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“Não, não é assim, economista, isto é um valor histórico”

Já ouvi frases como estas muitas vezes. Gente que justifica a exploração alheia com algum fato histórico neandertal que, sabe-se lá porque, é pinçado, floreado e nos é apresentado como um argumento “histórico”. Como se o argumento “histórico” fosse mais “poderoso” que o argumento “econômico”, “filosófico” ou, quiçá, “místico”.

Ok, vamos jogar sob as regras deles. Então, como mostra Rasmusen, devemos ser menos radicais na defesa do monopólio da coerção pelo estado.

Aposto que o próximo será o argumento “específico”. Funciona assim: você não sabe explicar o problema, não quer aceitar uma explicação superior, e apela para o famoso “aqui é diferente, não funciona como no resto do universo”.

A academia já teve uma relação menos problemática entre imbecis e pesquisadores. Hoje, dependendo de onde você está, é um problema argumentar sobre qualquer assunto.

Claudio

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