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Músicas

Como sempre, uma breve sugestão musical. Hoje, Massako Mori.

Claudio
p.s. se você é mais “jovem”, fique com esta.

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Tema para um artigo ou uma monografia (DESDE que devidamente ampliado)

“Chantagem Atômica: A Econometria do Jogo de Kim Jong Il”
(c) todos os direitos reservados para Claudio D. Shikida

Pronto, dei a dica. Gostou? Então se vira que tu não és redondo. Eu vou tomar meu café: já fiz minha boa ação de hoje.

Claudio
p.s. a dica de bibliografia é um livro chamado “The Shadow of Power”, sobre Economia, Conflito e os tais “Estados-Nações”.

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Bananão Econometric Papers and Proceedings

O Avinash, do blog Economia das Bananas (link na coluna fixa aí ao lado), tem uma proposta indecente de prática econométrica em um comentário localizado, creio, em algum lugar aí para baixo.

Avinash, eu tenho um ou dois “empolgados alunos”. Há escassez de entusiasmo, creio, entre a turba discente que é obrigada, pelo menos por mim, a pensar (ao invés de decorar) aqui nestas terras de Carnaval Zero.

Na verdade, eu gostaria de ter um número N de alunos entusiasmados (N > 1,5 + – 0.02*sigma) – ahnnn, o curso que escolheram para si por, pelo menos, 4 anos? – à disposição para te oferecer :).

Mas não fique triste: a esperança morre, embora seja a última na lista dos falecimentos. Quem sabe não aparece algum desavisado? 🙂

Se alguma boa alma quiser ajudar Avinash, mande-lhe uma mensagem.

Claudio
p.s. Avinash, o Laurini é que é o “economista de programa” (he he he).
p.s. Econometria é fácil. Como diz o filho de dois anos do Ari: “É fácil, você consegue”.

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Kim Jong Il

Faz algum tempo eu escrevi alguma coisa sobre a chantagem atômica de Kim Jong Il. Hoje, após a evolução das negociações, eu estou fortemente convencido de que, sem querer, acertei na análise. Bom, o que fazer agora é algo que Kim Holmes analisa neste longo texto.

Kim Jong Il parece ter conseguido o que queria a um preço baixo, dado que o governo norte-americano parece estar evitando abrir mais uma frente de combate além de um possível conflito com o Irã.

Claudio

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Em breve, chips mais caros….ou não?

Eis a notícia.

O háfnio era desconhecido de quase todo mundo até o final de janeiro, quando a Intel e a IBM anunciaram microprocessadores mais rápidos e mais eficientes que podem ser construídos com esse metal.

E é esse elemento estável, portador do número 72 na tabela periódica, que responde pelo avanço que permitirá o desenvolvimento da próxima geração de microprocessadores. As fabricantes de chips planejam no futuro empregá-lo em todo tido de aparelho, de servidores a celulares.

Quando o elemento raro se tornar tão difundido, no entanto, não haverá o perigo de uma escassez de oferta? A questão atrai risadas entre especialistas. Não porque seja ridícula, mas porque a quantidade minúscula do metal usada para produzir bilhões de transistores é muito difícil de ser imaginada.

O excesso de procura (demanda) levará a uma escassez da quantidade ofertada? Se sim, como ficam os preços das ações de certas empresas? E o preço dos computadores?

Ok, eu sei que é economia elementar, mas não resisti a reproduzir o trecho acima.

Claudio

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Daute e Pedro…

…eu respondi no “post” errado, mas comentei ambos.

Claudio
p.s. Daute + Pedro + Atha…+ Camila (?) = 4. Pô, minha hipótese sobre o número de leitores-alunos do blog está certo. Ou eu falei que havia menos gente por aqui?
p.s.2. André Carraro, na folga, viajou no Carnaval. E Renato Colistete, em Roma, come os romanos. Ou algo assim. O Ari tá aqui ao lado, mas faz que não vê.

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Previsões e uma nota pessoal

Olha só, cara. Vou te contar uma coisa: sempre vejo alunos reclamando que o curso de Economia não tem prática, que não aprendem nada empírico, e tal.

