boosts the productivity of labor and results in higher total wealth. In fact, the World Bank finds, “Human capital and the value of institutions (as measured by rule of law) constitute the largest share of wealth in virtually all countries.”

Em outras palavras, não basta ter petróleo, como a Venezuela, ou etanol, como o Brasil. Há algo além disto, algo intangível que vive nas espontâneas ações dos indivíduos e que pode, sim, ser destruído pela intervenção governamental (mas também pode ser preservado, embora seja mais difícil se observar isto).

Se você pensar um pouco, os economistas que participaram deste trabalho estão simplesmente dizendo que há muita correlação espúria na visão “brizolista” de que basta controlar uma imensa quantidade de recursos naturais para que um país cresça. Isto é besteira.

Na verdade, a economia é, por natureza, descentralizada. É natural, portanto, que economias prosperem quando os milhares de atores concordem com algumas regras básicas. Mais ainda: é impossível que uma economia prospere se alguém lhe impõe regras exogenamente (a chamada “engenharia social” passa exatamente por aí).

Economia do Setor Público · escolhas públicas · falhas de governo · leviatã · suécia

O Leviatã sueco

Johnny Munkhammar, program director at Timbro, a free-market think tank in Stockholm, explains that, even with its piecemeal approach, the Reinfeldt government is swimming against the tide of public opinion. “This government plans to sell a number of companies,” he says, “but because they have failed in communicating how and why, public opinion is not behind the measures.” Recent polling data show that a plurality of Swedes are opposed to offloading state companies (which could add some $22 billion to the government’s coffers). Given such public hostility, few expect Reinfeldt to engage in an aggressive privatization campaign.

Fredrik Erixon, a Swedish economist with the Brussels-based European Center for International Political Economy (ECIPE), laments that, despite reforms of income taxes, social security, and school policy, “nothing much has happened yet” on privatization. “The government has prepared for privatizing six companies,” he says, but “that’s not much considering the government’s portfolio of 55 companies.”

Aparentemente, Reinfeldt está longe do que lhe acusam os opositores socialistas. Mas, convenhamos, lutar contra tantos grupos de interesse de uma só vez é muito difícil.

economia · japão · microeconomia · Tecnologia

Tecnologia e o ciclo de vida

Eis aí uma previsão: em um país com expectativa de vida elevada, o gasto das famílias com robôs deve ser maior, ceteris paribus.

Talvez a visão dos anos 80, de robôs na indústria, ainda seja uma visão imprecisa: o verdadeiro campo de trabalho dos robôs é no auxílio aos idosos. O que explica isto? Provavelmente a queda de preços dos robôs – para uso pessoal – ao longo do tempo.