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O pensamento não-convencional e a ciência

Lembra da citação do Ali Kamel que fiz ontem? Pois é. Veja só esta.

A few years ago, a book by William Bowen and Derek Bok paraded various statistics that they interpreted as proving the success of policies of preferential admission of blacks to colleges and universities.

A chorus of praise for this study was heard throughout the media and echoed in academia and among liberal politicians. The study was later cited in a landmark Supreme Court decision on affirmative action.

Not everyone thought this was a great study, however — or even an adequate study. But no one was allowed access to the raw data on which the Bowen and Bok study was based. So no one else could run the numbers for themselves and reach their own conclusions.

Those who sought such data included Harvard professor Stephen Thernstrom, whose long and distinguished record of scholarship included being one of the creators of the Harvard Encyclopedia of American Ethnic Groups. He was refused access to the data.

Viu, né? Thomas Sowell, que é contra as quotas, narra um caso no qual um grande defensor das quotas não conseguiu acesso aos dados de um artigo escrito por outros defensores de quotas.

Periódicos científicos de Economia geralmente pedem que os autores lhes enviem os dados para que os pareceristas se divirtam um pouco: é o tal pensamento convencional, de que fala Ali Kamel. Envolve lógica, estatística e honestidade intelectual.

O que não é isto é chamado de “pensamento não-convencional”.

Claudio

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