Uncategorized

Música de final de noite (esta vai para o novo mestrando, Kang)

Claudio

Continue lendo “Música de final de noite (esta vai para o novo mestrando, Kang)”

Anúncios
Uncategorized

Simulação interessante a favor das Privatizações.

Impactos de Bem-estar da Privatização de Infra-estrutura
Ricardo Pereira
Pedro Cavalcanti Ferreira

Resumo
Neste artigo é usado um modelo de equilíbrio geral para investigar os impactos sobre as alocações de longo prazo e os custos de bem estar proporcionados por uma política de privatização da infra-estrutura pública. A economia que se está modelando é composta de dois tipos de capital, um inerentemente privado e um outro com características de bens públicos (denominado infra-estrutura), o qual é ofertado tanto pelo setor público quanto privado. Admitindo-se que este segundo tipo de capital gera efeitos externos positivos, a oferta pública de infra-estrutura, em geral, melhora a alocação descentralizada desta economia. Porém, supondo que os impostos que financiam esta oferta distorcem as decisões dos agentes, deprimindo o nível de bem estar, a privatização da infra-estrutura pública pode ser uma política satisfatória do ponto de vista social. As simulações indicam que, os custos ou benefícios desta política dependem, fortemente, de duas características da infra-estrutura privada, anteriores à privatização: a sua qualidade e quantidade.
E, que, além disso, a possibilidade de regulação da qualidade do estoque privado de infra-estrutura, após a privatização, pode fazer com que o benefício social da privatização seja bastante significativo.

Ari

Continue lendo “Simulação interessante a favor das Privatizações.”

Uncategorized

Por questões de coerência, o governo brasileiro deveria…

…decida você mesmo:

SÃO PAULO – Ao chegar a La Paz para responder pela embaixada brasileira, há pouco mais de um mês, o embaixador Frederico Araújo se surpreendeu com a agitação que cerca a residência oficial: além de estar cheia de inquilinos adicionais, de quebra ela abriga em seus jardins, uma rica criação de carneiros. A residência do embaixador do Brasil em La Paz é uma mansão construída no começo do século XX por um dos barões do estanho e comprada nos anos 50 pelo governo brasileiro.

Tudo começou quando o antigo jardineiro da embaixada se aposentou e mudou-se, com a família, para o interior do país, deixando vazia a pequena casa que lhe era destinada, agregada à residência oficial. Antes de sair, pediu autorização para que seus filhos permanecessem na casa do jardineiro por alguns dias. Os filhos ficaram por bem mais que alguns dias.

À medida que os meses passavam, o grupo foi crescendo, encorpado por parentes e agregados do antigo jardineiro. Além de ficar maior, o grupo passou a diversificar seus “interesses” e negócios. Os invasores passaram a utilizar o amplo gramado da mansão, que já não recebia cuidados há um bom tempo, como pasto para sua criação de carneiros.

Quando o embaixador Araújo chegou, não teve como desalojar os invasores. Impotente, resolveu brincar com a situação. Comentou com seus assessores que vai importar de Minas Gerais, seu Estado natal, uma alcatéia de lobos-guarás para vigiar os jardins da residência oficial.

O bom humor do embaixador oculta a perda da paciência do Itamaraty com essa querela. No gabinete do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o próximo passo já foi decidido: a embaixada brasileira vai recorrer à Justiça da Bolívia para pedir a remoção dos cidadãos bolivianos que se instalaram ilegalmente num território que, pelas leis internacionais, é brasileiro, informou nesta segunda-feira o Estado.

A primeira medida fracassou: uma reclamação enviada à chancelaria boliviana não teve nenhuma resposta. Daí, o Itamaraty decidiu dar o segundo passo. Mas o grupo, apesar dos pedidos e cobranças, jamais se moveu dali, aumentou em número e chegou a abrir uma saída “privativa”, voltada para a avenida que margeia os fundos da embaixada. Recentemente, o grupo recebeu a pedradas funcionários da prefeitura de La Paz que tentavam tirar as medidas topográficas do terreno – num prenúncio claro da resistência que preparam a qualquer tentativa de expulsão.

