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Bons artigos

Se eu fosse você visitava este endereço.

Claudio

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O que têm em comum uma estudante de Relações Internacionais brasileira e um adolescente americano? Ambos foram notícia hoje


Fonte: Esta.

Isto no mesmo dia que noticiaram que um rapaz de 17 anos fez um micro-fusão nuclear em sua casa, nos EUA.

Deve ser o sistema educacional brasileiro o culpado pela nossa superioridade ante aos norte-americanos bobocas, não é?

Claudio

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Horóscopo, o décimo planeta e o chá das cinco

Um estudo do Centro de Estudos para Censos e Pesquisas, da Universidade de Manchester, descobriu que, pelo menos de acordo com as estatísticas de casamentos no Reino Unido, o amor não está escrito nas estrelas.

A pesquisa coordenada pelo cientista David Voas não encontrou qualquer vestígio de prova que justificasse a suposta afinidade entre signos prevista pelos astrólogos.

Leia o resto.

Claudio

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Ainda o racismo

Nariz Gelado foi ao ponto. Reinaldo Azevedo também. Até o pessoal da esquerda criticou (pode-se achar a crítica tímida, mas é uma crítica). Lá da civilização, um brasileiro, o Selva, ficou chocado. Da Filosofia, Tambosi também fez seus comentários. Uma rápida busca pelo Technorati mostra mais gente espantada. Por exemplo, O Coelho Branco, Resistência, o 1001 Gatos, Tempos Estranhos, Banalidades Raras, Sunga Verde, Macho Moderno, EPx., etc.

Pelo consenso, creio que não há como negar: alguém está no emprego errado. Ou então Ali Kamel errou e o certo seria dizer que “Nós (os negros) somos, sim, racistas”. Não acredito que Ali Kamel esteja errado (o livro, aliás, é excelente), mas a voz do povo não concorda com as idéias da dita senhora.

Ah, claro, esta rápida pesquisa me mostra como é legal encontrar tamanha quantidade de blogs com nomes criativos…

Claudio

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Você leu aqui antes

Presidente da Infraero não dá prazo para fim da crise aérea

Brigadeiro José Carlos Pereira avaliou que crise começou após o acidente da Gol

Ambas aqui.

Desde o início, o leitor deste blog sabia que a crise começou após o acidente da Gol. E, também desde o início, eu disse que este negócio não seria resolvido tão cedo.

Nem é preciso ser muito esperto para se concordar comigo: basta ser menos ideológico (= não-liberal ou preconceituoso) nas análises.

Enfim, nada de novo sobre o apagão aéreo do governo LLUULLAA.

Claudio

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Passeio rápido

Uma boa notícia aos que estudam no IBMEC-MG. Não é uma notícia nova, mas já explico. Em 2003, tive que lecionar um curso de História do Pensamento Econômico e descobri que não tínhamos o melhor manual da área, o “A History of Economic Theory and Method” dos “dois Roberts”: Ekelund e Hébert.

Desde então, nunca mais procurei o livro…até hoje. Acabo de encontrá-lo. Quem deseja estudar “Law & Economics” deveria ler o capítulo 3 do livro para entender o papel da competição entre sistemas legais e seus efeitos sobre o monopólio.

Muita gente na academia brasileira não conhece sequer a obra de Ekelund ou Hébert e, muito menos, o livro. Se você gosta do tema e sua escola não tem um único exemplar dele, eu te digo: aproveite a taxa de câmbio e compre. Vale muito a pena.

Claudio
p.s. sem referências que estou sem sala hoje. Vá ao tio Google.

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Filantropia oficial

Existe uma tese, cujo teste de hipótese nunca gera uma conclusão definitiva, que é a de que “a filantropia pública diminui a filantropia privada”. No fundo, o problema é de incentivos.

Quando se vê ONGs e faculdades acusadas de praticar “pilantropia”, é bom lembrar que elas fazem isto, segundo seus acusadores, para:

Para deixarem de pagar PIS, Cofins, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), a lei estabelece a aplicação de 20% da receita bruta na oferta de serviços gratuitos ou sociais. O espantoso é que, apesar de muitas descumprirem tais exigências, elas têm recebido autorização do CNAS para continuar funcionando. Segundo a radiografia do TCU, os conselheiros “procuram utilizar qualquer artifício” para que as entidades permaneçam como filantrópicos. Diz ainda que muitos “declaram-se amplamente partidários às entidades em detrimento da legalidade”.

