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Por que o Brasil não cresce?

Porque já é adulto? Ou lhe faltam umas invasões territoriais? Talvez seja a falta de fome. Ou, claro, talvez seja burrice.

Não me leve a mal, mas também não menospreze o argumento. Reproduzo o exemplo que ouvi outro dia, num Seminário: “a política monetária melhorou nos últimos anos porque mais gente que aprendeu economia (= fez seu Ph.D. numa boa universdidade da civilização) voltou e foi trabalhar no Banco Central e/ou áreas afins”.

Em outras palavras, “burrice” pode ser um nome feio, mas o sentido técnico é claro: boas idéas não são, definitivamente, más idéias. E não falo do bom e velho Houaiss. É questão de testar na prática.

Talvez todos os candidatos a todos os cargos eletivos neste país devam, em algum momento, serem expostos a este tipo de argumento. Poderia melhorar um pouco, acho.

Eu realmente acho este artigo uma das contribuições mais interessantes – e menos exploradas por motivos óbvios – à literatura de crescimento econômico das nações. Convergência é a tendência. Mas há muitos controles a se considerar, se é que você me entende.

Claudio

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Arrogância imperial

O governo chinês se opõe firmemente a isso. O governo chinês exige que a Coréia do Norte abra mão de seu programa nuclear e suspenda qualquer ação que possa agravar ainda mais a situação (…).

E você achava que o governo americano é que era unilateral. E você também achava que exigências de um governo eram sempre ruins para a paz.

Certamente o governo “de esquerda” de Kim Jong Il conseguiu dar mais um passo para sua estranha política externa. Ficou isolada da ditadura amiga (China), do país que viu seus cidadãos serem raptados na década dos 70 pelo governo norte-coreano (Japão) e pelo país que invadiu e tentou conquistar na marra (a Coréia, digo a Coréia do Sul, já que a carnificina é que gerou a divisão…).

Kim vive bem. Seu povo, contudo, não pode dizer o mesmo.

Este foi nosso “momento ciência política” do dia.

Claudio

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