Uncategorized

Google

Na coluna fixa aí ao lado, a versão “traduzida” (jeitão Google, já viu, né?) deste blog.

Claudio

Continue lendo “Google”

Anúncios
Uncategorized

Republicanos e o meio-ambiente

Gov. Arnold Schwarzenegger (R) announced Tuesday that he will issue, within weeks, an executive order that sets a new “low carbon fuel standard” in the state. Aimed at petroleum refiners and filling stations, the new standard will give them 13 years, until 2020, to cut the carbon content of the fuels they sell for passenger vehicles by 10 percent.

Arnold e a poluição. Já quanto à saúde…

Claudio

Continue lendo “Republicanos e o meio-ambiente”

Uncategorized

Governança Corporativa

Outro artigo do FMI, desta vez, sobre governança corporativa.

This paper constructs a composite index of corporate governance quality, documents its evolution from 1994 through 2003 in selected emerging and developed economies, and assesses its impact on aggregate and corporate growth and productivity. Our investigation yields three main findings. First, corporate governance quality in most countries has overall improved, although to varying degrees and with a few notable exceptions. Second, the data exhibit cross-country convergence in corporate governance quality with countries that score poorly initially catching up with countries with high corporate governance scores. Third, the impact of improvements in corporate governance quality on traditional measures of real economic activity-GDP growth, productivity growth, and the ratio of investment to GDP- is positive, significant, and quantitatively relevant, and the growth effect is particularly pronounced for industries that are most dependent on external finance.

Minha opinião, sem ler, é que eu ainda tenho minhas dúvidas sobre este tipo de índice. Bom, vale ler e ver o que foi feito. Entra na fila dos artigos a serem lidos em 2007.

Claudio
p.s. é, a base de dados no final do artigo é promissora. Alunos talentosos, eis aí mais uma série interessante para suas monografias.

Continue lendo “Governança Corporativa”

Uncategorized

Gregório de Matos, o neoliberal antiquado

Outro dia, num momento de fraqueza, deixei de ir a um boteco e fui a um museu, o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Foi uma das poucas vezes em que não me arrependi da decisão não-usual…

A música que fizeram com este poema (abaixo) do Boca do Inferno ficou muito, mas muito boa. Deveria ser hino de passeata de gente que protesta contra aumento de impostos e pede por mais liberdade.

Epigrama

Gregório de Mattos e Guerra

Que falta nesta cidade?… Verdade. Que mais por sua desonra?… Honra. Falta mais que se lhe ponha?… Vergonha.

O demo a viver se exponha, Por mais que a fama a exalta, Numa cidade onde falta Verdade, honra, vergonha.

Quem a pôs neste rocrócio?… Negócio. Quem causa tal perdição?… Ambição. E no meio desta loucura?… Usura.

Notável desaventura De um povo néscio e sandeu, Que não sabe que perdeu Negócio, ambição, usura.

Quais são seus doces objetos?… Pretos. Tem outros bens mais maciços?… Mestiços. Quais destes lhe são mais gratos?… Mulatos.

Dou ao Demo os insensatos, Dou ao Demo o povo asnal, Que estima por cabedal, Pretos, mestiços, mulatos.

Quem faz os círios mesquinhos?… Meirinhos. Quem faz as farinhas tardas?… Guardas. Quem as tem nos aposentos?… Sargentos.

Os círios lá vem aos centos, E a terra fica esfaimando, Porque os vão atravessando Meirinhos, guardas, sargentos.

E que justiça a resguarda?… Bastarda. É grátis distribuída?… Vendida. Que tem, que a todos assusta?… Injusta.

Valha-nos Deus, o que custa O que El-Rei nos dá de graça. Que anda a Justiça na praça Bastarda, vendida, injusta.

Que vai pela clerezia?… Simonia. E pelos membros da Igreja?… Inveja. Cuidei que mais se lhe punha?… Unha

Sazonada caramunha, Enfim, que na Santa Sé O que mais se pratica é Simonia, inveja e unha.

E nos frades há manqueiras?… Freiras. Em que ocupam os serões?… Sermões. Não se ocupam em disputas?… Putas.

