Uncategorized

Chegou o dia

Dia 21 de abril -XI Festival de Comida Japonesa
Horário: 17:00 – 23:00
Telefone: 3428-3199 ou 3428-1690

Ingresso: Levar 1 kg de alimento não perecível (para pessoas acima de 12 anos)

Endereço: Rua Dom Lourenço de Almeida, 535, Nova Cachoeirinha. (Onibus: 4205, Ermelinda – Salgado Filho)

Observações:

1. Sim, a maior parte da comida é da culinária “quente”.
2. Sim, tem cerveja.
3. Sim, tem sakê.
4. Sim, tem venda de artigos diversos.
5. Sim, tem danças típicas, músicas japonesas e músicas folclóricas japonesas.
6. Sim, é bom chegar mais cedo para estacionar o carro perto do local.
7. Não, eu não ganhei comissão para fazer esta propaganda. Desta vez, é de graça.

Claudio

Continue lendo “Chegou o dia”

Uncategorized

O governo ajudando a desenvolver o mercado

Veja só este projeto do governo japonês. Nem todo governo consegue fazer porcaria o tempo todo. Claro que nossos hipócritas que viajam para Miami e discursam sobre Cuba não gostarão disto mas, ei, isto é problema psicopático deles.

Claudio

Continue lendo “O governo ajudando a desenvolver o mercado”

Uncategorized

Custo do crime aumenta no Japão

A Casa dos Representantes aprovou na quinta-feira o projeto de lei que pretende diminuir a idade mínima de envio de jovens delinqüentes para reformatórios de 14 anos de idade para 12.

A polêmica medida para revisar a Lei Juvenil, introduzida pelos partidos de coalizão do governo, deverá ir para a Câmara dos Conselheiros para deliberações. Depois, poderá ser levada para aprovação durante a atual sessão da Dieta em até 23 de junho.

Com a mudança na legislação, mesmo estudantes primários poderão ser levados para reformatórios em casos de delinqüência juvenil. O projeto de lei também permitirá que a polícia investigue jovens menores de 14 anos e que expanda os poderes de monitoramento sobre eles.

A revisão da lei foi proposta inicialmente pela Dieta em 2005, após o registro de uma série de crimes cometidos por menores de 14 anos. Advogados e defensores dos direitos das crianças se opõem à mudança alegando que outros recursos jurídicos poderiam ser usados ao invés de mandá-las a locais de vigilância.

Claudio

Continue lendo “Custo do crime aumenta no Japão”

Uncategorized

Bush, o poluidor

Uma boa manchete seria: “Bush e Lula querem poluir o ar”.

Switching from gasoline to ethanol — touted as a green alternative at the pump — may create dirtier air, causing slightly more smog-related deaths, a new study says.

Nearly 200 more people would die from respiratory problems if all vehicles in the United States ran on a mostly ethanol fuel blend by 2020, the research concludes. Of course, the study author acknowledges that such a quick and monumental shift to plant-based fuels is next to impossible.

Each year, about 4,700 people, according to Jacobson, die from respiratory problems from ozone, the unseen component of smog along with small particles. Ethanol would raise ozone levels, particularly in certain regions of the country, including the Northeast and Los Angeles.

“It’s not green in terms of air pollution,” said study author Mark Jacobson, a Stanford University civil and environmental engineering professor. “If you want to use ethanol, fine, but don’t do it based on health grounds. It’s no better than gasoline, apparently slightly worse.”

His study, based on a computer model, is published in today’s online edition of the peer-reviewed journal Environmental Science and Technology and adds to the messy debate over ethanol.

Farmers, politicians, industry leaders and environmentalists have clashed over just how much ethanol can be produced, how much land it would take to grow the crops to make it, and how much it would cost. They also disagree on the benefits of ethanol in cutting back fuel consumption and in fighting pollution, especially global warming gases.

Leia tudo (o link para o artigo está lá, bem como críticas).

Claudio

Continue lendo “Bush, o poluidor”

Uncategorized

A Justiça como justiça

A síntese
Alencar antecipou o conteúdo da sentença na noite do dia 16, certo? Certo. Lendo a reportagem, vocês ficam sabendo que:
1- Os advogados da Abril e de Diogo tentaram obter cópia da suposta sentença na manhã do dia 17. Não havia sentença coisa nenhuma;
2- O escrivão Valmir Ascheroff afirmou que não poderia haver sentença já que a defesa dos réus acabara de ser anexada ao processo; era impossível;
3- No mesmo dia, mais tarde, os advogados, então, pedem cópia de TODO O PROCESSO para ter a prova da inexistência da sentença;
4- O escrivão, então, diz que, vejam só, acabara se surgir uma sentença, MAS QUE NINGUÉM PODERIA VER O PROCESSO;
5- Os advogados da Abril e de Diogo, em companhia do PRESIDENTE DA OAB-RJ, Wadih Damous, protestam ao desembargador Luiz Zveiter, PRESIDENTE DA CORREGEDORIA DE JUSTIÇA, que DERTERMINA a liberação imediata da sentença;
6- Ela tem a data do dia 17 — e com celeridade extrema, certo?, já que é a mesma data em que a defesa foi anexada aos autos. Kennedy sabia de tudo um dia antes;
7- Kennedy divulgou a versão de que recebeu uma dica, digitou o número do processo e obteve a sentença, que teria data do dia 3 de abril. O juiz a teria mandado divulgar por engano — ao perceber, mandou retirar do ar. Sortudo, só o repórter teve acesso ao conteúdo;
8- Veja ligou para o Tribunal de Justiça: 21- 3133-2000. Falou com a assessora de imprensa, Simone Araújo. A pergunta: a sentença do juiz esteve disponível na Internet, ainda que por algum tempo, no dia 16? Resposta: “Não vamos responder a esta pergunta”;
9- Kennedy afirma que a sentença é do dia 3 de abril. Notável. No texto, o juiz Wajzenberg faz alusão a um documento que foi anexado pela defesa apenas no dia 10 de abril. A ser verdade, há um novo tipo mutante no Brasil. Jornalistas adivinham sentenças que ainda serão redigidas, e juízes adivinham documentos que ainda serão entregues.

A reportagem desta semana sobre o assunto termina assim:
“Tudo isso cria uma situação inusitada. Se Kennedy Alencar falou a verdade, o juiz Wajzenberg prejulgou o caso contra a Editora Abril e contra o colunista Diogo Mainardi. Se mentiu… A Editora Abril já solicitou à Corregedoria de Justiça a apuração do caso. Kennedy Alencar é um jornalista fiel. Ele foi porta-voz de Lula, entre abril de 1994 e julho de 1995. Amigo de Franklin Martins, Kennedy Alencar demonstra uma atração fatal pelo colunista Diogo Mainardi. Vasculha obsessivamente sites dos tribunais atrás de decisões sobre o colunista de VEJA. Que vocação!”

Claudio

Continue lendo “A Justiça como justiça”