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Como é?

Veja a importância do debate sobre regras e discricionaridade no país. Gasta-se uma grana para se fazer um tal plebiscito. Independente do que você acha, ganhou apenas um dos concorrentes. Aí a lei deve ser cumprida e o governo resolve…relaxar.

Ok, já é esquisito. Mas aí você lê um sujeito – deve haver um erro na transcrição, não é possível – que é contra o relaxamento dizer algo como o que se reproduz abaixo.

O sociólogo Guaracy Mingardi, pesquisador do Instituto Latino-Americano para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente (Ilanud), disse ver com preocupação as mudanças propostas pelo governo. “O problema não é estender o prazo de recadastramento ou diminuir o valor da taxa de registro. Isso é até positivo, pois evita que só ‘filhinhos de papai’ tenham condições financeiras de andar armados”, disse. “O que não dá é para ficar cedendo à pressão das empresas. Se isso for sistemático, corremos o risco de voltar ao que era antes.”

Como é? Então, lá no fundo, o bom é que todos andem armados, certo? O direito à auto-defesa é de todos, com arma de fogo mesmo. Onde é que eu perdi o fio da meada?

A notícia toda está aqui.

Claudio

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