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E os livros novos chegaram – II

Pois é. O outro é este. Tem artigos do prof. Pastore. Por default, eu gosto. A passada de olhos confirma as expectativas. O comentário ao artigo é do FHB. Pronto. Já valeu a compra. E ainda tem Eliana Cardoso, Albert Fishlow um anexo muito útil do José R. da Cunha.

Ou seja, como diria o Leo: “não li e já gostei”.

Bom, e ainda falta mais um livro.

Claudio
p.s. Cleo, acho que agora você vai ficar feliz com a página. Este negócio de “paia” não “rola” aqui não, “véia”. Morou? Opa. Morou é da época do…

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E os livros novos chegaram

Só li, superficialmente, um deles. Confesso que não gostei muito. Esperava mais (não vi, na hora da compra, que só tinha três capítulos, sendo o primeiro e o último, praticamente, uma introdução e uma conclusão). Ainda prefiro a análise do meu amigo Marcos Mendes no livro sobre Gasto Público.

Os dois livros eu comento depois, assim que passar os olhos. A lista de novos livros destes últimos dias está extensa. E não há tempo que chegue.

Mas você já sabe que o mais divertido é o Febeapá, reeditado. Stanislaw tinha um viés curioso: preferia acreditar que era possível ter governantes angelicais (sempre critica a mudança de incentivos e pensa na mudança de preferências). Talvez, hoje em dia, com a distinção entre trabalho qualificado e não-qualificado, possamos resgatar um pouco do que ele propôs em suas hilárias crônicas.

Bom, isto é assunto para outro dia. Por enquanto, o texto do André sobre a infidelidade das torcidas é o campeão de audiência do blog.

Claudio

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A “Discovery Kids” da Palestina é realmente um terror

Acho engraçado que alguém tenha a cara-de-pau de me falar em “controle social da informação” por parte do governo após assistir isto.

Criança não é barril vazio para você encher de ideologia. Ponto.

Claudio
p.s. não me venha com esta de que todos os governos fazem isto. Ninguém me ensinou, na era militar, nomes de secretários do governo soviético e nem disse, em alto e bom tom (irônico) que, sei lá, Stálin estava morto. Claro, você sempre pode mudar de canal. Mas será que você pode fazer isto em certos países?

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Aviso aos alunos

Dado o problema do nosso sistema acadêmico, não pude, nos últimos dias, publicar os arquivos com listas (“fichas”, para Bárbara e Cleo) e outros materiais relevantes das matérias que leciono. Provisoriamente, estarei fazendo o “upload” dos mesmos em http://shikida.net.

Eu iria avisá-los, mas após dizerem que consertaram a publicação de arquivos, verifiquei que não consigo, agora, publicar recados para vocês.

A única desvantagem é que só posso fazer o “upload” de minha casa (vocês sabem como é o “firewall” da instituição, certo?). Então, ou isto ocorre de manhã, bem cedo (entre 5:30 e 6:00 da manhã) ou à noite (digamos que das 21:00 até quando Deus quiser).

Claudio

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Futebol e Economia Política

Depois de um fim de semana de decisões pelos campeonatos estaduais essa notícia não deixa de ser interessante. A história é a mesma: um distrito que reclama dos baixos investimentos da administração municipal vê um grupo de lideranças locais tentarem motivar uma campanha pela emancipação.

Você pode pensar que esse grupo emancipacionista pretende melhorar as condições locais e entende que a criação de um novo município é a forma adequada para isso. Por outro lado, você pode pensar que esse grupo percebe no novo município a oportunidade para capturar velhas rendas. Afinal, um novo município possui também câmera de vereadores, prefeito, vice e secretários.

Ok, mas o que eles não poderiam esperar era que o futebol acabasse com o sonho do novo município. Leiam a notícia abaixo do dia 06 de maio de 2007 do Diário Popular.

CURIOSIDADE
Em 1994, um grupo de moradores da Z-3 deu início a uma campanha a favor da emancipação política de Pelotas, a exemplo do que ocorria em Arroio do Padre. A iniciativa, todavia, esbarrou no time de futebol da colônia, o Marítimo. Campeão do Campeonato Colonial de 1993 o clube ficaria proibido de disputar o torneio (no qual jogam apenas clubes de Pelotas) caso a colônia se emancipasse. A indignação popular com a possibilidade foi tão grande que os emancipacionistas deixaram a idéia de lado.

André

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Vai demitir professores, prefeito?

Esta é uma pergunta que me faço ao ler isto.

Professora de Ciências em uma escola da Zona Oeste, P. já se prepara para a queda no número de presenças.

– Acredito que muitos alunos vão apenas para as aulas que os agradam. Quem gosta de Educação Física, Geografia e História não vai se submeter a acompanhar uma aula de Física regularmente.

Para G,, professor há 30 anos, o principal problema da resolução da prefeitura é o risco de formar uma geração que não saberá lidar com as responsabilidades.

– Quando se tem 13, 14 anos, a principal responsabilidade do estudante é com a escola. Se agora eles não têm mais que se preocupar com o aprendizado, correm o risco de crescer acreditando que tudo pode ser conseguido sem esforço.

Será?

Claudio

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Keynes estava certo, mas a medicina moderna adia, cada vez mais, nosso “longo prazo”

Ademais, não devemos nos limitar a análises de curto prazo, seja porque, com os avanços da medicina, poderemos estar vivos no longo prazo, ou porque, mesmo que não o estejamos, nossos filhos e netos, certamente, estarão. Deixar a conta para que eles paguem é profundamente imoral!