Vale dizer, é difícil saber como seria a filantropia sem todos estes impostos, mas é claro que estes atrapalham a vida (dos donos) das entidades senão não haveria, pelo que se lê acima, irregularidades. Como funciona esta “pilantropia” oficial? O governo arrecada muito, digamos, hipoteticamente, 40% do PIB (isto sai do bolso dos futuros fundadores de ONGs e afins). Aí decide que é bom ter um gestor privado para parte desta bufunfa. Surgem ONGs e similares de olho nisto (algumas, quiçá, com informação privilegiada porque têm amigos no governo e sabem que serão criados incentivos para este ou aquele setor antes de sua efetiva criação) e, para que os donos das entidades tenham uma vida melhor do que a de um servo que paga impostos até não poder mais, criam-se ONGs com serviços imaginários (enganando o governo).

Mas tudo não começou porque 40% do seu dinheiro ia embora, coercitivamente, sem o prometido retorno em investimentos públicos? Pois é.

Não sei se haveria mais filantropia privada na ausência da carga tributária. Mas sei que o incentivo criado não é alvo de combate por parte de nossos valorosos burocratas e políticos. Então, pode prender gente destas ONGs “laranjas” que não vai mudar nada. Novas formas de fugir do fisco surgirão até o ponto em que alguém resolver entender que incentivos importam e, efetivamente, enfrentar os grupos de interesse estabelecidos com um incentivo socialmente melhor.

O que seria “socialmente” melhor? Fácil: um que gere o mesmo grau de filantropia com menor corrupção.

Claudio

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Gestão bolivariana

Você pode ler esta notícia como quiser. Para mim, é um claro exemplo de falta de gestão (obviamente, por resultados). Em um governo onde sindicatos mandam e desmandam (sexta-feira, por falar nisto, tem greve da Polícia Federal), gestão “por resultados” é vista apenas ideologicamente por líderes sindicais e pseudo-acadêmicos.

Segundo eles, “resultados” são ruins porque – sei lá de onde tiram esta mentira – não são “sociais”. Se uma empresa com vinte acionistas dá lucro, não seria “social” distribuir o lucro entre os vinte? Não, segundo este povo.

O ministro, subitamente, resolve engrossar (após meses visto na imprensa e por muita gente como alguém “deitado eternamente em berço esplêndido”) e bate na mesa. Aí o relatório vem e diz que a culpa é de fulano. Fulano diz que não tem verba e que a culpa é de beltrano. O ministro não é capaz de dizer se há ou não “greve branca” desde…o acidente do Gol-Legacy. Os controladores dizem que é só mudar para o controle civil (qual o sindicato deles?) que resolve embora todos culpem “o radar de Brasília”. Do lado dos militares, alguém fala e vai preso por insubordinação.

Nisto tudo, o clima da vez no discurso do governo é o PAC, o neo-estatismo e o tal “pensar grande/estrategicamente”. Há um setor estratégico na economia que nunca é citado: o setor consumidor. Afinal, consumidores não são importantes no mundo bolivariano. “Consumidor” cheira a “mercados livres” (o bolivariano tapa o nariz nesta hora). O que é bom para bolivariano é o “eleitor” ou, melhor ainda, o “militante”. Nada de “consumidor”.

O negócio, leitor, é pensar grande. Grande mesmo é o pepino que sobra para você, infelizmente.

Claudio

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Quem dá de comer pro militante adestrado de Castro?

Cuba, a fronteira final. Melhor sistema de saúde do mundo (segundo todos, menos Fidel, que precisou de um médico espanhol). Melhor socialismo bolivariano do mundo. E…péssimo produtor de alimentos.

Já foi um exportador de alimentos (coisa que deixaria os nossos defensores da “política industrial às custas de seu bolso” horrorizados). Hoje, importa alimentos.

Quem põe a minhoquinha na boca do passarinho? Descubra aqui.

É meu caro, este povo que vê em Cuba um paraíso tem que ser mais claro sobre o que, exatamente, quer dizer quando faz estes elogios em botecos, colunas de jornal ou mesmo em programas de televisão.

Claudio

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Latinos (aqui e lá)

* * Salazar é o maior português de todos os tempos, diz pesquisa

* Equipamento ficou um mês sem funcionar em Cumbica

Cá entre nós, se a esquerda bolivariana queria se vingar das Forças Armadas, o plano vingou.

Ah, sim, para não falarem que me esqueci do papel do estado na economia, aqui vai a última: Funcionário da Petrobras é suspeito de vazar informações

Em comum, nas três notícias, aliás, só mesmo o estado, esta entidade mágica que encanta a blogosfera não-liberal.

Claudio

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