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Uchinaguchi

Meu amigo (sumido) Maurício Une é quem me apresentou o fato que eu, ignorante, não sabia: uchinaguchi.

Lembro dele ao ler isto.

Aliás, outro dia coloquei aqui a hilária “Haisai Ojisan”, traduzida. Lembra? Uma hora destas farei uma paródia da mesma. Estou apenas esperando arrumar um tempinho para ouvir novamente a música, calcular o tempo e fazer a letra. Passará pelo crivo do Gustavão, claro.

Claudio
p.s. eu era famoso mesmo pela minha paródia de “Garçom”, do genial Reginaldo Rossi (este sim, o herói do povo, líder da MPB!). Você a encontra perdida aqui.
p.s.2. o bom mesmo é isto, cuja tradução, parcial, está aqui.

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O aluno que aceitou o desafio

Os alunos que freqüentam este blog são poucos. E menos ainda os que toparam o desafio da previsão econométrica (Laurini, meu caro, como explicar isto? Não, não fale…).

Pedro quer tentar. Vejamos se os professores de Econometria topam a brincadeira.

Claudio

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A inflação pode levar um país à revolução?

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Olha, eis uma boa pergunta. A cubana foi em 1959 e os antecedentes, bem, veja o gráfico (opa, esqueci: escala logaritmica, tá?).

Claudio
p.s. a fonte dos dados? Adivinhe (dica: barra lateral fixa à sua direita que, nos computadores estranhos, é deslocada para o final da página)
UPDATE: Leo, como sempre, sagaz nos comentários. Bom, vou limpar a estante para a descupinização. Vamos ver se os outros blogueiros me substituem…

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A realidade e o “wishful thinking”

Com estes dados, fico pensando no problema da blogosfera bolivariana em argumentar contra o Reinaldo.

Uma boa pergunta, que nunca pesquisei, é a seguinte: “redução da maioridade penal reduz o crime”? Além disso: “a redução de 1% na maioridade penal, em média, reduz em que percentual o número de crimes cometidos”?

Alunos que gostam de pesquisa relacionada ao crime devem, claro, perguntar isto ao Ari, que é o mestre em economia do crime no IBMEC-MG.

Claudio
p.s. sim, é um bom tema para um “post”, um trabalhinho bobo ou, quem sabe, uma monografia.

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Nada como um acordo bilateral (e ninguém disse que era fácil)

Korea and the United States have managed to achieve their first formal agreement in the latest round of free trade talks in Washington, Korean officials said today. The two sides agreed not to impose tariffs on digital songs and movies.

“Though it’s a small area, the first agreement reflects the willingness of both sides to move forward toward an overall agreement,” Lee Hye-min, Korea’s No. 2 negotiator for the Korea-U.S. FTA, was quoted as saying.

Seoul officials said Korea is also poised to ease off on its request for softer anti-dumping rules from the United States.

This would be a shift in Seoul’s original strategy of aggressively pressing Washington to ease some of its trade rules that hurt Korean exporters. On the second day of talks Monday, Korean and U.S. negotiators resumed working-level talks in automobiles. Seoul suspended the auto talks at the fifth round held in December because of Washington’s refusal to heed to Seoul’s request for softer antidumping rules.

(…)

Both sides also failed to make progress in agriculture talks.

(…)

Both sides need to make an agreement by the end of March to meet the June 30 deadline of the Bush administration’s trade promotion authority. The TPA allows the administration to negotiate trade agreements, which Congress can either approve or reject, but not alter. The U.S. Congress needs at least 90 days to review the agreement upon submission.

A free trade agreement between the two partners, whose annual trade totals about $72 billion a year, could help the Korean economy generate a net gain of about $11 billion some economic reports show. A deal with Korea would be the biggest for the United States since it signed the North American Free Trade Agreement in 1993.

By Yoo Soh-jung

Claudio

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Como todo asiático sabe…

…estrangeiro é “tudo igual”.

KOFU, Yamanashi Pref. (Kyodo) An English-language school in Kofu, Yamanashi Prefecture, had posted a recruitment poster seeking instructors with “blond hair, blue or green eyes,” leading activists to file complaints, people involved said Sunday.

(…)

According to people related to the school, several kindergartens in Kofu have asked for English instructors so their children can get accustomed to “foreigners,” attaching such conditions as “blond hair” and “blue eyes.”

The school “was aware that it was an old discriminatory idea, but couldn’t resist customers’ needs,” one related person said, noting that the school now regrets the poster.

Claudio

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