Em breve, nos links fixos…

Liberdade Econômica.

Claudio

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Private Trash Collector? Yes.

Big Bear’s Pizza, a pizza delivery company in Kitakyushu, has launched a program in which it will take back old newspapers from households in the motorbike’s storage box after delivering the pizza. The box can hold a bundle of newspapers 25 centimeters thick, or the equivalent of one month of daily newspapers. The company, which thinks this is the first service of its kind nationwide, donates the old paper to paper drives conducted by municipal or children’s groups.

It’s markets everywhere…

Claudio

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Nepetismo, não!

Duke of Hazard – com razão – protesta contra esta nefasta prática da qual o partido do presidente LLUULLAA é antigo adepto.

Já o sindicato dos funcionários do BC, bem, sindicato, já viu, né?

Claro, eu apóio Duke sem ressalvas. Antes perder os inimigos do que os amigos (ou a piada).

Claudio

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Isto é que é bacana

A ANAC ajuda a manter a prática do “overbooking”?

Marcelo Soares, citando a mesma matéria que Roberto Romano citou no link acima, mostra como funciona a ANAC da era pós-FHC:

ANAC – Longarina de 4 lugares, preço unitário R$ 1.089,00
JF-RJ – Longarina de 4 lugares, preço unitário R$ 423,00

ANAC – Mesa diretor, preço unitário R$ 2.620,00
JF-RJ – Mesa diretor, preço unitário R$ 442,00

ANAC – Mesa oval de reunião, preço unitário R$ 3.586,00
JF-RJ – Mesa oval de reunião, preço unitário R$ 1.630,00

Ah sim, JF é a Justiça Federal.

Será que o pregão eletrônico é uma solução interessante para a ANAC?

Claudio

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Longe de Deus, perto do Brasil

“…o demonio, tanto que daquella terra começou a vir o pau vermelho chamado Brasil, trabalhou que este nome ficasse na boca do povo, e que se perdesse o de Santa Cruz, como que importava mais o nome de um pau que tinge pannos, que o daquelle pau, que deu tintura a todolos Sacramentos per que somos salvos” [João de Barros, Décadas, 1a , v.2, tal como citado por Rodolfo Garcia, Ensaio sobre a História Política e Administrativa do Brasil (1500-1810), p.48].

Eu sabia que este negócio de pau-brasil não ia dar certo… 🙂

Claudio

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Government Failures, Colonial Brazil Style

Ainda falando do livro de José Gabriel de Lemos Brito, olhe que bacana, leitor, esta outra. Ao comentar os impactos econômicos de algumas leis da metrópole em 1761, o autor fala de uma que determinava um teto para a riqueza dos brasileiros. Algo assim: passou de um limite X de riqueza, deve-se voltar a Portugal e lá aplicar os ganhos.

Aí é que vem o interessante trecho:

Aqui, no Rio, foi esta lei que determinou a chamada Cidade das Três Portinhas. Quem morava em tais casebres era pobre. Para não terem que tornar à pátria, os remediados e os ricos iam construindo casinhas de três portas, onde moravam. O Rio chegou, em certa época, a só ter dessas construções para residência de sua população. Os morros de casebres, as favelas da cidade, tiveram essa origem. [p.162]

Olha, já ouvi gente dizer para mim que a importância dos incentivos sobre a ação das pessoas era fruto de minha visão “limitada” (quando não “importada dos EUA”). Ao ler o trecho acima, tenho a certeza de que continuo no caminho certo…

A História Econômica, quando bem feita, é fascinante. Caso contrário é verbodeologia (verborragia + ideologia).

Claudio

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Rent-seeking, Colonial Brazil style

José Gabriel de Lemos Brito, em seu “Pontos de Partida para a História Econômica do Brasil”, de 1939, começa, assim, sua crítica da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão:

…Pombal absolutamente não foi o caráter isento de paixões que os seus exaltados foliculários apregoam. Em seu governo avultaram, com espantosas injustiças, os grandes negócios, que hoje assinalam as democracias.

Com certa diplomacia, diz:

O ministro queria, de verdade, fomentar o progresso nacional; mas, deixando-se, intencionalmente ou não, emaranhar nos laços da gananciosidade dos capitalistas, chamados à execução de tantas obra e empresas, e a despeito de sua austeridade, não soube esquivar-se à larga série de favores e obséquios pessoais com que os distinguiam os padres Mansília e outros indivíduos que logravam com tais agrados amansar o violento reformardor. [p.163]

Então, a culpa é dos capitalistas, heim? Ok, no tempo em que ele escreveu não se falava de “rent-seeking”. Mas o curioso é que a idéia que o leitor faz, de sua análise, é que havia um benevolente, embora duro, é verdade, Pombal, que foi corrompido pelo terrível “mercado”.

