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Grandes Dicas………

de um grande pesquisador: Eric Rasmusen.

Notes on Writing, Talking, and Listening.

Ari

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Homenagem às feministas sérias

Trecho: Iranian police with batons and shields beat women’s rights
demonstrators in a downtown Tehran square Monday, injuring one
protester and detaining 20.

[…]

he protest by about 200 women was organized by a previously unknown
group calling itself the Labor and Communist Party. An invitation
delivered to The Associated Press on Sunday demanded equal rights for
women and the nullification of a law allowing Iranian men to have four
wives.

“We are women, we are human, but we don’t have any rights!” protesters chanted.

Claudio

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Onde estão as elites brancas? – I

(…) em 2002, segundo o Siafi, o Estado de São Paulo recebeu R$ 223,2 milhões de fundos federais para a segurança pública; em 2003, primeiro ano da gestão Lula, R$ 65,3 milhões; em 2004, melhorou um pouquinho: R$ 93,5 milhões. No ano passado, despencou para R$ 29,6 milhões: uma queda modesta de 86,7% em relação ao ano anterior. Mas Márcio Thomas Bastos finge acreditar que se instalou em São Paulo uma linha de produção do crime por obra de seus adversários políticos.

Os outros Estados, especialmente os governados pela oposição, não tiveram sorte melhor. Dos R$ 512 milhões autorizados para gastar com segurança pública, o governo que Bastos defende com tanto denodo executou, de fato, R$ 147,3 milhões — ou 28,7% do total. Os dados são do Siafi. Não foram inventados por Primeira Leitura nem pelo PSDB. Ademais, quando teve de encontrar um lugar seguro para prender Fernandinho Beira-Mar, o ministro da Justiça não viu mal nenhum em recorrer a São Paulo; tampouco se incomodou em receber uniformes e coturnos do Estado quando deslocou a Força Nacional de Segurança, uma extravagância inoperante, para Vitória. A linha de produção da violência, parece, começa no Palácio do Planalto. Em dez anos, os homicídios dolosos em São Paulo tiveram um recuo de 42,6%; extorsão e seqüestro caíram 74,5% em quatro anos, e os crimes de latrocínio baixaram 39,3% no mesmo período. Os números estão aí, para o ministro contestar. [Fonte: Primeira Leitura]

Orçamento público é sempre uma coisa nebulosa. Bom mesmo seria que o SIAFI fosse aberto a todos, para consulta. De qualquer forma, os números acima dizem parte da história. Falta saber um pouco mais da evolução dos gastos dos governos estaduais com relação à violência. Mas, certamente, não foi o governo federal o maior ajudante dos governadores nesta história…

Claudio

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Por que não criar mais presídios federais ao invés de universidades federais?

Bom humor em eras de trevas.

Afinal, esta notícia é de arrepiar.

Manter um presidiário no Brasil onera os cofres da União em aproximadamente R$ 18 mil por ano. De acordo com estimativas do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), cada presidiário custa em média, de R$ 1.000 a R$ 2.000 por mês, o equivalente a mais de quatro salários mínimos, fixados em R$ 350,00. Um estudante das instituições públicas no país custa a metade desse valor. Segundo pesquisa feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU), um estudante universitário custa aproximadamente, R$ 790 por mês e R$ 9.488,00 por ano.

Agora, o problema é o seguinte: alguns propõem “penas alternativas” para minorar este problema. O complicado é saber se existem evidências – estatísticas mesmo, ora bolas – de que penas deste tipo geram mais benefício social do que custo. É, certamente, um trabalho difícil, que exige um bom conhecimento técnico. Mas se eu fosse um cientista social preocupado, realmente, com problemas sociais, não me empenharia ao máximo para fazer uma pesquisa destas com o maior rigor técnico possível?

Claudio

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A Economia Política ou a Política da Economia?

Outro dia li um destes caciques da velha esquerda dizer que seu partido não tem, ainda, candidato à reeleição, e que alianças, só programáticas.

A Economia Política não me permite distinguir entre “virtuosos” e os outros. Mesmo porque, negociação tem dois lados. Claro, o partido do atual ocupante da Granja do Torto voltou às origens e não quer saber de independência do Banco Central, o que é compatível com esta visão, digamos, racional, do processo eleitoral (meus amigos sociólogos chamariam isto de “eleitoreira”, mas muitos deles “torcem” pelo tal partido).

Por falar na política, que tal se a UDR fizesse reféns no campo? Aposto que seria matéria de blogueiros e jornalistas por meses. O que eu acho curioso mesmo é porque os que fazem reféns são diferentes dos que depredam. Para mim, ambos envolvem muita violência.

Claudio
p.s. Ari, meu filho, cadê você?

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