Isto é engraçado, não?

Podemos adotar a “reciprocidade” (não foi a desculpa para fichar pilotos dos EUA?) e liberar os selvagens (lembra da invasão do Congresso?) para uma invasão da embaixada boliviana no Brasil. Outra opção seria fechar os olhos (como no caso da Petrobrás) e dizer que o embaixador brasileiro se vire. Claro, pode-se fazer como no caso mais recente dos controladores de vôo e dizer que nada disto está a ocorrer.

Claudio

Continue lendo “Por questões de coerência, o governo brasileiro deveria…”

Uncategorized

Aqui, na selva, este debate não existe ainda

Former colleague Brink Lindsey stirred up something of a tempest among libertarians last week with his article in The New Republic suggesting that libertarians might be better off leaving the Republicans and looking to the political left for an alliance. Certainly he has a point–the libertarian-friendly Reagan-style GOP is now long gone, replaced by a more religion-based party that is addicted to big-government spending and intrusion. Aside from tax cuts and a flirtation with Social Security privatization, libertarians have seen next to nothing to cheer for in the last six years. Where the Republicans used to reflexively reach for spending cuts and deregulation to please the base, now they bash homosexual unions and immigrants. If anything, talking about a split from the Republicans now is probably too late; we’ve already been abandoned.

“Que debate, cara? Os liberais estão no PFL”!

Ah, ingenuidade. Aqui no Brasil não temos nada próximo de um partido liberal (no sentido “libertarian” do termo) e nem próximo de um Republican Party. Temos, sim, social-democratas, comunistas, socialistas e, espalhado por todo espectro político, um monte de rent-seeker.

Liberal, mesmo, nada.

Claudio

Continue lendo “Aqui, na selva, este debate não existe ainda”

Uncategorized

Deputados podem estar com problemas sérios de obesidade

Fonte: Deu no Jornal.

Como eu não tenho assinatura da “The Economist”, não pude checar o que, exatamente, o Marcelo fez nesta segunda conta. Eu acho que pode haver um problema com os cálculo na conversão inicial que ele fez, mas não sei ao certo. Precisava ver as unidades de medida.

A observação que ele faz sobre a diferença do Big Mac aqui e nos EUA, para mim, não é um problema tão sério. Afinal, o argumento da classe média que ele usa também é passível de crítica: a mensuração do que é a classe média lá pode ser distinta da que usamos aqui.

De qualquer forma, a obesidade dos políticos deve ser um problema…

Claudio
p.s. Graças ao FMI (link dado pelo Marcelo), os estudiosos de Economia podem ter acesso a uma base de dados útil: esta.

Continue lendo “Deputados podem estar com problemas sérios de obesidade”

Uncategorized

Pop Norte-Coreano

O Matizes se pergunta se eu gosto de pop coreano. Bom, pop sul-coreano eu conheço pouco, mas gosto. Agora, este negócio aqui, sei não…

The Farming Collective of the Northwest has quickly rose from the role of typical farmers to become the most popular music group in the lands with their massive hit “Juche Farming Method Is The Only Method”, a different kind of song using entirely traditional instruments in the most amusing ways.

They also performed other hits off their self-titled first album, such as “The Land That Was Given To Us”, “We Sing This Song As We Work For The People”, “Dear Leader Gave Us This Grain”, “Ploughing The Field For Our Party”, and “Throw The Bags Of Rice On The Back of the Truck”.

Most surprisingly however, was the appearance of Mi-Ok Lim, an avant-garde performer from Pyongyang, as the opening act. Mi-Ok’s newest album, “Crazy Hair” had sold rather poorly due to the exclusion of songs about the dear leader, the country, and the party. However, dear leader had nothing but praise for Mi-Ok’s performance, labelling her music as “revolutionary” and “stirring”.

Isso é o que resulta quando se quer dinheiro público nas artes. Não sou em quem diz, são os fatos da Coréia do Norte.

Claudio

Continue lendo “Pop Norte-Coreano”