Uncategorized

Você teve infância?

A minha dura até hoje.

Ultra-Claudio

Continue lendo “Você teve infância?”

Anúncios
Uncategorized

Galbraith estava errado. Mas era um bom sujeito

Perhaps his most famous book was The New Industrial State, in which he argues that some of the larger firms in the United States form what he called the “technostructure.” The technostructure firms were widely held, by many stock owners, few of whom had the incentive or power, to closely monitor whether the firms’ managers were serving the stock owners by maximizing profits. As a result, the technostructure firms’ managers were free to pursue other goals, such as their own power. (Galbraith was OK with the assumption that firms outside the technostructure were maximizing profits.)

Harold Demsetz tested this hypothesis by comparing the rate of profit of firms in and out of the technostructure, reasoning that if technostructure firms were not maximizing profits, we would expect their profits to be lower than those of other firms. He found that there was no difference between the rate of profits of the so-called ‘technostructure’ firms, and the non-technostructure firms. Demsetz’s conclusion was that there was no distinguishable technostructure, and no new industrial state.

Claudio

Continue lendo “Galbraith estava errado. Mas era um bom sujeito”

Uncategorized

Avaliação de políticas públicas…mesmo

Eis aí um mini-curso bacana. Assisti, não sei se conseguirei fazer a lista de exercícios, mas, independentemente de qualquer coisa, devo dizer: é bom pacas.

Avaliar políticas públicas é tarefa séria e que não é fácil. Não basta um belo “blá” num jornal “pop”, no caderno “intelectual”. Tem de escarafunchar os dados. E como!

Claudio

Continue lendo “Avaliação de políticas públicas…mesmo”

Uncategorized

Contra a falta de idéias, degustibus

Este blog fez uma rápida pesquisa para você, leitor.

Eis alguns interessantes posts com idéias para você melhorar a qualidade de seus trabalhos: este, este, este, este, este, este e este.

Sente-se confuso? Claro. De nada adianta eu te dar um monte de idéias se você não começou a pensar nas suas próprias. Além disto, tem o meu custo de oportunidade de organizar tudo, né?

Aliás, perceba que os links fixos ao lado aumentaram…

Claudio

Continue lendo “Contra a falta de idéias, degustibus”

Uncategorized

Por que a Espanha não reagiu? – IV

Mais uma opinião sobre o calote boliviano. Note que, ao mesmo tempo, o Uruguai negocia uma saída discreta do Mercosul com os malditos e terríveis norte-americanos, estes mesmos que o discurso proto-xenófobo (= neopopulista) adora usar em seus delírios “analíticos”.

Uma outra política externa é possível? A do Forum Social Mundial eu já conheço: é a de Chavez, Castro, Morales, Lula e cada um dos que compareceram às várias edições do FSM e aplaudiram as propostas.

Claudio
p.s. Gaspari, hoje, fala de desigualdade de renda e dos presentes de Chavez a gente do governo atual. Sem falar do Morales. Vale a leitura.
p.s.2. Esta foto é jóia.

Continue lendo “Por que a Espanha não reagiu? – IV”

Uncategorized

Relações perigosas

Diogo Mainardi suspeita que Carta Capital tenha relações perigosas com o poder.

O ponto é importante: jornalistas se dizem neutros e editores se acham até no direito de mudar os artigos que você lhes envia para publicação, sem qualquer respeito com o autor. E ainda reclamam de plágio!

Nem todo jornalista é bandido. Nem todo economista é bom. E nem todo político é bom. Claro.

Mas o que eu quero mesmo ver é o estudo sério de alguém sobre a prática de “rent-seeking” no Brasil, pela imprensa. Aliás, o estudo teria de ser mais amplo: viés da imprensa, financiamento dos veículos de comunicação e, claro, o efeito da concorrência sobre o viés.

Claudio

Continue lendo “Relações perigosas”

Uncategorized

Eu e meus preços

Ouvi dizer que Ortega y Gasset escreveu algo como “Eu sou eu e minhas circunstâncias”. Se ele fosse economista, teria dito “Eu sou eu e os meus preços”.
Uma das melhores formas de perceber isso é trocar de país. De uma hora para outra, os preços relativos e sua renda real viram de ponta cabeça. E você se ajusta a isso.
Em San Diego, me ajustei aos preços baratos dos eletrônicos, gastei como nunca e, como outras diversões eram caras, meu lazer era passear pelos xopingui centers. Brincar com os Macs na loja da Apple era um programaço.
Já em Londres, o negócio é ir no British Museum, na Tate Gallery e curtir uma galeria por vez. Eu mudei? Não, mudaram os preços. Todos os museus bons aqui são gratuitos. Com isso, acabei me interessando e apreciando temas que, em outras situações, não chamariam a minha atenção.
Quem sou eu, afinal? O Leo consumista de San Diego ou o apreciador de artede Londres? Sou muitos, basta trocar os preços.

Leo

Continue lendo “Eu e meus preços”