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já não bastasse a pesca da baleia

Meu pai (e o resto das pessoas que me conhecem, menos o Shikida ehehe) riu quando disse que a minha monografia tratava da pesca da baleia no Brasil colonial. Compreensível. Idem na minha dissertação, anil ou índigo (corante azulado de origem vegetal).

Para manter o padrão jogo golfe a 2,5 anos. E antes de comentários > golf(e) pode ser Punk!

Fábio

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Gestos

Há gestos que falam e falas que são gestos. Admoestar entre o arrogante e o zombeteiro os consumidores que, nos aeroportos brasileiros, são esbofeteados por uma recorrente e criminosa mendacidade governamental, receitando um ‘relaxem e gozem’, tem a mesma fonte do gesto indicativo do ato sexual, o famoso ‘tampar e cobrir’ ou o ‘olha nós neles’, esmiuçado por Câmara Cascudo; o ‘top, top, top’ com o qual um assessor especial do presidente da República comemorou uma suposta prova de que os ‘nossos inimigos tomaram dentro’ porque, afinal de contas e pelas últimas notícias, a culpa do horrendo desastre que ceifou a vida de centenas de pessoas seria do comandante e não do governo. Como se a tragédia prevista, inclusive por mim, na minha crônica de 27 de junho, pudesse ser esgotada no salvacionismo que se abriga no governo Lula e no paradoxo de lucrar com o que dá certo (sobretudo com a tal ‘herança maldita’), esquecendo ou se escondendo do que dá errado.

Claudio

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