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Propostas

Há algum tempo eu fiz esta proposta como auxílio para a redução dos problemas da crise aérea deste governo. Hoje eu sou pessimista. Estou cada vez mais cansado com esta história e acho que nem soluções radicais resolveriam este caos.

Claudio

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Efeitos colaterais do modelo estatal de administração aérea do governo atual

I am scheduled to fly to Sao Paulo, Brazil, in September for a lecture and then, in Rio de Janeiro, a book festival. I have never been to Brazil before and, until this horrible plane crash in Sao Paulo the other day, I was very much looking forward to the trip.

Now I am not.

As someone who flies a lot, all I can think about is the families of the people who died, now having to face the fact that their moms and dads and friends and neighbors won’t be coming home again. Their grief will probably be magnified by the very public investigation of the crash.

Levitt está certo. Vir à selva é estupidez agora.

Claudio

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Como os índios não eram assim tãooo ambientalistas

Um pequeno trecho.

The Indians’ real record on the environment was actually mixed, and I give the details in my new book, 33 Questions About American History You’re Not Supposed to Ask. Among other things, they engaged in slash-and-burn agriculture, destroyed forests and grasslands, and wiped out entire animal populations (on the assumption that animals felled in a hunt would be reanimated in even larger numbers).

On the other hand, the Indians often succeeded in being good stewards of the environment — but not in the way people generally suppose.

Although we often hear that the Indians knew nothing of private property, their actual views of property varied across time, place, and tribe. When land and game were plentiful, it is not surprising that people exerted little effort in defining and enforcing property rights. But as those things became more scarce, Indians appreciated the value of assigning property rights in (for example) hunting and fishing.

In other words, the American Indians were human beings who responded to the incentives they faced, not cardboard cutouts to be exploited on behalf of environmentalism or any other political program.

Claudio

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Hummm

Veja este trecho de artigo do Gustavo Franco:

Tão obsoleta quanto a idéia de “auto-suficiência”, é a de um planejamento com tonalidades meio soviéticas segundo o qual a importação deve se concentrar em “BK”. Os Comissários do Povo falam um idioma muito deles: “BK” designa “bens de capital”, as populares máquinas, e o leitor que pergunte a um desses senhores se um computador é “BK” ou “BC”, bem de consumo, este sempre merecedor das piores classificações indicativas.

O “BCI” (bem de consumo importado), há anos é tomado como inimigo do povo. Em muitas lojas, o destaque dado à seção de importados merece olhares de reprovação como os destinados aos cantinhos onde ficam os filmes para adultos. Em contraste, o “BK” importado é do Bem e serve ao desenvolvimento, especialmente quando não tem “similar nacional”, tal como atestado por associação de produtores brasileiros. Mais velho que isso, e que a Sé de Braga, só um “plano qüinqüenal”.

E o debate continua, geralmente nos restaurantes, onde muito se fala de assuntos de comércio exterior. Talvez por que o tema seja polêmico, e os jornalistas gostam de levar suas fontes para almoçar boas refeições, sempre debitadas à pessoa jurídica. Bem tratada, a “fonte” pode ser que faça inconfidências, mas não se sabe se, ao contrário, dirá apenas o que o jornalista quer ouvir. O fato é que, nos restaurantes caros nas alamedas paulistas mais elegantes, as massas italianas, vinhos franceses, e salmões chilenos têm sido expectadores constrangidos de discursos patéticos contra o uso das divisas nacionais em consumo supérfluo. Tínhamos, antigamente, a “esquerda festiva”; hoje, um de seus descendentes mais conspícuos é o “protecionista gourmet”.

Aí eu pergunto a você: será que este povo tinha que ter uma esposa, filho ou, quiçá, tinha ele mesmo de estar no fatídico vôo da TAM para aprender que infra-estrutura pode ser mais útil ao país que um privilégio chamado – pomposamente – de “política industrial”?

Claudio

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