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Perguntar não ofende

Parece que quanto mais machão é um homem – pelo menos de acordo com seus hormônios – mais a visão de uma mulher atraente afetará seu julgamento. Pesquisadores da Universidade de Leuven, na Bélgica, pediram aos homens que jogassem um jogo em que partilham uma certa quantia de dinheiro entre eles. Homens com altos níveis de testosterona fizeram a negociação mais dura – a não ser quando haviam visto antes imagens de modelos de biquíni. Neste caso, eles ficaram mais suscetíveis a aceitar propostas piores.

A visão de mulheres fez menos efeito nas táticas dos homens com menores níveis do hormônio.

A descoberta pode ajudar a explicar a preferência dos publicitários por mulheres sensuais na hora de vender produtos, especulam os pesquisadores.

A pergunta é: publicitários possuem maiores ou menores níveis de testosterona do que outros homens? E, mais ainda, o que isto significa? 🙂

Claudio

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Alguns bons artigos para se ler

Que me desculpem os raivodoxos, mas o modelo neoclássico de crescimento funciona e a maximização de lucros também. Claro, se existe open-source, uma boa pergunta é saber sobre sua racionalidade e, finalmente, meu tema favorito, “restrição orçamentária não-rígida” está de volta à agenda de pesquisas.

Claudio

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Fast Food

Estou hoje preso em casa, com um pessoal desmontando armários habitados por cupins (que agora serão sem-teto) e montando outros.

Nestas horas, o “fast food” vem a calhar.

Pedi um McCheddar. A moça me pergunta:

– Fritas grande?

Eu, obviamente…

– Sim.

Ela continua:

– Refrigerante?

Eu, repetindo a mesma piada de anos:

– Coca Light, para fingir que estou emagrecendo.

A mulher caiu na risada. Pela primeira vez, alguém riu disto. E achou ótimo:

– Sim, gargalhadas, a gente tem de perder calorias em algum lugar, não é?

E continuou o roteiro básico num tom de voz de quem ia começar a rir de novo.

É isto aí. “Fast food” com bom humor.

Claudio

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O Brasil é aqui

Quinze dias depois de chegar, finalmente hoje consegui abrir uma conta no banco. O problema inicial é que, como vivo em uma casa de estudantes, eu não tenho contas (luz, água…) que comprovem meu endereço. Não adiantava uma carta da universidade. O cúmulo foi quando pediram uma prova do meu endereço anterior, um apartamento no Brasil que já saí faz um mês. Consegui.
E o pior é que não posso culpar a herança ibérica. Bem, só sei que esse tipo de coisa explica porque o Monty Phyton surgiu na Ilha.

Leo.

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Chaebols…na prática

O tal “modelo coreano” de organização empresas-bancos sob a batuta de uma suposta “política industrial” é um bom tema para pesquisadores que sempre dizem que “a realidade é muito diferente da teoria”.

Eis aqui um exemplo: Hyundai pede perdão por corrupção (assim até eu: roubo X e devolvo X – a > 0, anunciando apenas o total de X – a).

De certa forma, a Hyundai mostra que tem “responsabilidade social”. Afinal, como o mundo é “injusto”, a empresa “foi obrigada a fazer como todo mundo” (o mesmo argumento do “caixa 2”) e se viu na terrível situação de se sujeitar a subornar alguém. Ao ser descoberta, e como a culpa é “da sociedade” ou do “modelo capitalista de sociedade”, não seria “solidário” procurar culpados.

Assim, de maneira “responsável”, a Hyundai doa recursos para a caridade.

Claudio

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The Dark Side of Iraq Liberation

Quando o governo cria prêmios e os submete a disputa privada, os distintos indivíduos lutam por ele, empregando seu tempo – outrora dedicado à produção – para atividades “lobistas”.

Bom, há um bom debate sobre o que seria o “rent-seeking”, mas ninguém discordaria de que isto é um exemplo de que incentivos importam e que não necessariamente governos criam incentivos melhores que o bom e velho mercado.

Claudio

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