Com palavras dissolutas Me concluo na verdade, Que as lidas todas de um frade São freiras, sermões e putas.

O açúcar já acabou?… Baixou. E o dinheiro se extinguiu?… Subiu. Logo já convalesceu?… Morreu.

À Bahia aconteceu O que a um doente acontece: Cai na cama, e o mal cresce, Baixou, subiu, morreu.

A Câmara não acode?… Não pode. Pois não tem todo o poder?… Não quer. É que o Governo a convence?… Não vence.

Quem haverá que tal pense, Que uma câmara tão nobre, Por ver-se mísera e pobre, Não pode, não quer, não vence.

Peguei lá na Wikipedia.

Claudio

Continue lendo “Gregório de Matos, o neoliberal antiquado”

Uncategorized

Embora a MTV não saiba, Cicarelli é contra bloquear o YouTube ?!

Eu entendi bem?

Alguém poderia dizer que isto tira a razão da Nariz Gelado quando escreveu:

Outro que perdeu a chance de ficar de boca fechada foi Zico Goes, diretor de programação da MTV. Assustado com os 20 mil e-mails que recebeu – uma ninharia, diga-se de passagem – ,Goes rotulou a campanha de boicote à beiçuda, surgida nas últimas horas, de “fascismo”. Góes também se apressou em explicar que a ação fora movida pelo namorado da apresentadora. Detalhe desimportante. Não estivesse solidária com o amante, a beiçuda teria se pronunciado publicamente contra o bloqueio. Ela teve tempo para isso. Ou será que, para dizer o que pensa e se posicionar sobre algo que envolve seu nome – e está atingindo negativamente cerca de 5,7 milhões de internautas – a beiçuda vai ter uma timidez que não teve à beira mar?

Concordo com Nariz Gelado: só vale se a reação for imediata. Demorou muito para responder, o que, claro, é um direito que lhe faculta.

Todos têm o direito de fazer o cálculo racional de suas ações, o que não quer dizer que outros não se percebam o que a demora significa…

De qualquer forma, bom saber que ela não pensa como o namorado…que já disse o que pensa quando entrou com a ação. Ou será que agora ele também vai dizer que não tinha intenção de…? Neste caso, sobra para o juiz…que voltou atrás. Incrível, não?

Claudio

Continue lendo “Embora a MTV não saiba, Cicarelli é contra bloquear o YouTube ?!”

Uncategorized

Túnel do Tempo – Pimenta nos olhos dos outros…

O mundo de hoje, especialmente nos países que adotam o sistema capitalista, apresenta acentuados desníveis econômicos, sociais e políticos. Pequenos grupos conseguiram influir de tal modo sobre a organização da sociedade que impuseram o estabelecimento de regras de convivência inteiramente favoráveis aos economicamente fortes e aos que se põem a seu serviço. [Dalmo de Abreu Dallari, O que é participação popular, 1984, Abril Cultural/Brasiliense, Coleção Primeiros Passos, p.95]

Primeiros Passos, Últimos Enganos?

Claudio

Continue lendo “Túnel do Tempo – Pimenta nos olhos dos outros…”

Uncategorized

Capitalismo e um Jornalista que Sabe o que Fala

Mario Covas falava em “choque” de capitalismo. Como assim, choque? Parece que o capitalismo é algo que se transmite de forma dolorosa e passageira. Fernando Henrique Cardoso volta e meia diz que o problema do capitalismo é que ele produz desigualdade social. Bem, até onde se sabe, foi nos países capitalistas que mais se conseguiu reduzir a pobreza. Mesmo José Serra, com seu ideário neokeynesiano – ainda que Keynes tenha sido sempre um defensor do capitalismo –, não parece assimilar o dinamismo e a internacionalização do mercado atual, como quando propôs uma “lei de responsabilidade cambial”. Não espanta que nos oito anos de governo tucano, apesar das privatizações e da política monetária, o Estado brasileiro tenha seguido firme em sua trajetória de inchaço, que arrocha em especial a produtividade e a classe média.

