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Florestan, meu velho…

…olha o que os sociólogos mais novos fizeram em teu nome.

MARTA E PT — O Ministério Público de São Paulo conseguiu nesta quinta-feira uma decisão liminar na Justiça autorizando a quebra dos sigilos bancário e fiscal de entidades ligadas ao PT que prestaram serviço à Prefeitura de São Paulo durante a gestão da petista Marta Suplicy. No pedido de autorização para quebra dos sigilos, os promotores alegaram que as investigações feitas permitiram identificar um “impressionante esquema para desvio de recursos públicos, mediante indevida contratação direta e sem licitação de fundações de direito privado”. Duas entidades estão especialmente na mira dos promotores: o Instituto Florestan Fernandes (IFF) e o Sampa.org. Veja notas em Política.

Direto do Primeira Leitura, mais uma evidência de que não existe monopólio da ética na política. Talvez estejamos mais próximos da concorrência perfeita…

Claudio

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Ainda Mais Fogel

Aí vão os dados de participação no consumo norte-americano estimado pelo Fogel (The Great 4th Awakening: & the Future of Egalitarism, p. 266).

Classe________1875(%)______1995 (%)
Comida________48__________5
Vestuário_____12__________2
Habitação_____13__________6
Saúde_________1___________9
Educação______1___________5
Outro_________5___________7
Lazer_________18__________68

A novidade está na estimação do valor do lazer, que apesar de não entrar nas contas nacionais, é bem-estar também.

Leo

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Mais Fogel

Como vocês podem ver, estou em uma fase Fogel. Li outro sensacional texto dele agora: “Railroads as an Analogy to the Space Effort: some economic aspects. Economic Journal, 1966, v. 76, pp. 16-43.”

Ele sintetiza sua conhecida posição de que as ferrovias não foram importantes para o desenvolvimento norte-americano e, o que é mais bacana, é bastante cético quanto aos benefícios do programa espacial. E ele disse isso em 1966, em plena corrida espacial.

Leo

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McCloskey sobre Fogel

“I once tried to persuate him at lunch that certain activities in mathematical economics, hostile to his empirical values, were not good for economics. No, said he: we cannot tell; the investment in today’s existence theorem may pay off in the next century.”

“… Fogel does not view demographers and historians as engaged in som e ohter enterprise, which we economists safely ignore. Like most economists he believes in intellectual specialization. But unlike economists he is consistent in his economics: after specialization he also believes in trade, rather than pilling up of exports unsold in the backyard.”

(Strategic Factors in 19th American Economic History: a volume in honor of Robert Fogel.)
Não se o que é melhor: saber que o Fogel é um baita sujeito; ou a qualidade da prosa do Sr.(na época) McCloskey.

Leo

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