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Como os não-liberais reagem ao discurso liberal na América Latina?

Today, Mr. Chitester is most excited about a two-hour program he is producing featuring Hernando de Soto. A Peruvian economist, Mr. de Soto has been the target of murder attempts by drug barons and Marxist terrorists who fear his message that the poor in developing nations need true capitalism–property rights, markets and the rule of law. Time magazine recently named him one of the five leading Latin American innovators of the century.

Mr. de Soto warns that capitalism isn’t working for the majority of the world’s people. This is largely because economic elites use their power to restrict competition, limit access to capital and promote their vested interests over those less fortunate. That, in turn, undermines the potential of free markets to spread wealth and opportunity in the same way that has made developed nations so successful. “The poor are not the problem; they are the solution,” Mr. de Soto says. “Give them access to land titles that can be used for collateral, the rule of law, a responsive bureaucracy and streamlined tools of business, and you will see creativity and entrepreneurial self-reliance flourish.”

Além de vestir uma camisa com a estampa de um bandoleiro qualquer, eles, muitas vezes, reagem com certa violência. Como diz um primo meu (aliás, não-liberal, mas sério): “o homem pensa, o animal reage”.

Claudio

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