O problema, claro, não é só dos tucanos. É também de seus imitadores da hora, os petistas lulistas, que igualmente apostam todas as fichas na parelha entre tecnocracia (cautela excessiva na política de juros, superávit primário à custa do congelamento de verbas, etc.) e o que se poderia chamar de afetocracia (a política social que dá mais ênfase à mesada que ao emprego). Imitadores quase sempre são piores que seus modelos, mas, no fim das contas, o Brasil segue no balanço do aumento contínuo de impostos com a lenta melhora de índices sociais. O Estado gasta tudo em juros, pensões e assistencialismo; enquanto isso, as estradas federais, ao contrário das privatizadas, batem recorde no número de mortes durante os feriados de fim de ano. O governo FHC IV – ou Lula II – acaba de começar e já está condenado à mesma equação. Na verdade, não sabe e nem consegue destravar o crescimento do PIB.

Há um anseio mais ou menos generalizado por uma vaga social-democracia tupiniquim, o que é a melhor explicação para a continuidade de Lula no poder. Mas na hora de bolar e executar idéias ninguém sabe direito o que ela seria. A social-democracia propriamente dita, dos países escandinavos, funciona com cargas tributárias de 40% ou até mais, mas eles são capitalistas em todos os sentidos: são as economias mais abertas do mundo e não fazem obstáculo aos investimentos financeiros. Só que, por serem nações pequenas, instruídas e homogêneas, conseguiram organizar melhor os serviços sociais, sem fazer distinções entre “elite” e “necessitados”. O Estado não é uma mãe; é uma instituição, tão impessoal e eficiente quanto possível. A social-democracia brasileira, que cobra mais impostos do que os países mais ricos do mundo, EUA e Japão, está muito distante disso. O nosso é um capitalismo estatizado, tosco, culturalmente fundado na noção de lucro como pecado.

Na classe intelectual, que inclui alguns dos políticos citados ou seus amigos mais influentes (Paul Singer, guru do PT na economia, chega a dizer que cortar gastos públicos é “conservador”, como se não fosse justamente ir contra toda a tradição brasileira), o mesmo medo da democracia liberal moderna é evidente. Apesar do trabalho de alguns autores – por exemplo, historiadores como Evaldo Cabral de Melo, José Murilo de Carvalho e Marco Antonio Villa –, ainda há muito o que consertar dos estragos deixados pelo marxismo acadêmico. Afinal, estamos num lugar onde a tese de que a obra de Machado de Assis é uma crítica ao capitalismo tem status inabalável. Mesmo os dois grandes teóricos da brasilidade, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, que não eram marxistas, não disfarçavam seu incômodo com o futuro capitalista. Era como se o Brasil dos anos 30 fosse ou devesse forjar um tipo híbrido de regime.

O relativo sucesso do capitalismo nas regiões que o compreenderam vem do fato de que, ao contrário do fascismo e do comunismo que conquistavam mentes no início do século passado, ele não foi projetado em uma prancheta. Ninguém se sentou e concebeu o capitalismo como um sistema que daria fim a todos os males da humanidade. Por isso seu sucesso é sempre “relativo”. Ele foi se desenvolvendo; aqueles que o aceitaram foram os mesmos que perceberam que ele exige estar sempre em correção, vigiado, oxigenado pela pressão democrática de sindicatos, ambientalistas, imprensa e toda a sociedade. Um antigo bordão dizia que o capitalismo é incorrigível. Não, o que ele justamente tem de melhor é ser corrigível – para os que adquirem consciência.

Nada como um jornalista esclarecido. Notem o estranho raciocínio de Paul Singer. Piza está certo? Singer fala isso mesmo? Espaço de comentários fica a disposição para quem tenha citações dele sobre o tema.

Claudio

Continue lendo “Capitalismo e um Jornalista que Sabe o que Fala”

Uncategorized

Agora é oficial: Brasil tem um milhão de caras pagos para te encher a paciência

Um levantamento realizado pela Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente (ABRAREC) e a consultoria E-consulting, identificou o grande potencial da geração de empregos do setor de relacionamento com o cliente, que hoje contrata mais do que a indústria automobilística.

Foram consultadas cerca de 100 empresas de contact center do País, que no ano passado, empregavam 230 mil pessoas e este ano têm a expectativa de fechar o quadro com 280 mil trabalhadores.

