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A diplomacia brasileira já foi mais ambiciosa


Fonte: esta.

O partido do presidente, em sua facção gaúcha, realmente produz resultados interessantes.

ÉPOCA – Alguns países anunciaram que poderiam asilar Saddam Hussein. O Brasil aceitaria recebê-lo?
Marco Aurélio Garcia – O Brasil não foi consultado sobre o assunto. Mas aceitaria se isso ajudasse a resolver a crise do Iraque de forma pacífica. Nessas condições, acho que qualquer país se disporia a receber Saddam Hussein.

Acho que o Butão também não foi consultado sobre o assunto. Nem a Somália. Mas não sei se teriam a mesma postura de Garcia (e de seus comandados (?) no Itamaraty?).

Enquanto isto, o indiozinho das bolachas Aymoré continua morrendo de vergonha do que acontece na América Latina.

Claudio

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No aguardo de comentários

“Incentives do matter, although the obsession of many economists with this idea can become tedious. It is important to stop short of the barmy extremes of some Chicago economists – who would get married to derive economies of scale in household production and commit suicide when the net present value of future utility becomes non-positive (after allowance for the value of future options to commit suicide, calculated using the Black-Scholes formula). They discredit the profession as much as the “up and down” economists do. The ordinary business of life must keep some room for love and soul.”

Claudio

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O viés da mídia está na manchete? Liberdade da mídia e Liberdade econômica…na práxis brasileira


Fonte: esta.

Fica a pergunta ao leitor: desde quando, onde, como se manifesta a tal crise do capitalismo citada na enquete (clique no link para ver a pesquisa)?

Falando nisto, este artigo começa bem, mas o autor não fez o dever de casa. Fica no genérico. Fala-se de “regulamentação” mas não diz qual. Por exemplo, considere o seguinte trecho:

Ignorância em história econômica e/ou história geral: a humanidade sempre avançou quando buscou algum tipo de codificação e controle. O livre-arbítrio individual interrompe-se quando pode afetar a soberania do grupo.

Um mínimo de ordem no coreto só melhora a qualidade da banda.

Eu concordo com o problema da ignorância. Por outro lado, Hitler teve uma banda bem afinada durante muito tempo e seu discurso sempre foi pelo controle de grupos (codificação então, nem se fala). Não coloco minha mão no fogo pelo articulista, mas eu suspeito que ele não defende ditadores.

Mas aí precisa ser mais preciso na argumentação, não?

Claudio

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Morales enterrou de vez a lenda do “bom selvagem”. Bye bye, Rosseau.

Êta indiozinho mentiroso.

Claudio
p.s. E, claro, a culpa é da imprensa, diz o aprendiz de expropriador. O alvo? Provavelmente os Repórteres sem Fronteiras que, há anos, incomodam o maior amigo de Morales e Chávez.
p.s.2. Esta crise se resolverá em conformidade com o calendário eleitoral? Afinal, no Fórum de São Paulo são todos amigos, a UNE acha ótima a expropriação e até Carlos Lessa prefere isto do que uma Petrobrás “com ações em bolsa”. Apostas abertas.

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O referendo resolveria só 2/3 do problema, se o comércio de armas fosse proibido?

Rio: 1/3 das armas apreendidas vêm de órgãos de segurança

04h06 — N’O Globo, por Fábio Vasconcellos: “Um levantamento preliminar feito pela CPI do Tráfico de Armas, a partir da apreensão de cerca de mil armas que estavam nas mãos de bandidos no Rio, mostra que quase um terço delas foi desviado de órgãos de segurança, como quartéis do Exército, da Aeronáutica e da Marinha, e das polícias Militar, Civil e Federal. A CPI, aberta na Câmara dos Deputados, ainda está analisando os dados de outras 42 mil armas retiradas dos criminosos entre 1998 e 2003. Já se sabe que, desse total, cerca de 7.500 foram fabricadas no exterior. Segundo o sub-relator da CPI, deputado federal Raul Jungmann (PPS), o número de armas apreendidas no estado deveria ser maior, já que aproximadamente dez mil pistolas, fuzis e revólveres sumiram da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos (Dfae), também entre 1998 e 2003. O deputado considerou preocupante o grande número de armas desviadas das forças policiais. A Secretaria de Segurança informou que já foi realizada uma devassa na Dfae para descobrir os envolvidos no desvio de armas e munição. A investigação, segundo a secretaria, levou à prisão de um inspetor, por envolvimento no crime de desvio de material. A inspeção inicial constatou a liberação irregular de cerca de dez mil projéteis e não de armas. — Isso quer dizer que esses órgãos de segurança precisam urgentemente reformular suas políticas de seguranças, porque eles estão servindo, ainda que involuntariamente, de braço para armar o próprio crime — afirmou Jungmann.”

O pior não é isto. O pior é que como estes caras podem comprar armas sem restrições, este 1/3 poderia se transformar, ao longo do tempo, em 1/1 das armas ilegais.

Claudio

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