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Hirohito e os criminosos de guerra

Emperor Hirohito was discontent with Yasukuni Shrine’s enshrining of Class-A war criminals and concerned about disputes with other parts of Asia over history, according to excerpts from the diary of a close aide released Thursday.

Claudio

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E no Brasil?

O post abaixo critica as credenciais de um político com Ph.D. da Universidade de Illinois. Aqui segue talvez um caso mais grave, que exemplifica como a politicagem nas universidades leva ao pior dos mundos. Uma picareta do MIT que fez carreira burocratica e chegou a admissions dean foi desmascarada. Ela falsificou seu c.v. colocando títulos que nunca obteve. Impressionante que tenha chegado a dean no MIT. Curiosamente, ela não colocou no c.v. o único título verdadeiro que tem: doutorado em 171.

E no Brasil? Tem também? Se tem, e como aqui o governo acha que pode regular até o número de alunos em uma sala, então temos um governo bem ineficiente. O que nos leva à ladainha de sempre.

Claudio
p.s. o que ela fez não é só feio. É imbecil.

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Crime hediondo

Nove mil garrafas de cervejas com a marca adulterada foram apreendidas na zona norte de São Paulo, na quinta-feira, 26. Uma denúncia anônima revelou a suposta farsa. Segundo o delegado titular do 33º Distrito Policial – de Pirituba, Jair de Castro Vicente, o dono de duas adegas trocava os rótulos e tampinhas originais das garrafas de bebida de qualidade inferior, pelos das marcas Skol e Brahma.

Pelo menos eu não bebo cerveja destas marcas.

Claudio

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O custo social dos juízes

João Carlos da Rocha Mattos era um magistrado muito bem-informado. Foi preso na Operação Anaconda, em 2003. O relato mais completo das acusações a que responde está no livro “Juízes no Banco dos Réus”, de Frederico Vasconcelos. Rocha Mattos tinha um costume especial: fazer dossiês sobre seus colegas, para eventualmente usar como instrumento de pressão.

Há quem considere que o juiz prisioneiro quer ganhar uma sobrevida e, para isso, lançou mão de artifício que já adotou em outras ocasiões. No início dos anos 90, quando o então presidente do Tribunal Regional Federal (TRF), desembargador Homar Cais, apurou denúncias contra Rocha Mattos, ele começou a elaborar dossiês sobre seus desafetos.

Tais dossiês trazem detalhes da vida pessoal de magistrados, mas nunca houve indicação efetiva de provas de corrupção ou esquemas nos tribunais. Muitas vezes, no depoimento que prestou em 20 de janeiro, Rocha Mattos protegeu-se no surrado “ouviu dizer”. Para desembargadores, o magistrado “quer apenas tumultuar”.

Um dos investigados pela Operação Hurricane, informa hoje o noticiário, teria costume semelhante:

A análise de documentos apreendidos pela Polícia Federal na Operação Hurricane confirma o que o desembargador José Eduardo Carreira Alvim, preso na última sexta-feira, havia anunciado na carceragem da PF no Rio de Janeiro: ele colecionava dossiês com dados que desabonariam pelo menos quatro de seus colegas no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região).

Para a Polícia Federal, Carreira Alvim, que na ocasião era vice-presidente do TRF-2, pretendia usar a papelada para pressionar os colegas a votarem em seu nome para assumir a presidência do tribunal.

Ao mesmo tempo, ainda conforme a polícia, quando soube que estava sob investigação, Alvim teria distribuído os documentos a um grupo de jornalistas. Com isso, diz a PF, pretendia preparar uma versão em caso de ser preso. O desembargador iria atribuir a ofensiva à sua disposição de denunciar irregularidades que teriam sido praticadas por seus colegas de tribunal.

Claudio

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Loucura total

O presidente do Equador, Rafael Correa, ordenou na quinta-feira, 26, a expulsão do representante do Banco Mundial no país. Correa enviou uma carta ao funcionário Eduardo Somensatto, declarando-o “persona non grata” no país.

O governo acusa o Banco Mundial de suspender um empréstimo de US$ 100 milhões ao país em 2005, quando Correa era ministro da Economia.

É a era neo-socialista em toda sua plenitude.

Claudio

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