“Entretanto,quando incluímos todos que direta ou indiretamente trabalham nos canais de relacionamento, tais como os fabricantes de hardware, software, integradores, consultorias e treinamento, o índice chega a um milhão de pessoas”, explica Roberto Meir, presidente da Abrarec e especialista internacional das relações com o cliente.

Sem nenhum preconceito, eu prefiria ter mais vendedores de automóveis no meu país.

Claudio
p.s. mas a matéria é bem pouco precisa quanto ao número de empregados. Há esperança. 🙂

Continue lendo “Agora é oficial: Brasil tem um milhão de caras pagos para te encher a paciência”

Uncategorized

A ONU vai quebrar a cara

Segundo recente texto do FMI – “Solow Versus Harrod-Domar: Reexamining the Aid Costs of the First Millennium Development Goal” – a ONU pode quebrar a cara com suas belas metas…

Aí vai o “abstract”:

The First Millennium Development Goal (MDG#1) is to cut the fraction of global population living on less than one dollar per day in half, by 2015. Foreign aid financed investments may contribute to the attainment of this goal. But how much can aid be reasonably expected to accomplish? A widespread calibration approach to answering this question is to employ the so-called development planning technique, which has the Harrod-Domar growth model at its base. Two particularly problematic assumptions in this sort of analysis are the absence of diminishing returns to capital input and an infinite speed of adjustment to steady state after a shock to the economy. We remove both of these assumptions by employing a Solow model as an organizing framework for an otherwise similar analysis. We find that in order to successfully meet the MDG#1 in the context of the currently proposed aid flows, these flows will have to be accompanied by either an acceleration in the underlying productivity growth rate or a major boost to domestic savings and investment in sub-Saharan Africa. In the absence of such changes in the economic environment, the MDG#1 is unlikely to be reached.

Claudio

Continue lendo “A ONU vai quebrar a cara”

Uncategorized

Túnel do Tempo – os anos de chumbo (intelectual de alguns)

Voltando no tempo…

Desenvolvimento econômico era interpretado, portanto, de maneira extremamente mecânica cujo desencadeamento exigia apenas a acumulação de capital físico convencional através da implantação de um setor industrial que permitisse a absorção produtiva de mão-de-obra ociosa.

A crença na existência deste excedente também deu suporte, durante muito tempo, à teoria de que a inflação seria benéfica ao crescimento econômico. Segundo ela, a expansão monetária permitiria o financiamento de investimentos que, por sua vez, facilitariam a transferência de mão-de-obra excedente para setores produtivos. O resultado final não seria inflação mas sim um aumento transitório de preços que seria absorvido tão logo os investimentos maturassem, resultando em acréscimos de produto real. [Carlos Geraldo Langoni, 1975, a A economia da transformação, p.17]

Compare-se com:

Definido em têrmos estritamente econômicos como elevação da produtividade do fator trabalho, ainda assim o desenvolvimento é um processo que apresenta muitas faces. Com efeito, o aumento da produtividade do trabalho pode ter três origens distintas: a) aumento da dotação de capital por trabalhador, b) modificação do processo produtivo, ou seja, elevação do nível tecnológico, e c) modificação na estrutura produtiva decorrente de alteração no perfil da demanda global. [Celso Furtado, Um Projeto para o Brasil, 1969, p.20]

Ou

A estabilidade é o objetivo fundamental, embora se deva subordinar a outro mais amplo, que é o desenvolvimento. Uma inflação de natureza estrutural como a brasileira, para ser eliminada, sem prejudicar o ritmo do desenvolvimento, requer cuidadosa programação desse último. [Furtado (1958), p.71 citado em: Bielschowsky, R. “Pensamento Econômico Brasileiro: o ciclo ideológico do desenvolvimentismo”, PNPE/IPEA, 1988].

Na minha opinião, Furtado ficou na interpretação mecanicista.

Claudio

Continue lendo “Túnel do Tempo – os anos de chumbo (intelectual de alguns)”

Uncategorized

Markets everywhere (and corruption everywhere)

Why I don’t believe teenagers so much:

An increasing number of students are turning to “parent for hire” services to avoid getting in trouble at home. These commercial guardian agencies provide a fake parent, friend or lover in return for an hourly fee. More than 30 such services can be found on Internet portals. The services have legitimate uses, such as providing a substitute parent to stand in for a deceased one at a wedding. But recently, students have begun employing the services for darker purposes, such as deceiving teachers and getting illegal abortions.

