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Incentivos errados

Nem sempre metas são um bom incentivo. Ou melhor, não se deve pensar em um único incentivo como sendo “o” incentivo…

Trecho:

Nippon Life Insurance Co., the nation’s largest life insurer, uncovered at least 100 dubious and fictitious contracts, most of which were created by sales staff trying to reach their quotas, sources said.

The salespeople were under such heavy pressure to meet sales targets set by management that they even paid the premiums on behalf of the insured, the sources said.

Such activities could violate the Insurance Business Law.

Claudio

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Lá vamos nós de novo

Nariz Gelado chama minha atenção para mais um “ato patriótico” do governo atual (sem que haja um único terrorista no Brasil, exceto, talvez pelo “protegé” de alguns, o padre das FARC…).

Onde está a tal “direita” brasileira, que dizem estar embaixo da mesa, atrás da geladeira, etc, que não está fazendo barulho pelas liberdades individuais? Simplesmente não está porque não existe (ou é muito pequena perto dos amantes da obesidade estatal da “direita” ou da “esquerda”).

Claudio

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Uma microfábula do poder ou “Como a Teoria dos Jogos pode te poupar de certas situações constrangedoras”

Se os jogadores percebem que um deles sempre se submete a chantagens, qual o resultado natural deste jogo? Ora, todos sempre vão chantageá-lo. Observe, assim, este trecho sobre o que disse um jornal paraguaio hoje:

Em palavras duras e exacerbado tom nacionalista, o jornal insiste que a situação injusta “conduz à violência”: “Os povos jamais esquecem as injustiças a que são submetidas pelas nações mais poderosas, e mais cedo ou mais tarde fazem valer suas reclamações, como no caso do Canal do Panamá, reconquistado pelo Panamá à força”.

“Um exemplo recente que o presidente Lula conhece bem é o caso da Bolívia, um país pobre e indefeso que graças à coragem e patriotismo de seus atuais dirigentes conseguiu multiplicar o preço irrisório que Brasil e Argentina lhe pagavam por seu principal recurso, o gás natural.”

Não é muito difícil notar que nossa política externa é a responsável pelo clima que o jornal tenta difundir no Paraguai. Perfeitamente racional, conforme prevê a Teoria dos Jogos. Agora, se você sabe disto, e se você não quer ser vítima de chantagens todos os dias, o que você faz? Bem, eu não sei ao certo. Mas aposto que seria algo bem diferente do que se vê no noticiário nacional.

Claudio

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A mesma tecnologia, mas com diferentes relações de custo-benefício quanto ao bem público?

Eis um caso para se pensar.

A Japanese language report from Record China reveals that a mere month after China launched its version of the Japanese shinkansen with much fanfare, an inspection has revealed quite a bit of theft and vandalism in the train cars. The damage is particularly bad in the trains’ bathrooms, which seem to be missing some of their fixtures. Paper holders, faucet sensors, and temperature control knobs have been carried off by passengers.

Eu aposto que o sistema de incentivos é diferente nos dois países.

E, melhor ainda, aposto que no sistema socialista chinês, o cuidado com o bem público é menor do que no sistema capitalista japonês. Tal qual como no caso da destruição do meio ambiente na era socialista: muito maior no leste europeu do que no mundo dito neoliberal e excludente.

Independente do caso específico do trem, eu aposto que, em geral, vale a explicação dos incentivos.

Claudio

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Você diria que esta editora pratica “preço predatório”, ou acha que ela se beneficia do sistema de livre mercado capitalista?

A editora consegue ofertar livros de bom acabamento, com design moderno, a preços em média 70% abaixo dos praticados pelas concorrentes. Essa proeza foi alcançada graças aos dois pilares principais do ousado empreendimento. Primeiro, a produção a preço de custo de livros que atendem à demanda de formação e conhecimento das organizações sociais. Outro fator importante é a distribuição direta em cerca de 200 pontos de venda próximos a essa fatia específica de consumidor.

Na minha opinião, a editora se beneficia do sistema de livre mercado e, digo mais, do capitalismo.

Não é interessante como o discurso bolivariano não resiste a um dia longe das torres de marfim?

Claudio

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