Uncategorized

Entrega de (projeto de) monografia


Fonte: PhD Comics.

Claudio

Continue lendo “Entrega de (projeto de) monografia”

Anúncios
Uncategorized

Divulgação

Prezado amigo,

o Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista (CIEEP), em parceria com Centro Cultural Candido Mendes, apresenta o I CICLO SOBRE PENSAMENTO ÉTICO, POLÍTICO E ECONÔMICO, em três módulos que podem ser cursados separadamente. Cada um dos módulos, composto por dez aulas ministradas por especialistas no tema, abordará os autores e as correntes intelectuais que mais influenciaram os rumos históricos e culturais da Civilização Ocidental.

O primeiro módulo do curso é dedicado a Antigüidade Clássica e a Idade Média. Os pensadores da Idade Moderna serão tema das aulas do segundo módulo. Finalmente, o terceiro módulo abordará os autores do Período Contemporâneo.

O I CICLO SOBRE PENSAMENTO ÉTICO, POLÍTICO E ECONÔMICO é uma grande oportunidade para entrar em contato com as idéias que até hoje influenciam os rumos da sociedade, dando aos participantes uma visão interdisciplinar da cultura, da economia e da política. Professores de diversas áreas e de importantes instituições de ensino brasileiras apresentarão de forma didática diferentes temas de Filosofia, História, Direito, Economia e Ciências Sociais.

Maiores informações sobre o curso podem ser obtidas no seguinte endereço:
http://www.cieep.org.br/index.php?page=ciclopensamentoetico

Solicito que divulguem o evento para sua lista de amigos.

Agradeço a atenção e me coloco a disposição para maiores esclarecimentos.

Atenciosamente,

Alex Catharino,
Vice Presidente Executivo & CEO
Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista
http://www.cieep.org.br

Claudio

Continue lendo “Divulgação”

Uncategorized

Dá PACreditar?

“Já me arrisco dizer que o Brasil ingressou em um ciclo de crescimento sustentado e que demos os primeiros passos neste ciclo de longo prazo. O Brasil pode, sem dúvida, almejar crescer acima de 4% nos próximos anos”

Você diria isto se:

a) o seu contador descobrisse um erro e o corrigisse, gerando um resultado melhor
b) a sua economia passou por um ciclo completo de reformas, incluindo os desafios da previdência e tributário
c) os seus estatísticos e economistas são tão bons que já criaram um indicador antecedente oficial tal qual o do NBER
d) um passarinho verde te contou
e) nenhuma das respostas acima

Há um gabarito para isto. E eu sou prudente. Não arriscaria a dizer isto só porque acho que o contador refez as contas com nova metodologia.

Será que o mendigo da esquina já foi avisado da mudança no cálculo do PIB? Alguém tem que informá-lo para que ele também participe deste Brasil, um país de tolos.

Claudio

Continue lendo “Dá PACreditar?”

Uncategorized

DJ Claudio

Música tradicional de Okinawa (= “Ryukyu”, de onde veio a corruptela “leque” dos portugueses, segundo nos conta o falecido jornalista José Yamashiro em algum daqueles livros da minha biblioteca).

A música é Kagiyadefu e o artista é o Akira Uema, figurinha talentosa que sempre aparece no YouTube com alguma música típica de Okinawa.

Note que ele toca o “Sanshin” (versão “okinawense” do Shamisen japonês).

Só para quem curte.

Claudio

Continue lendo “DJ Claudio”

Uncategorized

Que inveja!

Where are the economic historians?

By Tyler Cowen on History

Read Eric Rauchway’s excellent post. Excerpt:

Economic history might have moved out of history departments for market reasons as well. If, to pursue economic history, you had to master technical skills that would make you eligible for an appointment in an economics department, you would probably prefer that to an appointment in a history department: economists get paid more because they’re eligible for employment in government and business as well as universities.

Some of the economic historians are coming to George Mason; this year we hired John Nye, Werner Troesken, and Gary Richardson. New hire Peter Leeson does some economic history as well. We’ve gone from a minor player in the field to a top department for economic history.

But will they be fun at lunch?

Aqui no Brasil, tem gente que amarela só de pensar em História ECONÔMICA. Ainda estão presos ao decorar de datas e/ou fatos. Mudar a cultura não é fácil porque, lembre-se, é difícil dar água para cavalo sem sede.

