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O eleitor no divã

Mario Cesar Flores tem razão.

A demanda psicótica sobre o Estado enseja várias disfunções; entre elas a irrelevância da ética no cenário eleitoral. Se atendidos seus interesses sob influência do Estado, os brasileiros do topo da pirâmide ao trabalhador incluído vociferam ética, mas no fundo são lenientes com o delito, do banal à corrupção, naturalmente proporcional ao tamanho do Estado. E os da base da pirâmide mal tomam conhecimento do assunto: a vida penosa os pauta no mercado eleitoral pela esperança no Estado promitente provedor de suas necessidades. Sob tais padrões a irrelevância da ética não pode causar surpresa.

Eu chamo isto de “obesidade” do Estado. O almirante chama de “demanda psicótica”. Ambos concordamos em algo: há uma doença em curso.

Claudio

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