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O pão nosso de cada dia

O pão quentinho está chegando cada vez mais para o paulistano de forma clandestina. Cerca de 20% dos 15 milhões de pães consumidos diariamente na Capital são produzidos em escala industrial em dezenas de fábricas irregulares, sem alvará de funcionamento, desprovidos de controle de higiene e até com farinha de trigo roubada ( veja texto abaixo). Por isso, a principal conseqüência da invasão dos pães piratas para os donos das padarias é impedir o aumento do preço do produto. Hoje, o quilo do pão custa, em média, R$ 5,50.

Eis algo para se pensar. A pergunta básica é: por que um sujeito faz isto? Pode-se dizer que, em alguns casos, ele esteja desempregado e, portanto, no desespero, ignore os direitos de propriedade e roube farinha dos outros para fabricar pão.

É uma hipótese.

Outra é que o mesmo desempregado seja honesto mas não resista à nossa pesada carga tributária e esteja fazendo pães para a venda com boas condições de higiene, mas sem o pagamento do “dízimo estatal”.

Em ambas as hipóteses, a falha do governo é bem clara: não se consegue adotar um incentivo que leve o sujeito para a produção formal. Por que? Primeiro, a carga tributária. Segundo, o discurso da “exclusão social”, que faz vista grossa para o roubo do pobre mas é duro com, digamos, a dona da Daslu.

De qualquer forma, espero que uma sociedade baseada na economia de mercado (não é o que diz a nossa Constituição?) faça o que for necessário para gerar mais empresários, não mais daqueles ridículos e mafiosos sindicatos…

Claudio

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