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Nosso presidente é Papai Noel…..sabia que a barba branca serviria para alguma coisa!

Bom, demorei mas estamos aqui. Como diria o jogador de futebol “médio” (em qualquer sentido), chego para somar….hahaha. Espero que o Leo, pelo menos eventualmente, apareça com suas dicas e comentários.

Como nosso governo vem se mostrando “o que há” em política externa, aí vai mais uma pérola:

Lula diz que Brasil comprará gás da Bolívia para ajudar.

O pior disso tudo é que o Grande Plano que reduzirá a dependência já é criticada por especialista (não é factível quanto aos prazos e resultado prometido).

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Os políticos devem estar loucos

Segundo esta notícia, o atual ocupante da Granja do Torto diz que o governo brasileiro comprará gás da Bolívia “para ajudar”.

Eu concordo que ele estará ajudando alguém. Só não sei exatamente quem.

Se o raciocínio é correto, deve-se defender: (i) a cartelização da economia formal; (ii) a cartelização da economia informal, preferencialmente com a aceitação, por parte do Poder Público, das máfias e PCCs; (iii) o fim da política antitruste no Brasil e sua imediata substituição pela política “social” que consistirá em preços mínimos acima do equilíbrio no respectivo mercado.

Claro, não vale ter inflação ou crise.

Claudio
p.s. Claro, se o mercado funcionasse livremente, o governo poderia comprar gás mais barato em outro lugar e/ou escolher investir em fontes alternativas. Mas, obviamente, isto seria um acinte aos pobres da Bolívia…

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Incentivos…de novo

Lembra daquele post que eu fiz sobre incentivos, com indicação para um link sobre a seleção sul-coreana? Na pobre Angola, cada gol vale U$ 5 mil.

Vai aí minha sugestão: a cada ponto percentual de crescimento econômico sem inflação, o presidente angolano leva um adicional de 5% no salário.

Mas tem de ter as contas auditadas por agência externa independente. Topa?

Claudio

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Pessoal do “Direitos Humanos”, leiam isto

“Não pára por aqui. Levanta aí, procura levantar onde tem, onde mora agente penitenciário, diretores (de presídio) e políticos. É pouca idéia. O negócio é botar pra arrebentar, a ordem é matar sem dó”

Políticos, burocratas, todos na mira do PCC. Claro, não tem nenhum dirigente de ONGs. Mas, pense bem, é este o comportamento revelado pelos criminosos. E olha que já iam assistir TV na Copa do Mundo. A pergunta simples é: como um cara destes ajudará na diminuição do nível de criminalidade?

Difícil, não? Não me ache culpados. Quero soluções. Alguma sugestão?

Claudio

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Outros modelos político-econômicos são possíveis

Não é mesmo? Todo mundo diz isto. Marx também disse, mas nunca se deu ao trabalho de explicar detalhadamente como seria isto. Ou morreu antes de fazê-lo e, bem, o custo de oportunidade dele explicar algo relativo a brigar com Bakunin e incitar revoluções pode ter sido favorável à “práxis”.

De qualquer forma, há sempre esperança (palavra tão bonita quanto vazia): existe o exemplo chinês (celebrado por muita gente aqui) e o norte-coreano (celebrado por muita gente, mas mais discretamente).

É isto aí. Cuidado com o que deseja, leitor. Pode ser que você seja “sortudo”…

Claudio

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Chita, King Kong e a insustentável racionalidade do ser

Se você fosse um homem racional, no sentido econômico do termo, então provavelmente você seria daqueles caras que sai de casa prevenido.

Por exemplo, se você não é tão averso ao risco (o termo mais preciso é averso mesmo), você não sai de casa com guarda-chuva todos os dias. Agora, se for muito averso ao risco, sai de casa com guarda-chuva, provavelmente, todos os dias.

Assim, em média, há pessoas mais ou menos amantes do risco (ou aversas ao risco) e observamos uma diversa distribuição, digamos assim, de guarda-chuvas nas ruas, durante um dia.

Ok, isto é muito “simplista”, “abstrato” e tudo o mais que você quiser – injustamente? – dizer sobre o modelo econômico simples da teoria do consumidor.

Pode ficar bravo conosco, pode xingar, fazer discurso, mas o fato é que até macacos são racionais. Imagino que, se somos mais evoluídos, o que deve acontecer é que consideramos outras variáveis adicionais às nossas decisões. O que não imagino é um ser humano mais evoluído não conseguir mostrar, em ações, o que é que prefere.

Claudio

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