Corrupção

Arrecadação aumenta…mas a criminalidade não diminui taaanto assim

O arrastão promovido por 18.200 policiais cumpriu 1.223 mandados de busca e apreensão, deteve 2.532 pessoas, sendo que o número de pessoas que continuavam presas foi suficiente para lotar dois presídios.

Eram seqüestradores, assaltantes de banco, golpistas, ladrões de carga e até policiais. Os investigadores fecharam ainda o que consideram o último bingo em funcionamento na capital.

Eis a notícia.

Claudio

Continue lendo “Arrecadação aumenta…mas a criminalidade não diminui taaanto assim”

Uncategorized

Deve ser este o tal “individualismo exacerbado”

Já ouvi muita gente – que adora encher os próprios bolsos com polpudos salários – falar mal do tal “individualismo exacerbado”. Botou etiqueta no caderno, pronto, já é um “individualista exacerbado”. Este tipo de gente sempre se reúne em belos restaurantes (ou em botecos “cult”) para discutir este assunto terrível e nunca se esquecem de dividir a conta de maneira bem…digamos…individualista.

Hipocrisias à parte, talvez esta gentinha também esteja morrendo de vontade de beber estes whiskeys.

“Vamos lá, é fácil, você consegue”, dirá o filho de 3 anos do Ari. E eu acho que você, hipócrita que adora uma individualidadezinha, consegue. Basta um pequeno esforço.

Claudio

Continue lendo “Deve ser este o tal “individualismo exacerbado””

Uncategorized

O mercado de pesquisas: a indústria do “impacto econômico”

Eis uma notícia interessante. Aí vai um trecho:

Economic studies don’t just happen. They are planned, a part of political and public relations strategies to get media attention and guide — or stampede — opinion toward seeing the enlightened self interest in giving more money to the haves. They’re an attempt to convince us to fork over our hard earned dollars to subsidize successful businesses by showing the trickle-down benefits of trickle-up spending.

Just about everyone here does studies these days. A quick scan of Seattle Post-Intelligencer and Seattle Times archives shows just how useful they are in getting ink. I’m sure if I donned the green eye shades and hit the microfilm, I could find enough to fill every recycling bin in town and make Richard “Zero Waste” Conlin happy.

Ontem o Jorge Vianna Monteiro divulgou sua última carta no qual trata, praticamente, do mesmo tema: o “mercado de escusas”.

Eu creio que este é um tema dos mais interessantes, principalmente quando se fala da qualidade destas “escusas” (ou destes estudos de “impacto econômico”). No Brasil não há ainda um estudo sobre isto. Em recentes artigos, Pedro Cavalcanti, da EPGE-FGV tem, com muita razão, reclamado da falta de cultura econômica mínima em certos “estudos” que buscam justificar este ou aquele subsídio mas nunca apresentam uma única estimativa de custos e benefícios sociais (o tal bem-estar).

Parece que há uma promissora discussão sobre o “mercado de limões” que prevalece (?) na selva brasileira quando o assunto é justificar subsídios. Meu palpite: grupos de interesse estão na era mesozóica quando se trata de defender interesses. No máximo balbuciam uma ou duas vogais. Talvez o Itamaraty (talvez!) seja mais evoluído quando trata de política externa na arena econômica.

Mas isto são temas para estudos. Quem sabe alguém não faz isto e, claro, agradece-nos pela idéia?

Claudio

Continue lendo “O mercado de pesquisas: a indústria do “impacto econômico””