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Uma outra sociologia é possível…e mais democrática

Eis aí um estudo que eu gostaria de ver replicado para o Brasil.

Aqueles que (sobre)vivem na academia quase exclusivamente pelo discurso da necessidade de “pluralismo” (e não se lembram nunca de pesquisar?) bem poderiam aprender algo com isto.

Claudio
p.s. solidário com alguns, eis que divulgo este site.

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Bolívia vence a primeira batalha contra a globalização

Governo Lula foi pego de surpresa por medida de Morales

17h19 — O governo Lula foi pego de surpresa pela decisão do presidente da Bolívia, Evo Morales, de nacionalizar os campos de petróleo e gás do país e assumir o controle da maioria das ações das empresas que atuam no setor. Nesta terça, membros da cúpula do governo se reúnem com Lula para debater qual deve ser a reação. Nesta segunda, ainda sem ter detalhes sobre o decreto de Morales, o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, disse que a Petrobras deverá defender seus interesses. “Me parece que qualquer ato de soberania de um governo que fere os interesses de outros países deveria ser negociado. Acredito que a Petrobrás vai negociar seus interesses pactuados com o governo boliviano”, disse. Procurado por Primeira Leitura, o assessor especial da Presidência da República Marco Aurélio Garcia, um dos estrategistas da política externa de Lula, não quis se manifestar, mas mostrou-se surpreso com a decisão de Morales. Nas últimas semanas, o Brasil vinha tentando negociar com o presidente boliviano um meio termo para as alterações que ele pretende fazer no setor de gás e petróleo. Viu-se que as negociações foram frustradas. — Fábio Santos

Tarso Genro e Garcia estão errados. Viva Evo Morales! Viva a Bolívia bolivariana! Viva os povos nativos do continente! Viva o Social! Viva as tradições locais!

Claudio 🙂

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Votar ou não votar?

A recomendação para só escolher políticos honestos é o tipo do argumento que resolve o supérfluo, mas não atende ao essencial. É claro que ser honesto não é atributo supérfluo. O que estou dizendo é que ser honesto é base dada e óbvia para escolhas de políticos, de médicos, de professores, de motoristas, de fiscais, de jornalistas, de garis, de tudo. Fazer profissão de fé na escolha de políticos honestos é uma pirueta mental que não tira o eleitor do lugar. Da mesma maneira que não resolve a vida de ninguém a opção pelo atendimento de um médico incompetente, porém honesto. Fora da escolha tautológica dos políticos honestos, os eleitores devem se perguntar: que políticas eu quero para o meu país, a minha cidade, o meu bairro, a minha família? Que políticos, obviamente honestos, defendem as minhas políticas? Do contrário, se as políticas públicas não forem os parâmetros, e as escolhas se reduzirem à eleição de honestos porque são honestos, recomendo ao eleitor que vote apenas se as freiras carmelitas forem candidatas a santas beatificadas pelo papa.

Claudio

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O duplo critério moral…na prática (humor off-topic)

Boa pergunta do meu xará

Só não dá para entender porque as atrocidades no Sudão são mais dignas de serem combatidas que as do Iraque. Seguindo o princípio de que o Iraque não representava ameaça para os EUA, como agora as pessoas querem que este mesmo país ataque o ainda mais inofensivo Sudão?

Xeque-mate.

Claudio

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BRA: um estudo de caso

Então eu voltava de São Paulo. Fui e vim pela BRA. Se puder, não volto mais. O atendimento é bom, mas as aeronaves…

De qualquer forma, ainda suspeito que criaram uma escala então não-existente na época da compra da passagem (mais de um mês de antecedência).

Além disso, os atendentes não se preocupam em organizar a fila dos passageiros. Enquanto o horário do vôo se aproximava, deixaram que a fila se formasse e, na hora H, geraram um caos com gente desrespeitando a fila flagrantemente. Por que? Porque na hora em que todos ameaçaram se aproximar, a funcionária determinou que deveriam haver duas filas: uma de nós, outra de idosos e grávidas. Mais ainda, esta última seria a da esquerda.

Além disso, grávidas e idosos deveriam embarcar primeiro. Nada contra, nem a favor. Só que os assentos, embora tenham numeração, são livres. Então, de nada adianta liberar idosos e grávidas antes. Eles se sentam onde quiserem.

Pode-se dizer que a liberação é um sinal de respeito. Pode ser. Mas então a fila teria de ser subdividida desde o início, o que seria facílimo, já que as fitas divisórias já estavam arrumadas desta forma (algumas companhias separam a fila em “cadeiras até o número X” e “cadeiras depois do número X”).

Claudio

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Baita livro!

Eu não conhecia: Second Thoughts: myths and Morals of US Economic History. A idéia é muito boa. Historiadores econômicos de primeira (Williamson, McCloskey, Libecap, Alston…) escrevem sobre temas contemporâneos. Vejam o índice aqui. Em geral, eles vão contra o senso comum e eu mesmo me surpreendi com o tamanho da minha ignorância. No dia que eu for Imperador, o livro será leitura obrigatória!

Leo

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Os benefícios do crime organizado

Cartéis são instáveis. Sempre vale a pena uma leve traiçãozinha no acordo, o que acaba levando ao seu rompimento. Na maior parte das vezes, isso é benéfico para a sociedade.
Vejam, contudo, o caso do crack. Por muito tempo, houve um acordo informal que bania a droga no Rio de Janeiro. O motivo, vocês sabem, é que ela mata os consumidores rápido, muito rápido. Em São Paulo, aonde o crime não era tão organizado como no Rio, o crack inundou as ruas. Agora, uma facção no Rio começou a vender a droga.

Leo.

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