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Mais uma vez os aviões

Guilherme Fiúza diz:

Alívio na auto-estima dos brasileiros. Aeroportos do primeiro mundo também entraram em colapso no Natal. Faz-se a magia do conforto delubiano: é um horror, mas acontece com os outros também. Que nem o caixa dois.

Há só um detalhe chato. Os mais de 350 vôos cancelados em Londres foram vítimas da neblina. No centro-sul dos Estados Unidos, a origem do caos foi a neve. Numa dessas vigílias em Congonhas, um gaiato lembrou a célebre piada politicamente incorreta, que reproduz uma fala de Deus: o Brasil não tem furacão, não tem terremoto, nem vulcão, mas olha o povinho que eu botei lá.

Sou obrigado a repetir a referência que fiz há um ou dois dias: esta, cujo resumo se encontra aqui.

Mais uma vez eu ressalto: alguém precisa começar a ler estes artigos de especialistas da área. Tyler Cowen se decepcionou com a falta de livros nas mãos dos brasileiros em aeroportos.

Ele está certo.

Claudio

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Um comentário em “Mais uma vez os aviões

  1. Quando eu li essas comparações comecei a rir. Tá certo que não podemos cobrar um profundo conhecimento de geografia do Hemisfério Norte por parte de nossos compatriotas, mas qualquer criança que vê sessão da tarde sabe que Natal nos EUA tem NE-VE, ao menos na parte do país que serve de cenário para filmes da sessão da tarde.

    Querer dizer que “lá também tem atraso de vôo” só é válido no dia que Congonhas ficar parecido com o Aeroporto de Denver.

    Denver Airport Under Snow

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