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Baumol’s cost disease

Tá sem inspiração para temas de pesquisa? Gustibus, bondosamente, dá uma ajudinha:

William Baumol and his co-authors have analyzed the impact of differential productivity growth on the health of different sectors and on the overall economy. They argued that technologically stagnant sectors experience above average cost and price increases, take a rising share of national output, and slow aggregate productivity growth. Using industry data for the period 1948-2001, the present study investigates Baumol’s diseases for the overall economy. It finds that technologically stagnant sectors clearly have rising relative prices and declining relative real outputs. Additionally, technologically progressive sectors tend to have slower hours and employment growth outside of manufacturing. Finally, sectoral shifts have tended to lower overall productivity growth as the share of stagnant sectors has risen over the second half of the twentieth century.

Claudio

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Minha solidariedade aos familiares dos seres humanos mortos que foram esquecidos: os policiais

Reinaldo Azevedo me lembrou disto.

Não, não serei eu a atacar a política de diretos humanos para presos — ela deve valer para qualquer um. Em São Paulo, um estadista chamado Franco Montoro a impôs como diretriz a uma polícia que havia sido talhada para matar primeiro e perguntar depois, uma herança do período de arbítrio. Mas isso é muito diferente de impunidade, que é do que estamos tratando agora. A violência explode no Brasil porque o Estado não cumpre a sua parte e porque os governantes não têm o saudável senso de vergonha na cara. À pregação supostamente ética das origens sociais da violência corresponde uma política de acomodação com o crime organizado. Esse equilíbrio no terror é diligentemente vigiado por ONGs que se querem defensoras da paz.

É uma gente, como direi?, intelectualmente pornográfica. No dia seguinte ao massacre dos 111 no Carandiru, estavam nas ruas. E fizeram bem em protestar. Mas e agora, diante das dezenas de corpos de policiais? Onde estão? Faço de novo a pergunta que já fiz na edição anterior: cadê os padres de passeata? Mobilizaram-se contra o absurdo massacre dos 111 porque, afinal, a cultura democrátia e humanista não admite certos procedimentos ou porque se sentiam irresistivelmente atraídos pelo crime, vendo nele uma espécie de resistência à, sei lá, moral burguesa?

Pode-se até dizer que há violência do dois lados, mas isto só reforça o argumento: por que só tem filme denunciando um dos lados?

Leia todo o texto antes de criticar. Faz parte do bom exercício intelectual.

Claudio
p.s. há sociólogos e (s)ociólogos, diria Gaspari…

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