Falou e disse, Ubiratan!

Claudio

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O custo de oportunidade do tempo

Notícia em itálico, com meus comentários intercalados.

A Rua Oscar Freire, na zona oeste de São Paulo, é famosa por hospedar marcas como Calvin Klein, Tommy Hilfiger e Victor Hugo, acessíveis somente à classe mais abastada. E, ao que parece, tornou-se conhecida também pela Zona Azul facultativa.

Humm…então a classe mais abastada é quem criou a Zona Azul “facultativa”? Vejamos.

Acostumados com as mordomias do serviço de valet em restaurantes, bares e até dentro do shopping, os clientes aderiram em massa ao auxílio dos manobristas nas duas quadras da Oscar, entre as ruas Bela Cintra e Augusta. Os motoristas deixam as chaves e a preocupação com possíveis multas dentro do carro e seguem para as lojas.

O repórter parece não gostar do serviço de “valet”. Eu, por mim, adoro. Mas vamos lá. Existe um problema de tempo para se achar vagas na região. O que acontece? Surgem os membros das “classes não-tão abastadas para ofertar um serviço informal.

Durante dois dias em março, mais de 50 veículos foram flagrados, em diferentes horários sem cartão de Zona Azul, uma infração leve que retira três pontos da carteira de habilitação e R$ 53 da conta bancária. Em um terceiro dia, a reportagem voltou ao local, dessa vez como potencial cliente das marcas.

A abordagem foi rápida. “Você vai às lojas? Eu trabalho aqui, você deixa o carro com a gente e me dá uma caixinha depois”, iniciou o manobrista. “Tá, mas eu preciso comprar o cartão de Zona Azul antes”, respondeu a repórter. “Não precisa, eu tenho aqui, se passar (o fiscal da CET) eu coloco para você”, disse o funcionário.

Será que a reportagem topou?

Segundo ele, duas lojas o pagam pelo serviço. Em ambas, vendedores confirmaram a história. Nas ruas, outros manobristas contam que guardam de quatro a cinco carros por vez. Clientes também admitiram usar o serviço, e muitos não se preocupam em achar uma vaga: param em fila dupla em frente a um dos muitos pontos de valet, local onde também esperam o carro quando terminam as compras.

Um vendedor ambulante de cartões de Zona Azul que trabalha próximo dali diz que as duas quadras, quase nunca com vagas disponíveis são pouco visitadas por fiscais.

O vendedor ambulante não é bobo. Fez pesquisa de mercado (provavelmente fez “networking” com alguns fiscais também…) e sabe muito bem onde pode ou não exercer sua atividade.

A CET informa que sete agentes patrulham a região diariamente em regime normal, e que eles multam todos os carros em situação irregular. Até o início de abril, 177 multas foram aplicadas na rua. “Mas era para ser 177 multas por semana desse jeito”, afirma a presidente da Associação dos Lojistas da Oscar Freire, Rosângela Lyra. Embora a Associação não tenha poder de exigir das lojas a proibição da atividade irregular, ela afirmou que vai pedir maior fiscalização da CET para coibir a prática.

Será que este número está correto? Será que existe interesse dos lojistas em coibir a prática? Estas perguntas ficam para o leitor.

Claudio

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Quem vai ficar com o dinheiro do ditador?

The South Korean government is considering letting the state-run Export-Import Bank of Korea handle North Korea’s recently unfrozen US$25 million from a Macau bank before they go to a third country. That would put Seoul in an awkward position since handling the funds could be seen as helping North Korea launder money from illicit activities ? the reason global banks have been squeamish about touching the money despite the lift of the freeze.

Claudio

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Pessoas são racionais (evidência n.344.671.455.901,34)

Será que os japoneses são um povo que não segue a teoria econômica? Será que a “cultura” importa mais do que os incentivos? Vejamos esta notícia:

The law conceived in 2004 mandates a 50-50 division of family assets, including the husband’s pension. In its first weeks, the change has set off a ripple of complaints and inquiries to the Okinawa Social Insurance Office. The office handled only 27 queries in March, but saw the number jump to more than 200 in April.

Ok, vejamos mais:

“She’s not been working at all, so I shouldn’t divide my pension money to her. Since she’s divorcing me, why should I give my money to her?”

E, claro, alguns números:

There were 3,902 divorces in 2001, according to Okinawa government figures, but that number dropped to 3,667 last year. Officials say they suspect the drop was because “wives are now waiting until the husband becomes eligible for retirement before they file for divorce, so they get half the pension money.”

Ou seja, o número de divórcios caiu, dizem os burocratas, porque as esposas apenas aguardam para que os maridos possam ter um plano de aposentadoria. Por que? Para que possam abocanhar um pedaço da grana.

Budismo? Xintoísmo? Relativismo cultural? Tudo bullshit. O negócio é maximizar o valor presente da riqueza.

Claudio
p.s. acho que já comentei esta notícia aqui, mas vale o repeteco.

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Os diamantes são eternos, mas a propriedade sobre eles muda que é uma beleza!

Pictures recorded by X-ray scanning machine showed that the diamond ring of a German tourist disappeared after it entered the machine at Suvarnabhumi Airport on April 24.

That 2.5-karat diamond ring worth about worth about Bt500,000 belonged to a German tourist, Dr Richard Chrobop.

Piyarat Donbandit, 34, who is a relative to Dr Chrobop represented him in lodging a complaint with police. She said the German tourist put his waistcoat and other possessions, including the ring, into a basket to pass the scanning machine at the departure exit. But when the basket went out from the machine, the ring disappeared.

Claudio

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