Academia

IV Seminário de Economia de Belo Horizonte

O Seminário continuou bem cheio hoje e, amanhã, estará encerrado. Uma das melhores coisas é poder rever alguns amigos antigos distantes (como o Carlão) e outros nem tanto (como Burian e Guilhermão). Por outro lado, hoje, eu estava praticamente morto, cansado (e já sem paciência no final da noite).

Levei o Carlão até a sua casa. Há anos, quando eu era o colega durango (e sem carro), ele ou o Daniel me davam caronas incontáveis. Aprendi e sempre procuro fazer o mesmo com os alunos ou colegas durangos que encontro por aí. Eis aí algo que a gente carrega para a vida toda: retribua os favores com favores iguais ou melhores (falei disto outro dia, aqui, lembra?).

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economia da defesa

Ari, armado e perigoso

Ari viajará amanhã para apresentar um outro artigo nosso, desta vez na ABED. Sei que já falei disto aqui antes, mas sempre há alguém que não leu o post por causa do meu ritmo neurótico (sim, eu sou neurótico, é a vida…). O artigo possivelmente estará na página de nosso centro, em breve.

Academia

Prêmio, Monografia e os Momentos que Valem…

Guilherme Castro, ex-aluno do IBMEC-MG, ganhou o II Prêmio de Monografia que é promovido, desde o ano passado, pelo Seminário de Economia de Belo Horizonte. Ah sim, outra ex-orientanda minha (em outra faculdade, conhecida do pessoal do Matizes Escondidos…), a Luciana Braga, ficou bem classificada – no que vi da comissão julgadora – mas só há um prêmio…

De qualquer forma, fiquei feliz. Guilherme foi um aluno exemplar e um orientando não menos dedicado. Luciana também é extremamente competente e resistiu a muitas brigas comigo, algo que, posso dizer com certeza, qualifica-a como uma das pessoas mais “resistentes” do meio acadêmico.

Legal saber que duas das nove monografias selecionadas passaram pelo rolo compressor de críticas deste que vos escreve, conhecido como “chato”, “exigente”, “autoritário”, “inflexível”, “rigoroso” e “maluco”. Meu falecido avô paterno, professor de colonos no interior de São Paulo, certamente não ficou conhecido por adjetivos mais suaves…

Ah sim, graças ao stress gerado por este seminário, correção de provas e outras tarefas de pesquisa, tenho cochilado e perdido excelentes lutas da última temporada de sumô! Lamentável! O grande Hakuho caiu hoje e eu não assisti! Com a suspensão do imbatível Asashoryu, o campeonato ficou até mais interessante. A conferir!

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O intelectual do Jornal da Globo

Estou assistindo ao Jornal da Globo, mostram fotos dos nazistas se divertindo após matar pessoas a sangue frio. Em seguida aparece o “iluminado” que comenta de vez em quando no Jornal da Globo…. ele fala mal de Bush, fala mal dos americanos etc. NENHUMA PALAVRA CONTRA FIDEL…. nenhuma palavra contra mao tse tung….. nenhuma palavra contra Bin Laden….. fim da picada. Mais 5 minutos e ele diria que os americanos são os nazistas de nossa época.

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CPMF

Tenho ouvido muitos comentários a favor e contra a CPMF. Ambos parecem muito mais ligados a contadores do que propriamente provenientes de uma análise econômica séria. Os defensores da cpmf argumentam que este é um bom imposto: arrecada muito, o custo de coleta é baixo e taxa também os informais. Já as pessoas contrárias a cpmf argumentam que essa contribuição deveria ser provisória e que o pais já cobra impostos demais.

Um economista julgaria a CPMF de uma maneira bem diferente: a qualidade de um imposto esta associada as distorções que o mesmo causa na economia. Qual é a distorção causada pela CPMF? Essa é a pergunta que tem que ser respondida.