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Momento musical (Nanase Aikawa, em bom momento)

Claudio
p.s. gostou? Sintonize esta rádio.

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Alex Castro quer uma propaganda gratuita aqui

Ok, ele não me enviou um exemplar grátis do livro, mas aí vou eu. Diz o Alex:

Entretanto, o mais interessante mesmo dessa questão toda é a remuneração do autor. A lei brasileira garante ao autor um mínimo de 5% do preço de capa de cada livro. Quando o autor é iniciante e desconhecido, isso é praticamente só o que ele ganha e que lamba os beiços.

Imaginemos então que meu livro foi publicado por alguma editora tradicional e custa cerca de R$15. Um livro de pouco mais de cem páginas, autor desconhecido, não teria como ser muito mais caro que isso. Isso significa que eu ganharia R$0,75 por exemplar vendido. Na verdade, como minha agente leva 20%, na prática só cairiam no meu bolso R$0,60.

Pois bem. Fiquemos somente com o fraquíssimo mês de janeiro de 2007, em que eu ganhei R$72 pela venda de cinco exemplares – ou seja, R$14,40 por exemplar. Se eu fosse um desses autores publicados, desses que dão entrevistas aos cadernos literários, e quisesse ganhar esses mesmos R$72 (que, vamos repetir, não é nenhuma fortuna), eu teria que vender 120 exemplares por mês. E aí, mais uma vez, eu pergunto: será que os outros livros de autores iniciantes da minha geração vendem 120 exemplares por mês? Não sei se vendem 30 exemplares em 3 meses, mas 120 em um mês eu duvido.

Lembro de um exercício de monopólio, muito interessante, que pode nos ajudar aqui. Ele é mais ou menos assim: há uma editora e um autor. A editora paga R$ 20,00 por livro e tem custos fixos de R$ 20,00 (gráfica, etc). E, claro, há uma função demanda (invertida) que é: p(Q) = 100 – 0.005Q.

O exercício começa com o tradicional: calcule isto, aquilo e tal. Bom, neste caso, são produzidos 8 mil livros, ao preço unitário de R$ 60,00 e o autor recebe R$ 320 mil (o lucro, se não me engano, é de R$ 479 mil e uns quebrados).

Em seguida, pergunta-se: e se ambos mudassem o contrato? No acordo novo, some a comissão do autor e a editora fica com 60% do lucro. Neste novo arranjo, o lucro da firma aumenta, o preço do livro cai, são vendidos mais livros (10 mil), mas o autor recebe um pouco menos.

O exercício é limitado porque as funções são ambas lineares (demanda e custo), mas ele mostra que mudanças no arranjo contratual podem alterar os ganhos para a editora, autor e consumidores do livro.

Na situação do Alex, o que é curioso é a lei obrigar o autor a entrar neste arranjo de 5%. Não me parece que valha para todo o mercado editorial. E tem ainda o custo da comissão. Por que Alex usa uma intermediária (“agente”). Deve haver algum sentido nisto (mas ele não me explicou). De qualquer forma, no exercício acima, isto corresonpde ao seguinte: uma vez encontrados os valores que maximizam o lucro da editora, dos R$ 320 mil do autor, R$ 64 mil vão para a tal agente.

Imagino o que aconteceria se: (a) Alex mudasse o contrato, mantendo a agente, (b) Alex mudasse o contrato, dispensando a agente.

Palpites?

Claudio

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microeconomia

Bons motivos para cuidar bem da sua esposa

Por que um velho marido comecaria, subitamente, a dizer “eu te amo” para sua esposa? Vejamos o caso do Japão .

Mitsutoshi Fukatsu has been with his wife for three decades, but their lives have grown apart.

As a busy stationmaster, he returned to their home in Shibukawa, Gunma Prefecture, only to eat, bathe and sleep.

Now with retirement looming, the 56-year-old wants to get to know his wife better. He’s helping with chores, calls his wife by her name, Setsuko — instead of just grunting — and recently learned a new phrase: “I love you.”

Fukatsu was one of a small group of men taking part in the second annual “Beloved Wives Day” on Wednesday in hopes of salvaging their marriages by doing something unusual — paying attention to their wives.

Bonito, né? Então vamos ver mais:

The reasons for the movement are many.

This year, the first of the postwar baby boom generation will reach 60 and retire, meaning an unprecedented number of men will have to abandon their home-away-from-home — the office — and spend more time with their spouses.

There are financial reasons as well. An impending law change that gives housewives a bigger share of their spouse’s pension could trigger a surge in divorces among older couples, as women frustrated with years of neglect take the money and run.

Hummmm…será que sou justo? Será que, na população, são os velhinhos e velhinhas que mais se divorciam (pelo vil metal)?

Japan’s divorce rate is a relatively low 2.08 per 1,000 couples, but the number of splits is up more than 60 percent since 1985, reaching 261,917 in 2005, according to government statistics.

Older couples are prime movers in the trend. Divorce among those married for more than 20 years has grown the fastest, nearly doubling since 1985 to exceed 40,000 couples in 2005 — with separation more likely to be initiated by women.

Ahá!

E com a criação de movimentos de “amor à esposa”, vem, claro, o turismo (ah, o vil metal…):

The village of Tsumagoi, whose name sounds like the words “wife love” in Japanese, has also recently started to market itself as a romantic destination for married couples.

Last year, it invited couples to an event called “Shout Your Love from the Middle of a Cabbage Patch” — where husbands took turns hollering romantic messages against a backdrop of Tsumagoi’s wide-open fields. About 100 people came.

Incentivos importam, não?

Claudio
p.s. cuidado com quem se casa…ou transa.

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Aula de Economia

Price hikes helped gasoline sales fall first time since ’74
Kyodo News

Sales of gasoline fell 1.1 percent to 60.94 million kiloliters in 2006, marking the first drop in 32 years as summer price spikes cooled demand, according to government data released Wednesday.

Around summer, the prime vacation period, prices rose and combined with growing sales of minivehicles to curb demand for gasoline.

The average retail price for a liter of regular gasoline, for example, topped 144 yen in September, up from 129 yen at the beginning of 2006, industry data show.

In 1974, when the world was hit by the first oil crisis, gasoline sales in Japan fell 1.4 percent. But sales since then have continued to climb in line with economic growth, nearly doubling over the past 30 years.

The Ministry of Economy, Trade and Industry believes that given the improved fuel efficiency of vehicles and need to step up measures against global warming, there will be little room for gasoline consumption to increase in coming years.
Oil sales down 0.8%

Crude oil imports fell 0.8 percent to 1.53 billion barrels in 2006 after rising 0.7 percent in 2005, the Natural Resources and Energy Agency said Wednesday.

Imports from the Middle East accounted for 89.2 percent of the total, down from 90.2 percent in 2005.

Saudi Arabia was Japan’s largest oil supplier for 2006, with the total growing 2.4 percent to 458.58 million barrels.

The United Arab Emirates and Iran were the second- and third-largest suppliers, respectively.

Bacana, heim?

Claudio

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Esta é para quem leu Freakonomics

Thursday, Feb. 1, 2007

Asashoryu dismisses bout-fixing allegations
Kyodo News

Mongolian grand champion Asashoryu on Tuesday categorically denied claims in a report in a weekly magazine that he fixed sumo matches.

Asashoryu was questioned by the Japan Sumo Association for about 30 minutes at Ryogoku Kokugikan and flatly denied a claim in the Shukan Gendai weekly that he has been rigging his bouts.

Leia tudo aqui.

Claudio

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