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Sexo

Este estudo é interessante pois nos faz pensar o seguinte: como fica a cabeça de alguém que defende a intervenção estatal em tudo que é canto e que gosta de ouvir estas músicas hip-hop ou rap?

Um argumento complementar: como fica a cabeça do mesmo sujeito quando, apesar de não ouvir estas músicas, ele defenda “até a morte o meu direito de ouví-las”?

Do lado não-normativo, portanto, positivo, o que eu acho interessante é que sempre há alguém capaz de achar este tipo de resultado enquanto outros acham o contrário. O grande problema é o “design” do experimento.

Aí voltamos à parte normativa: só porque um coquetel de drogas ainda não é definitivamente a cura da AIDS devemos proibir seu uso? O mesmo vale para as músicas.

Claudio

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