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A carga tributária carnavalesca

Até mesmo na hora de se divertir o brasileiro tem de suportar uma alta carga tributária. Serpentina, spray de espuma, colar havaiano e outros artigos característicos da festa de Momo embutem em média mais de 40% de tributos em seus preços finais.

“A carga tributária que recai sobre a produção de bens e serviços no País é pesada e os artigos carnavalescos não fogem da regra”, afirma o tributarista Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que fez os cálculos da carga de impostos nos produtos de carnaval.

De acordo com levantamento do IBPT, confete e serpentina carregam 45,03% de impostos dentro do preço; máscaras de plástico, 45,13%; buzina a gás, 46,79%; spray de espuma, 47,14%; colar havaiano, 47,16%; e fantasias, 37,6%.

Os bolsos dos compradores de instrumentos musicais também são atingidos. No preço do reco-reco entram 38,84% de tributos; no agogô, 39,94%; e no pandeiro, 39,03%.

Claudio

2 comentários em “A carga tributária carnavalesca

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