South Korea is just one example. I believe the incentives are the same here, in Brazil. Cheating can be easy, but the aggregate consequences aren’t that beautiful one. Why to cheat instead of study? In classroom, some think the causes are related to the social acceptability, as you can read in this article.

Claudio

Continue lendo “Markets everywhere (and corruption everywhere)”

Uncategorized

O papel(ão) do Judiciário

Ainda que tenha voltado atrás na decisão de bloquear acesso ao sítio (…), ao se ler a argumentação desenvolvida pelo relator do recurso nota-se que este ainda não percebeu a profundidade das mudanças trazidas pela mudança do paradigma das telecomunicações.

Alega o relator que “o incidente serviu para confirmar que a Justiça poderá determinar medidas restritivas, com sucesso, contra as empresas, nacionais e estrangeiras, que desrespeitarem as decisões judiciais”.

Não se nega que é imperativo que o Poder Judiciário faça valer suas decisões. No entanto, esse não pode ser um fim em si próprio, especialmente se impõe sérios ônus sobre milhões de terceiros. Respeito não se impõe à força, especialmente se a tentativa de imposição fracassa tão pateticamente como neste caso.

Neste caso, como argumentado, a tentativa de impedir a exibição do vídeo parece totalmente inócua e inviável. O gênio já saiu da garrafa e não há como colocá-lo de volta. Se o casal entende que teve seus direitos violados, pode pleitear a reparação destes, seja ajuizando ação contra o cinegrafista, seja contra os usuários que tornaram o vídeo disponível, ou contra quem mais entenderem que seja responsável, mas não há como impedir que o vídeo seja visto (pelo menos não enquanto vivermos em um Estado de Direito Democrático).

“Estado de Direito Democrático”. Belas palavras, mas temo pelo que alguns pensam que signifiquem. De qualquer forma, “milhões de usuários” passaram alguns poucos dias sem um portal (“You Tube”) por causa de uma pessoa que sai por aí fazendo o que quer (tendo a consciência, obviamente, de que é notoriamente mais conhecida do que os milhões de usuários anônimos) e depois pretende-se indignada. E ainda com o apoio da direção de um canal de TV muito popular entre os jovens.

Um segredo: eu nunca assisti MTV. Sim, já passei pelo canal, mas nunca parei para assistir. Depois do que vi ontem, eu digo isto com certo orgulho.

Claudio

Continue lendo “O papel(ão) do Judiciário”

Uncategorized

O papel do Judiciário…

O procurador-geral de Justiça licenciado do Amazonas, Vicente Cruz, foi preso, no final da noite desta segunda-feira (8/1), acusado de contratar um pistoleiro para matar o procurador Mauro Campbel, também candidato a procurador-geral.

Vicente Cruz está sob custódia do Ministério Público estadual. Ele entrou com um pedido de Habeas Corpus junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas. O pedido foi distribuído para o corregedor-geral do TJ, desembargador Manuel Glaucimar Damasceno. As informações são do jornal Diário do Amazonas, de Manaus.

Notável. Será que ele votou contra o comércio de armas legais?

Claudio

Continue lendo “O papel do Judiciário…”

Uncategorized

O privilégio do governo: Brasil, um país de todos

Leitor, imagine se você diz a um juiz que não pode pagar seus impostos conforme prometido anteriormente. O que aconteceria com você?

Pois é. Queria saber quem prometeu o que se diz abaixo e o qual será a punição.

A coordenadora do Programa Nacional de DST-Aids, Mariangela Simão, admitiu que o governo não tem condições de cumprir a promessa de distribuir anualmente 1 bilhão de camisinhas.

Não é questão de reclamar de imoralidades. É apenas que me falam muito em igualdade e eu gosto deste papo. E aí?

Claudio
p.s. Moral da história: um bom político, para mim, é o que promete pouco ou é mais preciso no que propõe.

Continue lendo “O privilégio do governo: Brasil, um país de todos”