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Futebol também é economia

Duas pesquisas realizadas por economistas norte-americanos confirmaram o chavão consagrado por locutores: disputa de pênaltis é loteria. Segundo eles, o índice de acertos é sempre parecido, em torno de 75%, independentemente do canto escolhido pelo cobrador e do pé utilizado na cobrança. O assunto foi tema de matéria na edição deste domingo do jornal norte-americano The New York Times, que expandiu sua cobertura de futebol com a Copa do Mundo.

Eu não disse? Eu não disse?

Claudio

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Limões na copa?

O Brasil é um país de imigrantes. Sabemos disso há 500 anos. No entanto, entra Copa, sai Copa, ninguém se esforça para pronunciar o nome de japoneses (ou croatas) de maneira correta.

Idealmente, existiria uma demanda por nomes corretos e isto geraria um custo ínfimo de se contratar um tradutor para um serviço relativamente barato, não? Isto não ocorre porque é um problema Akerlofiano de limões?

Palpites?

Claudio

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A economia política do terrorismo brasileiro

Eis uma notícia perturbadora.

O diretor-geral da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Gustavo Moura, defendeu a hoje que Luiz Henrique Franco Timóteo, que admitiu ter espalhado a praga em entrevista à revista, seja investigado pela Polícia Federal e responsabilizado pelas sabotagens às lavouras de cacau nos anos 80. “Isso é um caso de polícia”, disse Moura.

Franco Timóteo confessou ter organizado ações para espalhar a praga nas lavouras cacaueiras no sul da Bahia com o objetivo de atingir o poder econômico e político dos barões do cacau. Militante do PDT na época, Timóteo acusou pessoas ligadas ao PT de terem ajudado na disseminação do fungo da vassoura-de-bruxa. “Um indivíduo que assume isso está assumindo uma ação criminosa e deve ser responsabilizado”, acrescentou o diretor da Ceplac. Franco Timóteo contou que trouxe os ramos infectados com a vassoura-de-bruxa do Norte do País, onde a praga é endêmica.

Se isto for confirmado, estamos diante de um crime de proporções graves. Não se trata apenas de uma tentativa de greve ou uma passeata. Trata-se de um grupo de pessoas que apostou em um ato clandestino de terrorismo biológico.

Isto mostra que existe um problema sério quando autoridades não cumprem a lei ou relaxam no cumprimento da mesma, optando por dar ouvidos a um discurso totalmente confuso de que “a culpa é da sociedade” ou que “o problema é social”.

Também mostra que os órgãos de segurança do Estado não funcionam a contento. Para que serve um SNI ou uma ABIN se este tipo de ação não é preventivamente evitada? Por que gastar com estes caras se eles não evitam a invasão do Congresso por uma turba violenta ou um ato de terrorismo biológico como o que agora se alega?

Esperemos que a imprensa continue a divulgar notícias sobre este caso.

Claudio

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O carro da morte

O modelo favorito dos desenvolvimentistas brasileiros, a China, é meu exemplo preferido também. Só que para minha eterna ênfase na crítica que se deve fazer a este discurso neoestatista, que prega um modelo (um único, embora digam que não) político-econômico baseado no esmagamento das pessoas (coletivismo, ênfase no uso da palavra “social” para justificar qualquer bala na nuca, etc) e que, sim, pode apresentar aspectos economicamente brilhantes.

Por exemplo, pense no sistema de execuções dos inimigos do Estado na China. Além de ser o país que mais executa criminosos no mundo, ele o faz com eficiência econômica invejável: tem um veículo para agilizar seu democídio.

Ironicamente, é fácil entender porque não existem tantos defensores dos Direitos Humanos nas prisões da China quanto, digamos, no Texas. Afinal, falar é fácil. Fugir do carro da morte e de governos “democráticos e populares” é bem mais difícil.

Os chineses que o digam.

Claudio

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