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Google, google, amigos a parte

Já se foi o tempo em que o efeito da maconha era forte e todos os viciados acreditavam que a Google era uma empresa “que não visava lucros e, portanto, seria a alternativa contra o império do mal de Bill Gates”. Sério, tinha muita gente levando isto a sério.

Aí a Google foi à China, curvou-se à ditadura e todos começaram a pensar se a empresa era uma “ONG” ou uma “empresa” mesmo. Dissipadas as dúvidas, o que descobrimos é que o povo da Google é, sim, muito bom de maximização de lucros, inclusive com seu programa de mapas.

Moral da história? Nenhuma. Qualquer um sabe que um empresário quer cobrir seus custos e obter algo mais. E também sabe que não dá para fazer isto deixando de lado o consumidor, exceto em ambientes institucionais nos quais o que vale é o partido popular, não o povo, como na China.

Bacana a idéia do povo da Google.

Claudio

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