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Minha recomendação musical da noite

Para evitar a tristeza de quem tem o YouTube bloqueado, aqui está o link para a primeira música (bom, pelo menos você não ficou a ver um “buraco” na tela, né?).

A segunda é esta. A geração da minha época, na colônia, realmente curtia esta última canção. A primeira me lembra os tempos do mestrado, em sampa, em busca de música para me acalmar naquela época de estudos, estudos e mais estudos.

Claudio

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Ainda assim, preferências não mudam

CHICAGO (Reuters) – Parkinson’s disease victims who become compulsive gamblers as a result of the drugs they take share some common traits including age and alcohol use, a study said on Monday.

The finding, if confirmed by more research, may help doctors identify which patients are at high risk for the drug side effect, the report in the Archives of Neurology said.

Compulsive gambling is one of several well-documented reactions to dopamine drugs, which are used to treat Parkinson’s. Others are hypersexuality, compulsive shopping and binge eating.

The study from the National Institute of Neurological Disorders and Stroke in Bethesda, Maryland, looked at 63 Parkinson’s patients, 21 with pathological gambling habits after taking dopamine drugs and another 42 who did not develop the reaction after using the drugs.

Aqui está o link. Bem, pode-se dizer que as preferências mudaram? Eu não arriscaria. Afinal, você alterou quimicamente o funcionamento do cérebro do sujeito. E, depois, as preferências…ficaram constantes novamente.

Parece mais com aqueles jogos do Akerlof (é ele mesmo, leitor?) no qual o sujeito tem dupla identidade.

Não deixa de ser fascinante, mas não tente criticar o que não cabe. Afinal, após a recém-adquirida “hiper-sexualidade” (eis aí uma boa mulher para se levar para a cama…se você estiver em forma ou também for um recém convertido à “hiper-sexualidade”), você voltou a se submeter aos preços relativos.

De gustibus non est disputandum.

Claudio

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A fabulosa intervenção do Estado na economia corrigindo falhas de mercado

The FBI lost at least 10 laptop computers containing classified information during a four-year period ending in 2005, the Justice Department’s inspector general has found.

The 10 were among the 160 laptops lost or stolen during a 44-month period ending September 30, 2005, Inspector General Glenn Fine reported. Along with the laptops, an equal numbers of weapons were also missing.

O resto está aqui.

Experimente perder um laptop numa empresa privada (calma, não siga meu conselho, apenas imagine, não quero te ver desempregado).

Aposto que vão abrir um inquérito e não haverá punições. Ou será que estou enganado? A conferir. Aqui no Brasil, lembra?, acharam um CD-ROM com dados (confidenciais) de contribuintes nas mãos de alguém nas ruas (imagino se uma “super-receita” seria, de fato, a solução para este problema…).

Claudio

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O Islã

O meu xará me fez refletir sobre o problema da violência bolivariana na versão muçulmana (adoro usar este termo “bolivariano”, soa bem com certos conceitos, pareço até aqueles pseudo-cientistas sociais que acham que resolvem o problema criando novos substantivos (ou adjetivos)…).

E aí achei esta interessante reflexão:

Why is it that Christians and Jews and members of all religions other than Islam can criticize their religious leaders and raise questions about anything and everything, and raise doubts concerning some of the concepts in their beliefs, without provoking any tumult or violence against those asking the questions or raising the doubts, and without their being punished? The Muslims are the only ones who raise a storm when any criticism or question is directed at an issue concerning their religion, while [at the same time] insisting that freedom of religion and belief is guaranteed in Islam and in Islamic countries.

O trecho acima é de um texto de Abd Al-Khaliq Hussein e é realmente algo que sempre penso. Aqui, no tal mundo ocidental, você pode criticar e até prender um líder religioso (claro, ele não está acima da lei) sem muito problema. Mas lá, infelizmente, a prática ainda é predominantemente…outra.

Claudio

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Quer ficar livre de mim?

É fácil.

1. Chegue ao último período do curso (como diz o filho de dois anos do Ari: “é fácil, você consegue”).
2. Arrume um emprego.
3. Tchau e benção.

Não posso fazer muito por você, amigo(a), mas eis aí uma dica de emprego público: (a) conhecer o lado “estatal” da vida e (b) arrumar uma boquinha numa agência reguladora.

Se for bem-sucedido, volte aqui e pode só dizer “obrigado” que já ficamos satisfeitos. 🙂

Claudio
p.s. ah sim, para concurso público, tal qual para a prova, tem que estudar, viu, cara? E nem pense em colar. O que tem de concorrente de olho na vaga…

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Pensar não ofende, eu acho

Então aí vão algumas reflexões:

1. se eu fosse professor de Econometria (séries de tempo, claro), eu faria um concurso entre meus alunos. Aquele que fizesse a melhor previsão do IPCA (ou do INPC, sei lá) do mês seguinte ganharia o concurso “o melhor aluno de econometria”.

Motivo: Sempre vejo um bocado de alunos esnobarem sobre suas leituras de econometria. Mas econometria não é igual a livro de James Joyce: não é heróico apenas ler. Tem que entender e praticar.

2. esta vai para os colegas e estudantes de economia: já viram como é difícil achar um bom exemplo algébrico para um bem de Giffen? Sim, sim, eu já pensei nisto. Mas se alguém tiver mais exemplos (aplicáveis a alunos de graduação), eu agradeço as referências.

Claudio
p.s. sobre o item 1, eu digo mais. Um bom aluno meu, ano passado, falou algo mais ou menos assim: “pô, os caras da empresa júnior pagam (ou querem pagar, sei lá, não me lembro direito da conversa) para alguém gerir seu fundo de investimentos. Acho que eles mesmos deveriam fazer isto. Afinal, não estão aprendendo Finanças”? Daí minha idéia do item 1, mas nada impede que o sujeito que tenha “guts” faça o que se sugere. Mas não me venha pedir dinheiro emprestado depois: tem que ter “guts”.

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Se eu tivesse um celular com câmara digital…

…eu fotografaria os cinco alunos que estavam a estudar o livro do Varian na biblioteca. Uma menina nas baias e quatro ou três rapazes em uma das salas de estudos.

A utilidade marginal está positiva, mas será que somente cinco estudantes estão, ahn…, estudando?

A conferir.

Claudio
p.s. a rede hoje está ultra-instável por aqui.

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Menos, cara, menos…

O Brasil tem autoridade moral e política para exigir que os países ricos, em vez de ficarem produzindo protocolos que depois não assinam, cumpram com a sua obrigação de despoluir o planeta. Nós faremos a nossa parte, agora, é preciso que eles façam a deles”, disse Lula.

Sim, tá aqui.

Nenhum governo é santo. Muito menos o nosso.

Aliás, fica a pergunta: e sobre quem assina acordos e depois os rasga, como o presidente da Bolívia, no caso da Petrobrás? Este aí pode?

Claudio

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