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Pensar não ofende, eu acho

Então aí vão algumas reflexões:

1. se eu fosse professor de Econometria (séries de tempo, claro), eu faria um concurso entre meus alunos. Aquele que fizesse a melhor previsão do IPCA (ou do INPC, sei lá) do mês seguinte ganharia o concurso “o melhor aluno de econometria”.

Motivo: Sempre vejo um bocado de alunos esnobarem sobre suas leituras de econometria. Mas econometria não é igual a livro de James Joyce: não é heróico apenas ler. Tem que entender e praticar.

2. esta vai para os colegas e estudantes de economia: já viram como é difícil achar um bom exemplo algébrico para um bem de Giffen? Sim, sim, eu já pensei nisto. Mas se alguém tiver mais exemplos (aplicáveis a alunos de graduação), eu agradeço as referências.

Claudio
p.s. sobre o item 1, eu digo mais. Um bom aluno meu, ano passado, falou algo mais ou menos assim: “pô, os caras da empresa júnior pagam (ou querem pagar, sei lá, não me lembro direito da conversa) para alguém gerir seu fundo de investimentos. Acho que eles mesmos deveriam fazer isto. Afinal, não estão aprendendo Finanças”? Daí minha idéia do item 1, mas nada impede que o sujeito que tenha “guts” faça o que se sugere. Mas não me venha pedir dinheiro emprestado depois: tem que ter “guts”.

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