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Mercado 1 x 0 Medicina

A febre de investimentos nas Bolsas de Valores chinesas, que há semanas batem recordes consecutivos, produziu, além de lucros rápidos para muitos investidores, a recuperação de um paraplégico de Xangai, afirmou nesta quarta-feira, 30, o jornal Shanghai Daily.

Leia tudo.

Claudio

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Utilidade Esperada na prática

A análise econômica do direito e sua vida.

The campaign is based on an economic analysis of law, which describes how a person behaves when faced possible sanction. Assuming that the person is risk averse, she will evaluate the decision in terms of expected value. The greater the magnitude of sanction and probability of enforcement, the lower the expected value from breaking the law. For example, if there’s a 10 percent chance of facing a $200 sanction for not wearing a seat belt, following the law is “worth” $20. If the value of not wearing a seat belt is less than the expected value of following the law, she will wear her seat belts; if her annoyances associated with wearing a seat belt are greater than the expected value of following the law, she will not.

Because local authorities do not usually publish information about the probability of sanctions, perception of enforcement is imperfect. With their national “Click it or Ticket” campaign, the NHTSA is taking advantage of this fact by coordinating efforts to make the probability of sanction seem more likely than it actually is. State agencies will return to their previous enforcement levels when the campaign is over, but the NHTSA is banking on the fact that you won’t notice. The hope is that you will be more likely to wear a seat belt because you will over-estimate the probability of getting caught.

Em negrito, por minha conta.

Claudio

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Lembra daquela senhora que disse, já ocupante de um cargo público, que bater em branco pode?

Pois agora avançamos.

A simples notícia do lançamento de um livro sobre o tema, Divisões Perigosas: Políticas Raciais no Brasil Contemporâneo, publicado pela editora Civilização Brasileira, fez com que seus organizadores começassem a sofrer ameaças. A obra traz 34 artigos que, no conjunto, questionam a racialização em curso no país. Atacam principalmente a idéia de que o preconceito racial é que define as desigualdades sociais. Imediatamente surgiram, na internet, textos que falam em guerra, sugerem ações organizadas no dia do lançamento do livro e chamam de “escravos” dois dos autores, que são negros e militantes do movimento, mas têm opinião própria. “Eu estou com medo”, diz a antropóloga da UFRJ Yvonne Maggie, que está entre os organizadores.
A discussão sobre as cotas vem gerando uma crescente exasperação. Em uma reportagem sobre o tema no jornal O Estado de S. Paulo, na semana passada, o antropólogo Júlio César de Tavares, militante do movimento negro, pregou a violência física. “Chega um momento em que o diálogo se esgota”, disse. “Acho que o racista na rua tem de apanhar.” Frases assim são ainda mais assustadoras quando encontram respaldo no governo. Em março deste ano, a ministra Matilde Ribeiro, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, puxou o coro da intolerância em entrevista à BBC: “Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco”, disse. Com manifestações desse tipo e ameaças cifradas, quem perde são todos os brasileiros. Sem distinção de cor.

Pois é. Engraçado isto. Eu também acho que racista tem que apanhar. Mas da lógica, não do meu esforço muscular. Se estas ameaças não forem simples publicidade ao livro, então é hora de pensar antes de, como sempre, correr com as políticas públicas porque o “povo tem pressa” (= “eu tenho pressa de maximizar o número de votos para me reeleger”).

Raça não existe. Mas racismo existe. Claro. E fascismo também. As ameaças, se verdadeiras, são um exemplo de que fascimo e socialismo e outros “ismos” ainda estão bem vivos e fortes entre alguns criminosos.

Entre a lógica do debate e a emoção, prevaleceu a tal “praxis” marxista, aquela que emociona e que é anti-neoliberal, né?

Claudio

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O futuro da economia

Robert Axtell has spent a large portion of his career trying to figure out why people do the things they do. But he’s not a psychologist. He is a social science scholar, and he and his research team at Mason’s Center for Social Complexity (CSC) build computer models that simulate large numbers of people interacting.

“Interactions could be social, financial or political. It’s very hard to render those models mathematically,” he says. “It’s not easy to summarize the functionality or the performance of the simulation groups in numbers or graphs. Often what we’ll try and do is depict the entire market as it emerges.”

Axtell is one of the leaders in this field of research. In 1996, Axtell cowrote a seminal work on artificial societies titled “Growing Artificial Societies: Social Science from the Bottom Up,” with Joshua Epstein of the Brookings Institution. In the book, Axtell and Epstein present a computer model with which they begin to develop a bottom-up social science in a land known as Sugarscape.

As various changes in environment or agents are introduced, data on differing outcomes are produced. What the authors found is that “fundamental collective behaviors such as group formation, cultural transmission, combat and trade are seen to emerge from the interaction of individual agents following a few simple rules.”

Claudio

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