Aí eu lanço um desafio simples, o das previsões econométricas (falei sobre isto em algum dos textos abaixo) e o silêncio surge.

Bom, um aluno resolveu encarar o desafio. Já passou pelo modelo dele e agora só falta fazer o texto dos cenários de previsão. Claro que vai ter lugar aqui neste blog.

Segundo ele, foram seis horas de trabalho.

Quer dizer, um aluno com base pior demoraria, digamos, dez horas. Mesmo assim, somando, não dá um turno de trabalho (dez horas, faça-me o favor…no trânsito paulistano vale mais a pena ficar adiantando as coisas do dia seguinte, né Laurini? 🙂 ). Bagdá continua a ser bombardeada por terroristas, o Rio de Janeiro, bem, continua lindo e eu continuo com o mesmo número de cabelos brancos.

Conclusão: o curso de Economia (se bem estruturado) ensina teoria e econometria (para testar a teoria). Agora, se o sujeito não perder 6/24 horas de seu dia, ou 6/(24×5), se pensarmos nos dias úteis da semana, não adianta. Não vai aprender nada.

Fica aí minha primeira homenagem a gente como Márcio Laurini, Márcio Salvato, Roseli da Silva, Sérgio Kannebley, e outros que, em momentos diferentes da minha formação (juntamente com os respectivos professores) sempre me mostraram que Econometria era, sim, muito importante. Digo, é.

Hoje, um aluno. Quem sabe quantos estarão mostrando que têm “garra” e “vontade de aprender” amanhã? Minha aposta está no número 5 (cinco alunos). A banca aceita apostas.

Claudio

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Renato Drumond, na mosca

Um discurso defende que os adolescentes são irresponsáveis demais para fazer sexo, mas que devem responder judicialmente por crimes cometidos.

Outro discurso defende que adolescentes são plenamente responsáveis para fazer sexo, mas que não podem responder penalmente como adultos.

Os dois discursos pecam em não conseguirem equalizar liberdade com responsabilidade. O primeiro nega liberdades que um indivíduo responsável por seus atos deveria possuir. Os deveres excedem seus direitos. O segundo permite liberdades de um indivíduo cuja responsabilidade é cobrada de maneira reduzida. Os direitos excedem seus deveres.

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Claudio

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Verdade?

Robin Hanson pergunta:

How does the distribution of truth compare to the distribution of opinion? That is, consider some spectrum of possible answers, like the point difference in a game, or the sea level rise in the next century. On each such spectrum we could get a distribution of (point-estimate) opinions, and in the end a truth. So in each such case we could ask for truth’s opinion-rank: what fraction of opinions were less than the truth? For example, if 30% of estimates were below the truth (and 70% above), the opinion-rank of truth was 30%.

If we look at lots of cases in some topic area, we should be able to collect a distribution for truth’s opinion-rank, and so answer the interesting question: in this topic area, does the truth tend to be in the middle or the tails of the opinion distribution? That is, if truth usually has an opinion rank between 40% and 60%, then in a sense the middle conformist people are usually right. But if the opinion-rank of truth is usually below 10% or above 90%, then in a sense the extremists are usually right.

Andrew Gelman responde…aqui.

Claudio
p.s. acho que quem vai gostar disto é o Márcio.

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Etanol

Quais os efeitos teóricos do acordo entre Bush e LLUULLAA? O Leo falou algo sobre o problema em um comentário. Eis um exemplo didático do que ele disse (ou de uma conseqüência do que ele disse) aqui.

Outra boa observação, do mesmo blog, sobre o mesmo tema, é esta.

Como sempre, minha principal pergunta é: ok, você, que é pago com nossos impostos, fala de política pública novamente. Agora, mostre-me o custo de oportunidade. Quanto custa, para o Brasil, seguir o acordo com os EUA, neste caso? Quanto é o benefício? Não se esqueça que, além de tudo, políticos não nasceram em um mundo diferente do nosso, o que pode tornar o problema mais complicado.

Algum desavisado poderia pensar que isto pode ser uma inspiração para suas monografias. Pode até ser. Mostre-me o seu projeto (arque com seus custos e me mostre quais os benefícios) que eu leio. Se for bom, aprovo.

Claudio

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