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Sugestão para todos os prefeitos do hemisfério ocidental: peçam acordo similar

O nosso continental economist está preocupado com o prefeito (bolivariano?) de Londres. Eu já estou mais tranqüilo. Adoraria ver todos os prefeitos do mundo ocidental solicitarem acordos similares com a PVDSA, com as mesmas condições.

Seria genial ver a estatal honrar tantos contratos.

Claudio

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Eu e Laurini também temos algo em comum…

…e não é a competência matemática. Ele é melhor. Mas ambos concordamos com o óbvio que se observa na ciência séria, principalmente quando se fala em Economia.

Devemos, sim, ler o bom e velho Adam Smith. Mas nunca nos esqueçamos do que é moderno. Como diz o Fábio, se os caras da matemática ficassem a ler apenas os “clássicos” da área (provavelmente alguma tábua de pedra com os escritos de Pitágoras, sei lá), nunca estaríamos a escrever num teclado de computador.

Boa, Márcio!

Claudio

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Etanol

Outro link para o estudo do Marcus Xavier (e mais este).

Marcus diz:

The study, released Feb. 15 by the Competitive Enterprise Institute, a Washington-based free-market-oriented think tank, concluded that the United States could not successfully replicate the Brazilian program where decades of subsidies and government mandates have made ethanol from sugarcane relatively cost-efficient.

‘Advocates of biofuel subsidies and mandates frequently cite Brazil`s experience with sugarcane-based biomass ethanol as a success story and model for increasing energy security,’ wrote Marcus Renato S. Xavier, a Brazilian economist. But ‘even in Brazil, where climate and labor market conditions favor ethanol production, ethanol is cost-competitive with gasoline only during periods when oil prices are high.’

Claudio
p.s. mais um aqui, outro aqui.

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A esquerda bolivariana mundial e o Banco Central

Eis a notícia.

Meu comentário é simples: suponha que você é destes que não liga para a independência formalizada do Banco Central, digo, escrita e lavrada em cartório, com o suporte legal que lhe é devido.

Se você não liga, então porque não rasga o contrato de compra de seu automóvel ou de seu apartamento? Se o que importa é o “na prática”, então não é só o Banco Central que deveria se submeter a esta regra, mas todos nós.

Ok, você não vai fazer isto e vai ficar meio bravo comigo, certo? Acha que no fundo eu queria tomar suas posses na porrada. Pois é assim mesmo que agem os detratores da independência do Banco Central em qualquer lugar do mundo.

Uma coisa é discutir a forma como se implementa a independência legal. Outra, muito diferente, é inventar historinhas para adiar indefinidamente a implantação da mesma.

É bom pensar antes de entrar nestas discussões com bolivarianos.

Claudio

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O desafio dos titãs

Antes dos deuses existiam os titãs. E eis um pouco mais sobre eles, de nossa excelente historiadora portuguesa, Leonor Freire Costa:

O secretismo dos contratos constituía um dos elementos atractivos da actividade seguradora de Amsterdão, e até inglesa, evitando qualquer forma de divulgação dos seus elementos para outrem que não as partes envolvidas, mesmo em situação de litígio. Uma discrição que atrasou a emergência de companhias seguradoras, conforme se pensou em instituir em 1628, em Amsterdão. Embora se generalizassem, tal como na Península, as câmaras de corretagem, a de Amsterdão, aprovada em 1612, gozou de fama pela pronta e imparcial resolução dos casos submetidos à sua apreciação e, acima de tudo, pelo secretismo de cada apólice negociada. Os consulados hispânicos, pelo contrário, cruciais na regulamentação e nos registros dos seguros marítimos, expunham-se a uma sistemática ingerência do Estado, estando-lhes implícita a função fiscal pelo imposto destinado à manutençãodas armadas de defesa das costas”. [COSTA, L.F. (2002) O transporte no Atlântico e a Companhia Geral do Comércio do Brasil (1580-1663). Lisboa: Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, p.229-30]

A história é sempre interessante, não?

Claudio

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Então o Bank of America resolveu ajudar os imigrantes ilegais

Bank of America’s announcement that it is offering credit cards to workers in the U.S. without a Social Security number drew sharp criticism from advocates of tougher restrictions on undocumented immigrants Wednesday and concerns from Homeland Security Department officials about identity theft.

E o que pensam os economistas? De Chicago, temos:

For University of Chicago finance professor Raghuram Rajan, the move for Bank of America was a “no-brainer.” It helps the financial services sector by expanding the market and it provides needed services that make immigrants’ lives more manageable, he said.

“Access to credit is really very important for the poor and underprivileged, and clearly illegal immigrants are part of that group,” he said. “Not only are you drawing them into the fold, but you’re making their life better and the life of others better because their money goes through the system.”

Nem Bush, nem democratas, mas simplesmente o Bank of America. É o setor privado dos EUA em mais um de seus bons momentos.

A notícia completa está aqui.

Claudio

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Incentivos importam…mesmo

Como diminuir o índice de motoristas alcoolizados?

A dica:

Urinals in the US state of New Mexico have a few words to say to drinking men before they zip their pants, leave bar restrooms and head for their cars: only drive if you’re sober. Electronic urinal inserts bought for a pilot program launched this week by the state department of transportation sense when someone is in position and then a female voice delivers a sultry warning not to drive drunk.

The message warns about the dangers of crashing or being caught by police and then playfully concludes with “Your future is in your hand.”

“The woman’s voice is flirtatious yet stern,” said Tom Trowbridge of the New Mexico Department of Transportation, which bought 500 Urinal Communicators from Long Island-based Wizmark Technologies for 22.50 dollars each.

The devices were distributed to bars and restaurants in the southwestern state.

Isto é que é privadinha sacana!

Claudio

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Economia comportamental

Even if we believe people do make systematic errors in evaluating how various choices will influence the appropriately defined measure of their “welfare,” we might not trust that the government or policy analysts would make better evaluations. Fro[m] this reason, it is consistent to believe both that people make mistakes and that government policy should (with a few exceptions) be based on the assumption that people’s actions and ex-ante predictions are the best guide to what is in their own interests.

Quem disse isso?

Claudio

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De que é feita a massa de manobra?

Another giant cynical expression of populism by Mayor Bernal

In another giant cynical admission, the Mayor of the Libertador District of Caracas, said today that he did not “recover” the Sabana Grande Boulevard earlier, because “it was not the momemnt to advance” and that it was only after “the consolidation of power by Hugo Chavez that he “started to rescue this urban space”.

Thus, in one sweeping statement, this cheap populist leader tells us exactly what is behind the silly revolution: It was Bernal that allowed the same urban spaces to be invaded and taken over by street vendors six years ago, in the name of populism, telling us how they deserved to earn a living and it was not humane to push them out. Today, six years later, when studies show street vendors no longer support the Government and Chavez has “consolidated his power” it is fine to remove them, also in the name of populsim.

Just another lesson in how fake the “love for the people” of the revolution is. In a few months, when the new Constitution needs to be approved, maybe the revolution will need the vote of the street vendors and will allow them back into these same urban spaces that today Bernal claims to love and desires be free of them.

Tem os militantes, a blogosfera bolivariana (ou que se diz “esclarecida e não ingênua como os malvados liberais, etc), e, bem, tem aquele pessoal que não tem acesso a computador e pensa que a blogosfera bolivariana a defende.

E tem mais, muito mais.

Claudio

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