Aí você segue o texto e, na mesma página da última citação (p.164), você descobre que Pombal acreditava que a intervenção estatal na economia não era, digamos, justificada por falhas de mercado. Ou então, como explicar que, na hora de arrebanhar acionistas brasileiros para a Companhia, o irmão de Pombal (opa! nepotismo, ainda que tardia!) usasse de meios algo heterodoxos:

Como não surtisse efeito a exposição [das vantagens da Companhia], apelou para as ameaças…O rei queria a companhia, seria melhor ajudá-la como amigos, que se queixarem mais tarde, vendo que a poderosa empresa não os tratava como tais…

O que se depreende é que a acusação contra os “capitalistas” é, na verdade, uma crítica do modo “rent-seeker” de governar que Pombal adotou. É só ler o resto do capítulo para se perceber isto.

Não é interessante? O livro vale a leitura. Para mim, que gosto do tema, o capítulo da Companhia do Grão-Pará e Maranhão é um dos mais bem escritos e cheios de insights que eu já li. João Gabriel prestou um belo serviço a este pobre escriba.

Claudio

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Megalomaníacos

“[o] governo brasileiro esforçou-se até o último momento para encontrar solução pacífica para a questão iraquiana”. Mencionou ainda que o presidente Lula chegou a tratar com vários líderes mundiais sobre as alternativas para evitar o conflito armado, iniciado em março de 2003, e o seu prolongamento. Entre seus interlocutores estavam o secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, e o Papa João Paulo II, falecido em abril de 2005.

Uau, que bom motivo para viagens internacionais!

Quanto à eficácia, bem, “gestão por resultados” é coisa de neoliberal, né? Deixa nhônhô passear…

Claudio

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As origens socialistas dos governos iniciais de Taiwan

Yet when Chiang returned to China in 1937, the 28-year-old communist supporter became an assistant to his father Chiang Kai-shek (蔣中正) even though he publicly denounced his father as the people’s enemy shortly after he massacred Chinese communists and workers in Shanghai in 1927. The pragmatic young leader quickly became politically strong. His former subordinates in China thought of him as an incorruptible supervisor who learned from his Soviet training the art of winning support from common people.

Nada como uma revolução cultural para criar conflitos de gerações. Mao deve ter ficado orgulhoso. A fonte da notícia é esta.

Claudio

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Calcule a elasticidade

Eis a notícia:

Controversial trash tax may be slated for Miyako Jima
Posted: December 27, 2006

The 20,000 tons of refuse created each year on Miyako Island are processed free of charge at landfills.

That could change next year with adoption of a controversial payment charge being instituted. The local Administration and Finance Reform Committee is pushing a plan to begin charging for trash handled by the city. The proposal would generate ¥80~100 million annually.

The committee thinks the disposal fee would reduce the amount of trash tossed away, causing many citizens to use recycle systems. The Miyako Jima City Mayor, Akira Ishimine, says the plan would create charges of ¥15~30 per bag of garbage, and would require stickers be issued for large size items being discarded.

The mayor warns, though, that “Unlawful dumping could happen because of the system. I want citizens to be enlightened, and to make efforts to keep Miyako beautiful.” Ishimine says the new tax would allocate money to cover maintenance management costs, environmental cleanup charges, and provide money to support volunteer projects.

Hoje há 20 mil ton de lixo a preço zero. Mas o plano é cobrar 15 mil ens/unidade. Se a receita prevista é de 80 mil, então devem estar a prever aproximadamente 5 mil toneladas de lixo (80/15).

Neste caso, temos uma variação do preço de zero para 15 gerando uma variação de quantidade de 20 para 5. Em outras palavras, a elasticidade-preço desta demanda seria de -15/15. Vale dizer, de maneira bem grosseira, se o imposto aumentar em 1%, o lixo disposto diminuirá em exatamente 1%.

Comentários?

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Números que eu gostaria de ver para o Brasil

Kids these days are studying less across the board. The 1990 survey found that students at second-tier schools studied 112.1 minutes at home on average, almost as long as their elite school counterparts, “as they wanted to catch up with and overtake the top students,” Mimizuka said. “But now they do not have to study so hard because they can easily go on to college.”

Taí um número que preocupa a sociedade japonesa: só 112.1 minutos em média. Qualquer ministério da educação deveria medir isto. Alguém sabe do caso brasileiro?

Claudio

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Qual deles se vendeu ao mercado?

A moçada que idolatra o tal “software livre” (note bem: eu disse “idolatra”) vai entrar em pânico quando ler isto.

Sim, mesmo em “open source”, lucro é uma motivação. Nós, consumidores, gostamos, porque obtemos o mesmo produto a um preço, digamos, nulo (lembre-se que não existe almoço grátis…alguém paga pelo produto). Mas não se deve ser tão ingênuo a ponto de achar que vivemos num mundo de custo zero.

Claudio

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