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BRA: um estudo de caso

Então eu voltava de São Paulo. Fui e vim pela BRA. Se puder, não volto mais. O atendimento é bom, mas as aeronaves…

De qualquer forma, ainda suspeito que criaram uma escala então não-existente na época da compra da passagem (mais de um mês de antecedência).

Além disso, os atendentes não se preocupam em organizar a fila dos passageiros. Enquanto o horário do vôo se aproximava, deixaram que a fila se formasse e, na hora H, geraram um caos com gente desrespeitando a fila flagrantemente. Por que? Porque na hora em que todos ameaçaram se aproximar, a funcionária determinou que deveriam haver duas filas: uma de nós, outra de idosos e grávidas. Mais ainda, esta última seria a da esquerda.

Além disso, grávidas e idosos deveriam embarcar primeiro. Nada contra, nem a favor. Só que os assentos, embora tenham numeração, são livres. Então, de nada adianta liberar idosos e grávidas antes. Eles se sentam onde quiserem.

Pode-se dizer que a liberação é um sinal de respeito. Pode ser. Mas então a fila teria de ser subdividida desde o início, o que seria facílimo, já que as fitas divisórias já estavam arrumadas desta forma (algumas companhias separam a fila em “cadeiras até o número X” e “cadeiras depois do número X”).

Claudio

Um comentário em “BRA: um estudo de caso

  1. Culpa do codigo dos direitos do idoso!
    Agora, vamos lah, vc pagou uns tostoes e quer ser tratado como gente? Vai de Tam na proxima!

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