Claudio
p.s. se eu fosse bom de serviço, mandava meu currículo para a George Mason…

Continue lendo “Que inveja!”

Uncategorized

Outra provocaçao do Kendall

The arrival of the internet caused a large decline in both the pecuniary and non-pecuniary costs of accessing pornography. Using state-level panel data from 1998-2003, I find that the arrival of the internet was associated with a reduction in rape incidence. While the internet is obviously used for many purposes other than pornography, it is notable that growth in internet usage had no apparent effect on other crimes. Moreover, when I disaggregate the rape data by offender age, I find that the effect of the internet on rape is concentrated among those for whom the internet-induced fall in the non-pecuniary price of pornography was the largest – men ages 15-19, who typically live with their parents. These results, which suggest that pornography and rape are substitutes, are in contrast with previous laboratory studies, most of which do not allow for potential substitutability between pornography and rape.

Eis aí um bom argumento: para se ter menos medo da pornografia na rede. Para o Brasil, algo similar? Talvez o Ari, o André (ou mesmo o Leo) saibam me dizer.

Claudio

Continue lendo “Outra provocaçao do Kendall”

Uncategorized

Queria ver algo similar para o Brasil

An Empirical Analysis of Hollywood Liberalism
Todd D. Kendall*
The John E. Walker
Department of Economics

Hollywood plays an important role in the American political system, and forms an important branch of the mass media. I analyze the political contributions of a sample of 996 top Hollywood actors, directors, producers and writers, correlating them with demographic, family, and career success variables. I find that contributions flow overwhelmingly to left-of-center parties and organizations. I theorize about the causes of this bias, and argue empirically that, while demographic variables are not completely irrelevant, Hollywood liberalism is primarily a function of high, publicly visible incomes, and family connections. Neither religion nor birthplace effects seem to affect political activity in the film business.

Ainda é um texto para discussão, mas só a contribuição de Kendall para nossa compreensão acerca dos interesses subjacentes à esquerda gramsciana (?) norte-americana já vale a leitura.

E no Brasil? Será que é possível testar a mesma hipótese? Ou será que nossa cultura “bacharelesca” (que alguns chamam de “positivista”, embora não se tenha mega-ultra-maravilhosas bases de dados, como manda o ideário positivista) continua a pregar que “analisar dados não diz nada, o importante é o “feeling”, o “background” ou, quiçá, o “networking”?

Claudio

Continue lendo “Queria ver algo similar para o Brasil”

Uncategorized

Astrolomistas ou Econólogos

Nos anos passados havia uma discussão interessante na imprensa. Digo, pouco interessante, porque havia quase um consenso: “o Brasil não poderia crescer mais que 3 % ao ano”.

Bem, com o trabalho dos contadores…digo, com a nova metodologia do IBGE, temos…

PIB de 2006 passa de 2,9% para 3,7% com nova metodologia

Pena que o resto do mundo não adotou a mesma mudança metodológica. A comparação fica prejudicada até que os dados sejam avalizados pelas megaburocracias globais (Banco Mundial, FMI, etc).

E, claro, o divertido agora é ver todo mundo dizendo que o Brasil não cresce mais do que….4% ao ano.

É sacanagem, eu sei.

Claudio

Continue lendo “Astrolomistas ou Econólogos”

Uncategorized

Qualidade da elite cultural brasileira

Outro dia o Janer resolveu brigar com esta história bizarra de financiamento público de “cultura”. A primeira resposta veio em seguida, em contradição com a própria notícia veiculada na imprensa. Mas a segunda me fez pensar sobre o que é esta tal “cultura”.

Que o sujeito fique nervoso com críticas, eu entendo. Agora, a mensagem enviada ao Janer – por mais enganado que, hipoteticamente, Janer possa estar – é totalmente fora do escopo. Apelou, perdeu.

A impressão que fica é que a “cultura” é, como diria Marx, a aparência, não a essência. Eis aí o “fetichismo da mercadoria cultural”. É um mal que acomete muita gente, inclusive bolivarianos brasileiros.

Claudio

Continue lendo “Qualidade da elite cultural brasileira”