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Não li e já gostei

Os brilhantes Acemoglu e Robinson sintetizam suas pesquisas em um livro:

Leo

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Fala, almirante!

O Brasil mergulhou nessa confusão, manifesta em fatos como, por exemplo, a freqüente atribuição da culpa pelos episódios de violência menos a quem desrespeita a lei e mais aos instrumentos legais que devem garanti-la, sistematicamente prensados entre a brutalidade dos praticantes do desrespeito e o vilipêndio sensacionalista. Não foi à toa que, num caso de invasão rural (mídia, 12/11/2003), o Comandante policial desistiu de chegar ao local cujo acesso fora bloqueado, com receio de ser acusado de violência, se insistisse em fazer cumprir a lei. O surrealismo da situação é refletido na frase de um cidadão que, opinando sobre a violência no Rio de Janeiro, declarou que a repressão é um recurso da direita – uma opinião curiosa, à vista da repressão ao desrespeito à lei nos regimes mais à esquerda; teria sido interessante conhecer sua opinião sobre a repressão ao desrespeito à lei na China e em Cuba…


Não discordo
.

Claudio

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A batalha final dos lingüistas

A batalha final entre os lingüistas sobre a existência de uma gramática universal está sendo travada no estado do Amazonas. Os tais índios Pirahã não tem palavras para cores, números, orações subordinadas, nem nada mais. Se for verdade – e não o papo do único gringo que aprendeu a língua – a visão hegemônica sobre o funcionamento da nossa cachola terá que ser revista.
Para resolver a questão, uma tropa de lingüistas de primeira linha vai lá investigar. (Pobres dos índios…)

(via Aldaily)

Leo.

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